RJ teve tiroteio todo dia de janeiro a julho, com média de 14 alertas diários.

  • ao AMILCAR LANDIOSE
  • 10 jul, 2017

São Gonçalo é o campeão de casos, com 217 notificações no aplicativo Fogo Cruzado. Mês de junho teve 650 casos em todo o estado. Mapa mostra locais e vítimas de tiros.

Os tiroteios que resultaram na mortes de civis e policiais em profusão em 2017 são uma infeliz e diária rotina para os moradores do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com dados do aplicativo Fogo Cruzado, houve ao menos um tiroteio em todos os dias do ano de 2017, de 1º janeiro a 30 de junho. A média, de acordo com os dados obtidos pelo   G1, é de 14 alertas de tiroteios por dia em todo o Estado.

O local com mais tiroteios no Rio, segundo o aplicativo, é   São Gonçalo, na Região Metropolitana: Foram 217 entre janeiro e junho.

Em segundo lugar, está o Complexo do Alemão, com 106 notificações de tiroteios. Em junho, o   G1   apresentou dados da região em uma reportagem especial, que pode ser conferida   aqui . O RJTV também apresentou a rotina difícil dos moradores do Alemão com o aumento da violência. Foram 2,6 mil   mortes violentas registradas   em 10 anos.

O município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, está em terceiro lugar na lista, teve 102 tiroteios confirmados. Em seguida, vêm Penha, na Zona Norte, com 84; Cidade de Deus, na Zona Oeste, com 78; Praça Seca, também na Zona Oeste, com 73.

Alertas de tiroteios no Rio

LOCAL Nº DE TIROTEIOS
São Gonçalo 217
Complexo do Alemão 106
Duque de Caxias 102
Penha 84
Cidade de Deus 78
Praça Seca 73
Copacabana 51
Mangueira 46
Tijuca 42
Manguinhos 39

Fonte: Fogo Cruzado/Anistia Internacional.

Copacabana, bairro turístico na Zona Sul da cidade, surpreende entre as dez localidades com mais tiroteios: foram 51 notificações. A   Tijuca também aparece entre as 10 primeiras, com 42 tiroteios registrados nos primeiros seis meses do ano.

O mês de junho foi o mais violento, com 650 tiroteios registrados em todo o Estado. Só nos dias 26 e 27 de junho, foram notificados 89 tiroteios.

O aplicativo e mapa colaborativo foram lançados um mês antes da Olimpíada, e funcionam através de contribuições de usuários, que notificam os servidores do sistema sobre tiroteios. As informações são confirmadas ou descartadas pela equipe, coordenada pela jornalista e pesquisadora Cecília Olliveira.

As notificações de tiroteios podem ser duplicadas, caso mais de uma pessoa faça o registro no aplicativo ao mesmo tempo. Há também tiroteios que duram horas e em muitos locais dentro de complexos de favelas, como no Alemão, que representam múltiplas notificações.

Vítimas

Muitos casos chocaram a cidade, como a morte, na noite de domingo, de uma   criança de 6 anos, baleada   por causa de uma briga de trânsito.

Ou como o tiroteio registrado na Avenida Monsenhor Félix, em Irajá, durante uma perseguição a criminosos. Na ocasião, a pequena Sofia, de apenas dois anos, foi atingida   dentro de uma lanchonete   e não resistiu à bala que acertou seu rosto.  

No enterro, os parentes estavam revoltados. "É um sentimento de impunidade. A gente não pode levar as crianças para brincar no parquinho. É um sentimento de revolta. O meu coração está despedaçado. Ela era muito intensa, parecia que ela tinha pressa de viver" disse a avó da criança, Sônia Regina Fernandes. Ela disse que a menina estava muito feliz de ir nos brinquedos. "Tomou um tiro lá em cima e não desceu mais", emocionou-se o avô, Gilson Fernandes.

A morte de Maria Eduarda,   atingida por três tiros dentro da escola na Zona Norte do Rio, também chocou os moradores do Rio no dia 30 de março. Na última semana, dois policiais foram indiciados pela morte da jovem. O caso motivou até o pedido de um pediu um estudo de caso para a atuação da PM. Um mês depois do crime, já em abril, a família estava bastante desestruturada psicologicamente.

