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ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

A delegacia do 10º Distrito Policial, localizada no Bairro Antonio Bezerra, foi atacada por 12 pessoas, na noite deste domingo (23).

Mas em menos de 24 horas, três homens suspeitos de participarem desse ataque já foram presos. Francisco Anderson Sales, Ítalo Mendes e Juliano Moraes da Silva foram identificados e detidos.

Com eles, várias munições, 3 revólveres, 1 pistola, maconha e balança de precisão também foram apreendidos. Além disso, os veículos que foram usados na ação também foram resgatados.

De acordo com informações da Polícia, os homens tentavam resgatar um preso que fazia parte de uma facção criminosa e também queriam roubar armas que estavam na delegacia. Os outros suspeitos ainda estão foragidos, e a Polícia segue em busca de prendê-los.

A ação foi registrada pelas câmeras de segurança, e é possível ver a violência com que os criminosos chegam na delegacia, porém a reação dos policiais plantonistas foi imediata. Duas mulheres que aparecem nas imagens se assustam com o fato e uma delas até cai para não ser atingida por um dos tiros.

Fonte Tribuna do Ceará

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

Se um advogado, ou qualquer outra pessoa, portar uma arma para sua defesa pessoal responderá por porte ilegal de arma, no entanto, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em julgamento da Apelação Criminal o traficante de drogas ilícitas foi absolvido em sua apelação, sob a tese de que a arma era utilizada para proteção pessoal em razão do comércio de entorpecentes praticado e ao guarnecimento da atividade ilícita.

Em outras palavras pode se dizer que o bandido tem direito a portar uma arma para a sua defesa contra os outros bandidos de outras facções, pois necessita pela atividade de risco que pratica.

É no mínimo inusitado, para não dizer estranho que o Poder Judiciário considere lógica a absolvição por atipicidade o crime de porte ilegal de arma, quando for cometido em defesa do criminoso para se defender dos demais criminosos.

Pergunta-se:. Como fica a defesa do cidadão de bem, que não tem direito a porte de arma para se defender dos criminosos que o Estado não consegue colocar na cadeia.

Para conhecimento do mundo jurídico e da população em geral é que o Portal Justiça dar propulsão a divulgação do Acórdão, conforme segue:

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

A norma, lembrou o comandante, abrange quem está na inatividade, mas presta serviço à Marinha. A punição vai da repreensão, passando pela prisão e chegando à demissão do inativo.

A turbulência política, com o presidente Temer envolvido em denúncias de corrupção, motivou muitos militares a protestarem nas redes sociais — um fenômeno que, segundo fontes da caserna ouvidas pelo DIA, não aconteceu durante a derrocada da presidente Dilma Rousseff, no ano passado.

O movimento do comandante da Marinha — considerado de perfil discreto — divide especialistas. A advogada Livia Figueiredo, que encontrou um envelope perdido em um ônibus que continha documentos na qual a mensagem estava reproduzida, classificou a atitude do oficial como a implantação de uma ‘Lei da Mordaça’. “É o Temer querendo calar a boca de todo mundo”, afirmou.

Livia protocolou pedido de apuração no Ministério Público Federal. Mas, segundo o órgão, a representação foi arquivada porque não havia elementos que comprovassem a denúncia. A advogada tem até o dia 2 de agosto para recorrer. “Farei isso, sem dúvida”, anunciou.

Flávio Milhomem, professor de Direito Penal e Direito Penal Militar e promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios sustenta que o direito à liberdade de expressão não é absoluto e admite ponderações. “O presidente da República é autoridade suprema, sob cuja autoridade se encontram as Forças Armadas, organizadas com base na hierarquia e na disciplina. Eventuais críticas a resolução do governo, ou atos diretos do presidente da República, podem encontrar adequação típica no referido artigo 166 do CPM, gerando responsabilidades penais e administrativas ao militar por elas responsável”, sustentou.

Em nota sobre a determinação do Comando, a Marinha foi taxativa: “Ressalta-se que a Marinha do Brasil é uma instituição nacional, permanente e apartidária que age em absoluta conformidade com a Constituição, não cabendo a esta Instituição apresentar juízo de valor em relação a assuntos de natureza política”.

