Democracia direta para solucionar crise política

  • ao AMILCAR LANDIOSE
  • 15 jun, 2017

Aumento da participação direta do cidadão pode ajudar a promover novo pacto democrático no país

Jornal GGN -   A repactuação entre a classe política e o eleitorado depende, invariavelmente, da ampliação do sistema democrático. É o que alerta o cientista político e membro do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), José Antônio Moroni.

Em entrevista ao   Brasil de Fato,   o pesquisador aponta que o voto popular, exercido de dois em dois anos, "não pode ser a única expressão de soberania" dos brasileiros e, ainda, que a implementação de uma agenda política que de fato represente a ampla sociedade depende do aumento da participação popular no jogo político, fazendo frente às elites políticas e econômicas, que conseguiram nos últimos anos encaminhar o país para um estado de desmonte social.

O Brasil entra agora em uma situação limite em que a democracia direta, termo que vem sendo utilizado para definir a participação direta dos cidadãos no processo de tomadas de decisão na política, ganha força no campo popular. Não por acaso, o cientista político faz parte do grupo que defende a realização de eleições diretas. "Nosso Congresso não tem legitimidade nenhuma para fazer uma eleição indireta, e a única forma de fazer a vontade do povo ser respeitada é estando na rua", completou.

 
 
 
Além das Diretas, democracia participativa é um dos principais eixos do Plano Popular de Emergência
 
O sistema de democracia representativa vivido no Brasil, em que o povo participa da vida política do país de quatro em quatro anos apenas para eleger os candidatos aos poderes executivo e legislativo, é tido como um dos grandes entraves para democratização do Estado brasileiro.
 
Somado a isso, ainda existe a enorme influência de grandes empresas privadas nos processos eleitorais, que contribuíram com R$ 5 bilhões em doações somente nas eleições de 2014. Esses seriam apenas alguns dos fatores que contribuem para a falta de credibilidade e o não reconhecimento da população em relação às instituições do país, como mostra a pesquisa realizada pela organização GfK Verein, ao constatar que o brasileiro é o povo que menos confia em seus políticos entre as grandes economias do mundo, realizada em 2016.
 
Para José Antonio Moroni, cientista político e integrante do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o direito ao voto é somente a base da democratização, mas da forma como o temos hoje, ele "não pode ser a única expressão de soberania popular".
 
Moroni ainda destaca que as elites políticas e econômicas brasileiras nem sequer são capazes de respeitar o mínimo estabelecido, já que em 2014 destituíram a ex-presidenta eleita democraticamente Dilma Rousseff, assumindo o governo de Michel Temer, responsável por implementar uma agenda política contrária aos interesses do povo brasileiro, como as reforma trabalhistas e da Previdência.
 
"A gente percebe que as nossas elites, tanto políticas quanto econômicas, não tem apreço nenhum ao princípio básico da democracia, que é o respeito ao voto", ressalta Moroni.
 
Nesse sentido, o cientista político aponta a necessidade de ampliar a participação da população nas decisões do Estado, para garantir o fortalecimento de uma democracia direta, com a construção de instrumentos como referendos revogatórios e convocações de plebiscitos. "Hoje não temos nenhum mecanismo institucional de expressão da soberania popular para resolver essa crise. Não somos chamados para resolvê-la, quem resolveria é o judiciário e as elites, e essa é a mensagem que nos passam a todo momento", disse.
 
Primeiro passo
 
Todavia, para que tal avanço pudesse ocorrer, Moroni destaca que o primeiro passo para a democratização do Estado é a antecipação das eleições diretas, uma das medidas defendidas pelos setores progressistas da sociedade para restabelecer a democratização do Estado. No Plano Popular de Emergência, documento elaborado pelos movimentos que compõem a Frente Brasil Popular (FBP) - que é formada por mais de 80 organizações -, mais quatro medidas retratam a necessidade de uma maior soberania popular no país.
 