"Eles estão tão desestruturados psicologicamente que querem tirar a Dudinha do chão. Acho que ele, meu pai, queria levar ela para casa", contou Uidson, irmão de Maria Eduarda, emocionado, após um debate sobre segurança na Câmara Municipal do Rio.

"Naquela ocasião, determinei um estudo de caso para verificar se houve falhas para melhorar, e verificar os possíveis acertos e aperfeiçoar os protocolos. O estudo de caso recomendou a mudança das notas de instrução. Com os casos dessa semana, decidi avocar esse estudo que já está sendo feito na instituição para a Polícia Civil e outros órgãos", explicou o secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, acrescentando que o pedido por cautela e a prioridade pela preservação da vida existia desde a   sua posse, em outubro de 2016.

Notícias de tiroteios em diversas partes do Rio se tornaram parte da rotina. Sá afirmou que se solidarizava totalmente com as vítimas. Ele alertou, no entanto, que estava "enxugando gelo", e que a quantidade de armas que chegam ao estado faz com que seja muito difícil controlar se haverá ou não confrontos no Estado. No Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio,   deixou um morto e cinco feridos. O porteiro, Fábio Franco de Alcântara, 39 anos, morreu atingido por estilhaços de granada durante um confronto entre criminosos e policiais da UPP no dia 28 de junho.

"A política não é do confronto. Mas enquanto tivermos no Rio de Janeiro apreensão de 9 mil armas de fogo, de um fuzil por dia, como afirmar que não vai haver confronto? Se a cada apreensão diária das 24 armas de fogo, se a cada abordagem, nós vamos ter tiros por parte dos bandidos, e o policial eventualmente vai reagir ou vai se abrigar. É uma decisão que ele vai ter que tomar na hora", afirmou o secretário após a reunião do conselho comunitário de segurança da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Alertas de tiroteios mês a mês no Rio
Rio tem 14 tiroteios em média diariamente, segundo aplicativo
Fonte: Fogo Cruzado/Anistia Internacional

Feridos e mortos

Outros dados do aplicativo mostram que houve 197 operações policiais durante o período. O número de civis feridos chegou a 294, e 117 policiais foram feridos por balas ou estilhaços nos seis primeiros meses do ano. Em 2017, 86 policiais foram mortos no Rio.

Os tiroteios afetaram também o ensino. Dos 100 dias letivos até a última quinta-feira (6), apenas em 7 houve aula em todas as escolas da rede, devido aos tiroteios. "Eu tenho a lamentar, e mais uma vez digo: eu não consigo mudar lei, mas proponho. Eu queria mais discussão. Eu enxugo gelo o dia inteiro. É trivial eu apreender dois fuzis por dia no Rio de Janeiro?", questionou o secretário Roberto Sá.

O que diz a Secretaria de Segurança?

Veja a íntegra da nota enviada pela assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Segurança.

" As estatísticas oficiais de criminalidade do Rio de Janeiro são provenientes dos registros de ocorrência lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e divulgadas mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), de forma sistemática e transparente. Estes dados abastecem o planejamento estratégico para o monitoramento e combate à mancha criminal. Nos primeiros cinco meses de 2017, 19.876 pessoas foram presas pelas polícias e 3.666 armas foram apreendidas, sendo 212 fuzis. Ou seja, em 2017, 24 armas de fogo por dia foram apreendidas pelas polícias.

A Secretaria de Estado de Segurança (Seseg) tem como prioridade a preservação da vida e a redução de índices de criminalidade no estado. Por isso, investe desde 2007 no processo de pacificação nas comunidades e implantação do Sistema de Metas e acompanhamento de Resultados (SIM), dentre diversas outras iniciativas.

Mesmo em um cenário econômico antagônico, sem custos aos cofres públicos, a SESEG criou medidas estruturantes como o Grupo Integrado de Operações de Segurança Pública (GIOSP), no Centro Integrado de Segurança Pública (CICC), e a delegacia especializada para o combate ao tráfico de armas, a Desarme, para atacar as causas da letalidade violenta."

Fonte: G1

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PolicialBR

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O estigma de sexo frágil não conspirou contra a capacidade física e psicológica da sargento V. Carvalho, de 32 anos, durante os 47 dias do curso do Choque, um dos mais 'puxados' na carreira militar. Ela foi a primeira mulher da Polícia Militar de Roraima a concluir a especialização e brinca ao falar sobre o período em que esteve com outros policiais no decorrer das atividades:

"Não pedi para sair", sargento V. Carvalho, PM de Roraima

Esta foi a primira vez que a PM de Roraima ofereceu o curso do Choque dentro da corporação. Dos 84 inscritos ao grupo de elite, quatro eram mulheres. Duas desistiram no primeiro dia, outra no decorrer das atividades e somente a sargento, que até raspou os cabelos durante o treinamento, concluiu o curso.

Nesta quinta-feira (20), os 42 'choqueanos', como são chamados os aprovados, participam da formatura de conclusão do curso no Parque Anauá, zona Leste de Boa Vista.

O curso do Choque prepara policiais para atuarem em situações extremas de conflitos como reintegrações de posse, manifestações com atos de vandalismo e controles em presídios.

A sargento, que é formada em psicologia e mãe de dois filhos, relata que inúmeras vezes os alunos são colocados em circunstâncias extremas de cansaço e fadiga. Além disso, o treinamento 'puxado', segundo ela, não privilegia gêneros.

“Não vim para um curso desse porte sendo mulher na expectativa de ser 'bem-vinda'. Não é assim. Você vem sabendo que encontrará resistência em razão do porte físico feminino, questões orgânicas e fisiológicas. É um curso voltado para homens. Mulher não é bem-vinda, porém não é proibida de participar”, acentua, respondendo que não teve ‘privilégios de nada’.

Durante o treinamento, a sargento decidiu raspar a cabeça. Embora se desfazer do próprio cabelo tenha mexido com a vaidade e a emoção, a policial garante não ter sido obrigada. Ela diz que escolheu fazer isso por entender que o treinamento exigia dedicação total.

“Não é algo que você é obrigada, mas existem questões que influenciam para que você corte. Não há como dizer que não é doloroso. O mais difícil foi tomar essa decisão de cortar, depois, a adaptação foi tranquila, até porque eu estava mergulhada naquele universo e todos que estavam ao meu redor tinham a cabeça raspada", disse.


ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O Acre gasta R$ 228,3 mil por mês com tornozeleiras eletrônicas no sistema prisional, de acordo com dados do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-AC) passados ao G1 na terça-feira (18). O órgão contabiliza um total de 822 presos que cumprem pena por meio do monitoramento nas cidades acreanas.

O custo de cada equipamento é de R$ 9,29 por dia – que totaliza em torno de R$ 277,80 mensalmente. Atualmente, segundo o instituto, não existe fila de espera para o recebimento da tornozeleira, restando ainda 30 em estoque. Mesmo assim, ainda este ano, existe a previsão de aquisição de mais 300 aparelhos.

O coordenador do monitoramento eletrônico do Iapen-AC, Marcelo Lopes, explicou que a manutenção é feita mediante o surgimento da demanda. “O período varia muito, porque tem delas [tornozeleiras] que dão problemas e outras não, mas normalmente são coisas mínimas e os agentes são habilitados para resolver”, disse.

As tornozeleiras funcionam com um GPS que emite sinal para uma central, que acompanha o deslocamento de cada preso. Lopes afirmou, em maio deste ano, que o sistema cobre as cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Sena Madureira e Tarauacá, cidades com presídios. Bujari, Senador Guiomard e Capixaba, pela proximidade, também são alcançadas.

Além do monitoramento na central, existem ainda as visitas presenciais, realizadas diariamente. “Fazemos o acompanhamento das cartas de emprego dos presos, manutenções, além de qualquer situação que possa fugir da rotina da unidade, que pareça uma violação. A equipe faz o deslocamento para fazer cumprir as decisões judiciais”, finalizou.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O laço de amizade construído enquanto eram parceiros na Brigada Militar e a preocupação com o animal, fizeram com que Kelly Thimoteo, de 30 anos, pedisse a adoção do cavalo Nanquin, que pertence ao governo do Rio Grande do Sul e deve ser leiloado. Ela deixou a corporação, onde trabalhava com o animal, há sete anos.