A aprovação urgente de uma Reforma Política, com adoção do voto em lista partidária, do financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais e de um revezamento entre homens e mulheres, com cotas raciais e geracionais; é outro ponto destacado. Além disso, a revisão da atual lei do Impeachment e a democratização da mídia e do Poder Judiciário, também estão representados no Plano.
 
Diretas Já
 
A antecipação das eleições presidenciais já parece ser um consenso entre a população, já que uma recente pesquisa realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Vox Populi, no último dia 5 de junho, revelou que a antecipação das eleições presidenciais no Brasil para 2017, sob o mote das "Diretas Já", é defendida por 9 em cada 10 brasileiros. A cassação do presidente golpista Michel Temer é o desejo de 85% dos entrevistados, enquanto apenas 3% aprovam seu governo.
 
A pesquisa contemplou 118 municípios do Brasil, de todos os estados e do Distrito Federal, e reflete a popularização cada vez maior das "Diretas Já". Não à toa, uma série de manifestações vêm sendo marcadas por todo o Brasil para exigir a antecipação das eleições, principalmente após o dia 17 de maio, quando áudios vazados por um dos sócios da empresa JBS, Joesley Batista, revelaram o envolvimento de Temer em casos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato.
 
Entre maio e junho deste ano, diversos atos culturais pelas Diretas Já, com apresentações de artistas conhecidos, estão sendo marcados em cidades como  Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Recife. No Rio de Janeiro, a manifestação reuniu 150 mil pessoas. Em São Paulo, 100 mil pessoas acompanharam os shows.
 
Em suas redes sociais, o ator Wagner Moura, um dos artistas que participou da divulgação dos atos, destacou a importância do evento. "Pelo direito do brasileiro votar. Nossa crise é de legitimidade, não podemos deixar que nosso Congresso, com mais de 200 deputados investigados, eleja o nosso próximo presidente", afirmou.
 
O Deputado Federal Ivan Valente (Psol-SP), que compareceu ao ato de São Paulo, afirmou que, na sua opinião, a adesão à palavra de ordem só tende a crescer. "Vai se estender para o Brasil inteiro. Quanto mais o governo Temer sangrar e a elite brasileira quiser uma solução para continuar suas reformas anti-povo, mais vai crescer o movimento das diretas. Portanto, Diretas Já é devolver a soberania ao povo brasileiro", disse.
 
Na mesma linha, a professora da rede pública estadual, que também compareceu ao ato cultural pelas Diretas Já em São Paulo, Maria Eduarda Silva destacou que a participação social na democracia é essencial para garantir a melhoria da crise institucional que vivemos.
 
"A democracia brasileira vem sendo sistematicamente atacada desde o golpe, e eu acredito em uma democracia participativa. Acho que esses atos mostram a participação ativa da sociedade na democracia. Nosso Congresso não tem legitimidade nenhuma para fazer uma eleição indireta, e a única forma de fazer a vontade do povo ser respeitada é estando na rua", ponderou.
 
Nesse sentido que Moroni aponta que o maior desafio para a bandeira da democratização do Estado é transformar o engajamento na campanha das Diretas Já em uma mobilização física. "Como transformar essa maioria favorável às eleições diretas em mobilizações de rua, outras formas de luta, para que a gente possa disputar um projeto político no campo popular? Isto não está dado, mas há um grande potencial de luta em cima dessa bandeira", acredita.
 
Edição: Luiz Felipe Albuquerque
Fonte GGN

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PolicialBR

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O estigma de sexo frágil não conspirou contra a capacidade física e psicológica da sargento V. Carvalho, de 32 anos, durante os 47 dias do curso do Choque, um dos mais 'puxados' na carreira militar. Ela foi a primeira mulher da Polícia Militar de Roraima a concluir a especialização e brinca ao falar sobre o período em que esteve com outros policiais no decorrer das atividades:

"Não pedi para sair", sargento V. Carvalho, PM de Roraima

Esta foi a primira vez que a PM de Roraima ofereceu o curso do Choque dentro da corporação. Dos 84 inscritos ao grupo de elite, quatro eram mulheres. Duas desistiram no primeiro dia, outra no decorrer das atividades e somente a sargento, que até raspou os cabelos durante o treinamento, concluiu o curso.