"Ele foi meu companheiro de patrulha e ajudei até a escolher o nome dele", conta a ex-policial militar, que hoje trabalha como advogada no município de Passo Fundo, Região Norte do estado.

Ela tenta conseguir a tutela do animal, que tem aproximadamente 12 anos, desde que deixou a Brigada Militar, mas diz que seus requerimentos não foram respondidos. Segundo Kelly, Nanquin não é utilizado pela corporação há dois anos e está na fazenda da BM, em Passo Fundo.

O G1 fez contato com a comunicação da BM e aguarda o posicionamento por meio de nota oficial.

Quando ficou sabendo que o governo estadual iria se desfazer de 60% dos cavalos usados no policiamento montado no Rio Grande do Sul, resolveu procurar pelo velho amigo.

"Quando encontrei com ele, percebi que a alimentação que estava recebendo não era suficiente, porque ele estava bastante magro", lembra.

Há menos de duas semanas, uma petição online foi criada para conseguir apoiadores que se solidarizassem com a história. Neste período, mais de 18 mil pessoas registraram seus nomes no abaixo-assinado, que visa pressionar o governo do estado para repassar Nanquin à antiga parceira.

Kelly se diz surpresa pela repercussão do caso e garante estar muito feliz com o apoio de pessoas que sequer lhe conhecem e ficaram comovidas com a amizade entre os dois.

"Estou surpresa e bastante emocionada, porque as pessoas estão demonstrando apoio na minha luta. As pessoas querem uma destinação boa para os animais. O Nanquim é um símbolo dessa luta", afirma, ao lembrar que também está preocupada com o destino que será dado aos outros cavalos que serão leiloadas pelo estado.

Até o momento sem respostas sobre a adoção, Kelly aguarda então pelo leilão para tentar comprar o velho amigo, de quem guarda boas lembranças.

"Ele é diferente dos outros. A maioria dos cavalos costuma ser medroso, mas ele é valente, curioso. Tinha até um grito que eu fazia quando chegava e ele respondia relinchando", recorda.
Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil de Alagoas informou nesta quarta-feira (19) que prendeu integrantes de uma facção criminosa em Maceió. Segundo as investigações, o grupo tinha o objetivo de praticar uma chacina contra membros de uma outra facção.

De acordo com a polícia, os suspeitos foram presos na última segunda (17), dia em que a chacina estava prevista para acontecer.

Eles foram identificados como Felipe Matheus Pereira Correia, o “Irmão Teteu”; Cristiam Pedro dos Santos, conhecido como “Irmão Sukito” ou “Neguinho”; Lucas Wanderlei Santos, chamado de “Irmão Ureia”; além de Eduardo Rafael Calisto da Silva, o “Irmão Toi”.

A Polícia Civil acredita que todos estão envolvidos com tráfico de drogas, roubos e homicídios.

Segundo a polícia, os suspeitos queriam cometer os assassinatos com o apoio de um carro roubado. O “Irmão Sukito”foi baleado pelo grupo rival. O restante do grupo foi preso momentos depois disso.

Com eles, foram apreendidos o veículo roubado; duas pistolas, sendo uma 9mm com dois carregadores e uma 380; 21 munições; além de um tablete de maconha com cerca de 2 quilos.

Os presos e o material apreendido foram levados para a sede da Deic, no bairro Santa Amélia, onde foram realizados os procedimentos legais. A polícia afirma que as investigações prosseguem para identificar outros integrantes do grupo criminoso.

A ação contou com apoio de agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, e o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Um motorista de um caminhão, de 26 anos, foi preso na noite desta quarta-feira (19) suspeito de tráfico de drogas, em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. De acordo com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron-MT), foram encontrados 70 tabletes de pasta base de cocaína que estavam escondidos no teto do baú do veículo.

Uma denúncia anônima mobilizou policiais militares, civis e rodoviários a montarem uma ação para prender o suspeito. A denúncia dizia que um caminhão teria saído com um carregamento de drogas da região de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá e seguiria para a cidade de Campos de Júlio, a 692 km de Cuiabá.