Nesta quinta-feira (20), os 42 'choqueanos', como são chamados os aprovados, participam da formatura de conclusão do curso no Parque Anauá, zona Leste de Boa Vista.

O curso do Choque prepara policiais para atuarem em situações extremas de conflitos como reintegrações de posse, manifestações com atos de vandalismo e controles em presídios.

A sargento, que é formada em psicologia e mãe de dois filhos, relata que inúmeras vezes os alunos são colocados em circunstâncias extremas de cansaço e fadiga. Além disso, o treinamento 'puxado', segundo ela, não privilegia gêneros.

“Não vim para um curso desse porte sendo mulher na expectativa de ser 'bem-vinda'. Não é assim. Você vem sabendo que encontrará resistência em razão do porte físico feminino, questões orgânicas e fisiológicas. É um curso voltado para homens. Mulher não é bem-vinda, porém não é proibida de participar”, acentua, respondendo que não teve ‘privilégios de nada’.

Durante o treinamento, a sargento decidiu raspar a cabeça. Embora se desfazer do próprio cabelo tenha mexido com a vaidade e a emoção, a policial garante não ter sido obrigada. Ela diz que escolheu fazer isso por entender que o treinamento exigia dedicação total.

“Não é algo que você é obrigada, mas existem questões que influenciam para que você corte. Não há como dizer que não é doloroso. O mais difícil foi tomar essa decisão de cortar, depois, a adaptação foi tranquila, até porque eu estava mergulhada naquele universo e todos que estavam ao meu redor tinham a cabeça raspada", disse.


ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O Acre gasta R$ 228,3 mil por mês com tornozeleiras eletrônicas no sistema prisional, de acordo com dados do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-AC) passados ao G1 na terça-feira (18). O órgão contabiliza um total de 822 presos que cumprem pena por meio do monitoramento nas cidades acreanas.

O custo de cada equipamento é de R$ 9,29 por dia – que totaliza em torno de R$ 277,80 mensalmente. Atualmente, segundo o instituto, não existe fila de espera para o recebimento da tornozeleira, restando ainda 30 em estoque. Mesmo assim, ainda este ano, existe a previsão de aquisição de mais 300 aparelhos.

O coordenador do monitoramento eletrônico do Iapen-AC, Marcelo Lopes, explicou que a manutenção é feita mediante o surgimento da demanda. “O período varia muito, porque tem delas [tornozeleiras] que dão problemas e outras não, mas normalmente são coisas mínimas e os agentes são habilitados para resolver”, disse.

As tornozeleiras funcionam com um GPS que emite sinal para uma central, que acompanha o deslocamento de cada preso. Lopes afirmou, em maio deste ano, que o sistema cobre as cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Sena Madureira e Tarauacá, cidades com presídios. Bujari, Senador Guiomard e Capixaba, pela proximidade, também são alcançadas.

Além do monitoramento na central, existem ainda as visitas presenciais, realizadas diariamente. “Fazemos o acompanhamento das cartas de emprego dos presos, manutenções, além de qualquer situação que possa fugir da rotina da unidade, que pareça uma violação. A equipe faz o deslocamento para fazer cumprir as decisões judiciais”, finalizou.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O laço de amizade construído enquanto eram parceiros na Brigada Militar e a preocupação com o animal, fizeram com que Kelly Thimoteo, de 30 anos, pedisse a adoção do cavalo Nanquin, que pertence ao governo do Rio Grande do Sul e deve ser leiloado. Ela deixou a corporação, onde trabalhava com o animal, há sete anos.

"Ele foi meu companheiro de patrulha e ajudei até a escolher o nome dele", conta a ex-policial militar, que hoje trabalha como advogada no município de Passo Fundo, Região Norte do estado.

Ela tenta conseguir a tutela do animal, que tem aproximadamente 12 anos, desde que deixou a Brigada Militar, mas diz que seus requerimentos não foram respondidos. Segundo Kelly, Nanquin não é utilizado pela corporação há dois anos e está na fazenda da BM, em Passo Fundo.

O G1 fez contato com a comunicação da BM e aguarda o posicionamento por meio de nota oficial.

Quando ficou sabendo que o governo estadual iria se desfazer de 60% dos cavalos usados no policiamento montado no Rio Grande do Sul, resolveu procurar pelo velho amigo.

"Quando encontrei com ele, percebi que a alimentação que estava recebendo não era suficiente, porque ele estava bastante magro", lembra.

Há menos de duas semanas, uma petição online foi criada para conseguir apoiadores que se solidarizassem com a história. Neste período, mais de 18 mil pessoas registraram seus nomes no abaixo-assinado, que visa pressionar o governo do estado para repassar Nanquin à antiga parceira.

Kelly se diz surpresa pela repercussão do caso e garante estar muito feliz com o apoio de pessoas que sequer lhe conhecem e ficaram comovidas com a amizade entre os dois.

"Estou surpresa e bastante emocionada, porque as pessoas estão demonstrando apoio na minha luta. As pessoas querem uma destinação boa para os animais. O Nanquim é um símbolo dessa luta", afirma, ao lembrar que também está preocupada com o destino que será dado aos outros cavalos que serão leiloadas pelo estado.

Até o momento sem respostas sobre a adoção, Kelly aguarda então pelo leilão para tentar comprar o velho amigo, de quem guarda boas lembranças.

"Ele é diferente dos outros. A maioria dos cavalos costuma ser medroso, mas ele é valente, curioso. Tinha até um grito que eu fazia quando chegava e ele respondia relinchando", recorda.
Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil de Alagoas informou nesta quarta-feira (19) que prendeu integrantes de uma facção criminosa em Maceió. Segundo as investigações, o grupo tinha o objetivo de praticar uma chacina contra membros de uma outra facção.

De acordo com a polícia, os suspeitos foram presos na última segunda (17), dia em que a chacina estava prevista para acontecer.

Eles foram identificados como Felipe Matheus Pereira Correia, o “Irmão Teteu”; Cristiam Pedro dos Santos, conhecido como “Irmão Sukito” ou “Neguinho”; Lucas Wanderlei Santos, chamado de “Irmão Ureia”; além de Eduardo Rafael Calisto da Silva, o “Irmão Toi”.

A Polícia Civil acredita que todos estão envolvidos com tráfico de drogas, roubos e homicídios.

Segundo a polícia, os suspeitos queriam cometer os assassinatos com o apoio de um carro roubado. O “Irmão Sukito”foi baleado pelo grupo rival. O restante do grupo foi preso momentos depois disso.

Com eles, foram apreendidos o veículo roubado; duas pistolas, sendo uma 9mm com dois carregadores e uma 380; 21 munições; além de um tablete de maconha com cerca de 2 quilos.

Os presos e o material apreendido foram levados para a sede da Deic, no bairro Santa Amélia, onde foram realizados os procedimentos legais. A polícia afirma que as investigações prosseguem para identificar outros integrantes do grupo criminoso.

A ação contou com apoio de agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, e o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Um motorista de um caminhão, de 26 anos, foi preso na noite desta quarta-feira (19) suspeito de tráfico de drogas, em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. De acordo com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron-MT), foram encontrados 70 tabletes de pasta base de cocaína que estavam escondidos no teto do baú do veículo.

Uma denúncia anônima mobilizou policiais militares, civis e rodoviários a montarem uma ação para prender o suspeito. A denúncia dizia que um caminhão teria saído com um carregamento de drogas da região de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá e seguiria para a cidade de Campos de Júlio, a 692 km de Cuiabá.

Os policiais fizeram a abordagem do caminhão descrito, com as mesmas placas, na região de Campo Novo do Parecis. Depois de revistarem o veículo, os policiais encontraram os 70 tabletes de droga no teto do baú do caminhão. O motorista disse que entregaria a droga em Goiânia, Goiás.