Os policiais fizeram a abordagem do caminhão descrito, com as mesmas placas, na região de Campo Novo do Parecis. Depois de revistarem o veículo, os policiais encontraram os 70 tabletes de droga no teto do baú do caminhão. O motorista disse que entregaria a droga em Goiânia, Goiás.

O condutor, a droga e o caminhão foram levados para a Delegacia Especial de Fronteira (Defron) em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu uma mulher de 29 anos suspeita de se aproveitar da beleza e da simpatia para aplicar golpes. Entre os quase 50 casos registrados, 20 já se tornaram inquéritos por furto e estelionato. A prisão ocorreu nesta terça-feira (18) e foi divulgada nesta quarta (19). Ela chorou ao ser apresentada na delegacia.

Segundo o delegado-adjunto da 1ª DP, João de Ataliba Nogueira, a mulher tinha o costume de aplicar os golpes em salões de beleza, oficinas mecânicas, postos de gasolina, lojas de animais de estimação e até em uma clínica de cirurgia plástica. Vendedores de produtos em sites de compras também foram alvos da suposta estelionatária.

De acordo com as investigações, Larissa se apresentava às vítimas como arquiteta, e fazia uma transferência falsa ao pagar por serviços ou objetos. Para convencer os lojistas e empresários a aceitar pagamentos alternativos, a suspeita usava os dotes físicos e o charme.

"Ela sabia que a transação não seria autorizada e, por meio do charme, inventava uma história, pegava o número da conta corrente da vítima, simulava uma transferência bancária e apresentava um comprovante digital falso", explicou o delegado.

Após dois meses de investigação, a polícia a localizou em uma loja de produtos fitness, onde tentou fazer uma compra de R$ 300. O dono do local percebeu que o comprovante da transferência não havia caído na conta e negou a venda dos itens. Larissa, então, pegou os artigos e tentou fugir.

Policiais civis já monitoravam a "falsa arquiteta" há dois meses. Eles cumpriram a prisão preventiva pelos crimes de estelionato, e uma prisão em flagrante por furto.

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Policiais civis do Rio de Janeiro realizam uma operação, na manhã desta quinta-feira (20), na Baixada Fluminense, para desarticular um esquema de tráfico internacional de adolescentes. A suspeita é de que a quadrilha trazia jovens do Paraguai para exploração sexual. A ação foi batizada como operação "Coiote".

Até as 10h30, quatro pessoas tinham sido presas e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. As investigações começaram depois que uma das adolescentes fugiu do cativeiro e foi até a Delegacia de Atendimento à Mulher para pedir socorro.

Pelo menos 25 agentes estão nas ruas para cumprir os mandados de prisão. De acordo com a investigação, as adolescentes, de maioria entre 16 e 17 anos, eram aliciadas no Paraguai e trazidas para o Brasil com a promessa de que trabalhariam aqui. No entanto, ao chegarem ao país, eram mantidas em cativeiro e exploradas sexualmente.

Ainda segundo a investigação, a líder do esquema seria uma mulher, também paraguaia. Ela foi presa na manhã desta quinta na Baixada Fluminense.

Veja o Vídeo

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Já se vão três anos e os profissionais de segurança pública do estado de São Paulo estão sem reajuste, mesmo com o crescente aumento da criminalidade, mais trabalho, o governo Alckmin não se sensibiliza e continua negando reajuste sob pretexto de esta no "limite"  da Lei de responsabilidade fiscal.

Os policiais militares sob rígido regulamente disciplinar, sem poderem reivindicar, sem direito a greve ou qualquer outro movimento reivindicatório estão a deriva, segundo cabo Wilson, presidente da Associação dos cabos e soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo 100% dos policiais militares estão endividados.

Várias foram até agora as tentativas para um reajuste salarial sem efeito, lembrando que o ano de 2018 por ser ano de eleições fica, por Lei, proibido reajustar salários de servidores públicos, assim, se não houver neste ano um reajuste no final de 2018 os profissionais de segurança publica já irão somar quatro anos com salários congelados.

Veja vídeo do Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Da Redação.

Por Amílcar Landiosi Jr.

ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017
Um dos homens mais procurados de Minas Gerais foi preso pela Polícia Civil. Renato Pereira de Souza foi condenado pelo latrocínio – roubo seguido de morte – de um policial militar e de um homicídio contra um rival do tráfico de drogas. Ele estava foragido e foi encontrado no Espírito Santo. Segundo as investigações, ele mantinha conexões com criminosos de Belo Horizonte e municípios da Grande BH e tentava expandir o tráfico de drogas para o estado vizinho. Ao ser apresentado na tarde desta quarta-feira, Renato negou os fatos.
Renato já tinha cumprindo nove anos de pena por causa dos crimes. Porém, fugiu de Minas Gerais depois de receber um benefício da Justiça de saída temporária. “A partir de investigações levantadas pela Polícia Civil, apontaram que um dos mais procurados de Minas Gerais, se encontrava em Vitória, no Espirito Santo. Ele foragiu naquele estado, uma vez que tinha contra ele um mandado de condenação de 45 anos e oito meses de prisão por um homicídio e latrocínio”, explicou o delegado Eduardo Hilbert.

O latrocínio foi contra o policial militar Altemar Rogério de Campos, na época com 36 anos, no Bairro Paquetá, na Região da Pampulh. O crime aconteceu em 2005. As investigações apontaram que Renato e outros dois homens, entraram na casa da vítima. Ao ver os invasores, o policial reagiu e foi atingido por um tiro. Ele morreu na hora. “Com relação ao homicídio, ele aconteceu em Jequitinhonha. A motivação seria pela disputa do tráfico de drogas no município”, comentou o delegado.

Renato foi julgado pelos crimes e condenado. Ele ficou preso por nove anos, mas recebeu o benefício de saída temporária. Mas não voltou para a cadeia. “Assim que teve oportunidade, recebeu benefício no curso da execução penal e foragiu para o Espírito Santo. Lá, mantinha um elo com criminosos de Belo Horizonte e região metropolitana. Então, ele já tinha o interesse e demonstrava que queria expandir os negócios exclusos e ilegais daqui de Minas para aquele estado”, disse Hilbert.

Uma operação foi montada pela Polícia Civil e conseguiu prender Renato em 13 de junho. Ele estava na casa de um irmão, que à princípio, não tem participação nos crimes. Segundo o delegado, o homem não reagiu a prisão.

Durante a apresentação, Renato negou que queria expandir os crimes para o Espírito Santo e que desta vez vai cumprir a pena pelo qual foi condenado. “Tenho nada a falar não. Já paguei pelo meu erro. Já cumpri por nove anos. Estou só recapturado. O que fiz não tem como voltar atrás. Ganhei a “descida” (nome dado a saída temporária) e não voltei. Agora, vou cumprir de boa. Estava trabalhando”, disse.
Fonte: em.com.br
ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017

O comandante-geral da Polícia Militar do Rio, Wolney Dias, afirmou nesta quarta-feira (19) que defende a prisão perpétua para assassinos de policiais. A declaração foi dada durante o enterro de um soldado morto na última segunda-feira.

"Acho que quem atenta contra vida do policial atenta contra o Estado. Isso é um ato de terrorismo. Eu defendo penas muito severas", disse ele. Questionado pela reportagem de como deveria ser feita esta reformulação, Wolney respondeu: "Sinceramente, esse tipo de crime deveria ser prisão perpétua".

Em abril, Wolney já tinha dado declaração polêmica sobre a execução de dois homens em Acari, flagrada em vídeo após a morte da menina Maria Eduarda.

Ao jornal "O Dia", ele disse que não concordava com o crime, mas que entendia. "É humanamente compreensível baseado no estresse que esses policiais vivem".

No Rio, 89 foram policiais militares mortos neste ano. O número já é maior do que os 77 do ano passado. Na média, um PM é morto a cada dois dias.

"Esta perda se elevou nos últimos dois anos e nós temos quase 2 mil policiais militares a menos por ano. Hoje, não tenho reposição. Em razão da crise financeira, não podemos incrporar policiais militares. A cada dia, temos menos policiais nas ruas", afirmou Wolney.

Recompensa de R$ 5 mil

Também nesta quinta-feira, a PM divulgou em seu twitter uma recompensa de R$ 5 mil para informações sobre assassinos de agentes. "Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceria", diz o post.

🚨Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceriapic.twitter.com/6RspkV9XDd

— July 19, 2017
Fonte: G1
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