O condutor, a droga e o caminhão foram levados para a Delegacia Especial de Fronteira (Defron) em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu uma mulher de 29 anos suspeita de se aproveitar da beleza e da simpatia para aplicar golpes. Entre os quase 50 casos registrados, 20 já se tornaram inquéritos por furto e estelionato. A prisão ocorreu nesta terça-feira (18) e foi divulgada nesta quarta (19). Ela chorou ao ser apresentada na delegacia.

Segundo o delegado-adjunto da 1ª DP, João de Ataliba Nogueira, a mulher tinha o costume de aplicar os golpes em salões de beleza, oficinas mecânicas, postos de gasolina, lojas de animais de estimação e até em uma clínica de cirurgia plástica. Vendedores de produtos em sites de compras também foram alvos da suposta estelionatária.

De acordo com as investigações, Larissa se apresentava às vítimas como arquiteta, e fazia uma transferência falsa ao pagar por serviços ou objetos. Para convencer os lojistas e empresários a aceitar pagamentos alternativos, a suspeita usava os dotes físicos e o charme.

"Ela sabia que a transação não seria autorizada e, por meio do charme, inventava uma história, pegava o número da conta corrente da vítima, simulava uma transferência bancária e apresentava um comprovante digital falso", explicou o delegado.

Após dois meses de investigação, a polícia a localizou em uma loja de produtos fitness, onde tentou fazer uma compra de R$ 300. O dono do local percebeu que o comprovante da transferência não havia caído na conta e negou a venda dos itens. Larissa, então, pegou os artigos e tentou fugir.

Policiais civis já monitoravam a "falsa arquiteta" há dois meses. Eles cumpriram a prisão preventiva pelos crimes de estelionato, e uma prisão em flagrante por furto.

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Policiais civis do Rio de Janeiro realizam uma operação, na manhã desta quinta-feira (20), na Baixada Fluminense, para desarticular um esquema de tráfico internacional de adolescentes. A suspeita é de que a quadrilha trazia jovens do Paraguai para exploração sexual. A ação foi batizada como operação "Coiote".

Até as 10h30, quatro pessoas tinham sido presas e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. As investigações começaram depois que uma das adolescentes fugiu do cativeiro e foi até a Delegacia de Atendimento à Mulher para pedir socorro.

Pelo menos 25 agentes estão nas ruas para cumprir os mandados de prisão. De acordo com a investigação, as adolescentes, de maioria entre 16 e 17 anos, eram aliciadas no Paraguai e trazidas para o Brasil com a promessa de que trabalhariam aqui. No entanto, ao chegarem ao país, eram mantidas em cativeiro e exploradas sexualmente.

Ainda segundo a investigação, a líder do esquema seria uma mulher, também paraguaia. Ela foi presa na manhã desta quinta na Baixada Fluminense.

Veja o Vídeo

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Já se vão três anos e os profissionais de segurança pública do estado de São Paulo estão sem reajuste, mesmo com o crescente aumento da criminalidade, mais trabalho, o governo Alckmin não se sensibiliza e continua negando reajuste sob pretexto de esta no "limite"  da Lei de responsabilidade fiscal.

Os policiais militares sob rígido regulamente disciplinar, sem poderem reivindicar, sem direito a greve ou qualquer outro movimento reivindicatório estão a deriva, segundo cabo Wilson, presidente da Associação dos cabos e soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo 100% dos policiais militares estão endividados.

Várias foram até agora as tentativas para um reajuste salarial sem efeito, lembrando que o ano de 2018 por ser ano de eleições fica, por Lei, proibido reajustar salários de servidores públicos, assim, se não houver neste ano um reajuste no final de 2018 os profissionais de segurança publica já irão somar quatro anos com salários congelados.

Veja vídeo do Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Da Redação.

Por Amílcar Landiosi Jr.

ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017
Um dos homens mais procurados de Minas Gerais foi preso pela Polícia Civil. Renato Pereira de Souza foi condenado pelo latrocínio – roubo seguido de morte – de um policial militar e de um homicídio contra um rival do tráfico de drogas. Ele estava foragido e foi encontrado no Espírito Santo. Segundo as investigações, ele mantinha conexões com criminosos de Belo Horizonte e municípios da Grande BH e tentava expandir o tráfico de drogas para o estado vizinho. Ao ser apresentado na tarde desta quarta-feira, Renato negou os fatos.
Renato já tinha cumprindo nove anos de pena por causa dos crimes. Porém, fugiu de Minas Gerais depois de receber um benefício da Justiça de saída temporária. “A partir de investigações levantadas pela Polícia Civil, apontaram que um dos mais procurados de Minas Gerais, se encontrava em Vitória, no Espirito Santo. Ele foragiu naquele estado, uma vez que tinha contra ele um mandado de condenação de 45 anos e oito meses de prisão por um homicídio e latrocínio”, explicou o delegado Eduardo Hilbert.

O latrocínio foi contra o policial militar Altemar Rogério de Campos, na época com 36 anos, no Bairro Paquetá, na Região da Pampulh. O crime aconteceu em 2005. As investigações apontaram que Renato e outros dois homens, entraram na casa da vítima. Ao ver os invasores, o policial reagiu e foi atingido por um tiro. Ele morreu na hora. “Com relação ao homicídio, ele aconteceu em Jequitinhonha. A motivação seria pela disputa do tráfico de drogas no município”, comentou o delegado.

Renato foi julgado pelos crimes e condenado. Ele ficou preso por nove anos, mas recebeu o benefício de saída temporária. Mas não voltou para a cadeia. “Assim que teve oportunidade, recebeu benefício no curso da execução penal e foragiu para o Espírito Santo. Lá, mantinha um elo com criminosos de Belo Horizonte e região metropolitana. Então, ele já tinha o interesse e demonstrava que queria expandir os negócios exclusos e ilegais daqui de Minas para aquele estado”, disse Hilbert.

Uma operação foi montada pela Polícia Civil e conseguiu prender Renato em 13 de junho. Ele estava na casa de um irmão, que à princípio, não tem participação nos crimes. Segundo o delegado, o homem não reagiu a prisão.

Durante a apresentação, Renato negou que queria expandir os crimes para o Espírito Santo e que desta vez vai cumprir a pena pelo qual foi condenado. “Tenho nada a falar não. Já paguei pelo meu erro. Já cumpri por nove anos. Estou só recapturado. O que fiz não tem como voltar atrás. Ganhei a “descida” (nome dado a saída temporária) e não voltei. Agora, vou cumprir de boa. Estava trabalhando”, disse.
Fonte: em.com.br
ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017

O comandante-geral da Polícia Militar do Rio, Wolney Dias, afirmou nesta quarta-feira (19) que defende a prisão perpétua para assassinos de policiais. A declaração foi dada durante o enterro de um soldado morto na última segunda-feira.

"Acho que quem atenta contra vida do policial atenta contra o Estado. Isso é um ato de terrorismo. Eu defendo penas muito severas", disse ele. Questionado pela reportagem de como deveria ser feita esta reformulação, Wolney respondeu: "Sinceramente, esse tipo de crime deveria ser prisão perpétua".

Em abril, Wolney já tinha dado declaração polêmica sobre a execução de dois homens em Acari, flagrada em vídeo após a morte da menina Maria Eduarda.

Ao jornal "O Dia", ele disse que não concordava com o crime, mas que entendia. "É humanamente compreensível baseado no estresse que esses policiais vivem".

No Rio, 89 foram policiais militares mortos neste ano. O número já é maior do que os 77 do ano passado. Na média, um PM é morto a cada dois dias.

"Esta perda se elevou nos últimos dois anos e nós temos quase 2 mil policiais militares a menos por ano. Hoje, não tenho reposição. Em razão da crise financeira, não podemos incrporar policiais militares. A cada dia, temos menos policiais nas ruas", afirmou Wolney.

Recompensa de R$ 5 mil

Também nesta quinta-feira, a PM divulgou em seu twitter uma recompensa de R$ 5 mil para informações sobre assassinos de agentes. "Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceria", diz o post.

🚨Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceriapic.twitter.com/6RspkV9XDd

— July 19, 2017
Fonte: G1
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