Militar de volta ao poder só se ‘fosse eleito pelo povo’, diz general

A volta dos militares ao poder é pedida por setores da população e defendida por muitos integrantes das Forças Armadas que já foram para a reserva. A hipótese é rejeitada pelo 1º vice-presidente do Clube Militar, general de divisão Clóvis Purper Bandeira. “Não cabe aos militares voltarem ao regime do exercício do poder político. Só se o representante da Força passasse pela candidatura a que se submete qualquer cidadão e fosse eleito pelo povo”, afirmou.

O general disse acreditar que as manifestações nas redes sociais não têm grande participação dos militares que estão na ativa. “Isso acontece muito com aqueles que estão na inatividade. Mas quem ainda presta serviço à Força está submetido ao Regime Disciplinar Militar”, explicou o general.

Em nota oficial, a Marinha enfatizou a ordem: “O comandante da Marinha recomendou aos titulares de Organizações Militares que orientassem os militares da ativa e os inativos que permanecem atuando por Tarefa por Tempo Certo o respeito ao regramento contido no item 2 do artigo 7º do Regulamento Disciplinar para a Marinha (RDM), segundo o qual constitui contravenção disciplinar ‘censurar atos de superior’”. O presidente da República, segundo reza a Constitução, ‘exerce o comando supremo das Forças Armadas’.

O general Bandeira sustenta que a mesma obrigação tem os militares que servem ao Exército e a Aeronáutica. “Não soube de outras mensagens. Mas há regulamento semelhante nas outras Forças.

Fonte O Dia

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

A polícia também está investigando a morte de uma mulher no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, do Rio. Marcilene Soares Gama era acusada de aplicar silicone industrial nas pacientes. O corpo foi encontrado em um terreno baldio, no sábado (22). A vítima estava apenas com as roupas íntimas e não tinha documentos.

No Instituto Médico Legal (IML), a Polícia Civil chegou à identificação: Marcilene Soares Gama, de 49 anos. Os peritos já descobriram que ela levou um tiro na cabeça.

Marcilene tinha sido presa em 2013 por policiais da 34ª DP (Bangu). Ela respondia em liberdade por ter aplicado silicone industrial nos bumbuns de mulheres. As vítimas tiveram várias lesões no corpo.

A polícia tenta agora entender em que circunstâncias Marcilene morreu. Os investigadores da Divisão de Homicídios (DH) procuram testemunhas e imagens de câmeras de segurança para descobrir quem são os assassinos e qual foi o motivo do crime.

Veja o Vídeo

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

O Batalhão de Operações com Cães (Bac) da Polícia Militar realiza na manhã desta segunda-feira (24) uma operação no Vidigal, no Leblon, na Zona Sul do Rio. A operação acontece pouco mais de 24 horas depois da morte de mais um policial no Rio de Janeiro: o sargento Hudson Silva de Araújo participava de um patrulhamento quando foi atingido na madrugada de domingo (23).

Até as 10h desta segunda-feira, ainda não havia informações sobre apreensões e prisões. Horas depois da morte do sargento Hudson, a Polícia Militar deu início a uma operação no Vidigal. Foram deslocados para a comunidade equipes do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Segundo informações da corporação, o PM foi socorrido por colegas da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e levado ao Hospital Miguel Couto, mas ele não resistiu ao ferimento e morreu. O sargento é o 91º PM morto no Rio em 2017. No Rio de Janeiro, a média chega a um policial morto a cada 54 horas no estado.

Fonte: G1
ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

O sargento Hudson Silva Araújo, de 46 anos, estava sozinho quando foi baleado no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio. Ele foi o 91º PM morto em 2017.

O Bom Dia Rio teve acesso ao rádio da PM em que um colega de Hudson repassa a informação. "Confirmou: policial baleado, policial baleado, comandante. E sozinho, comandante, sozinho. Tem ninguém lá".

Aos 46 anos ele queria se aposentar daqui a três. O sargento foi levado ao Hospital Miguel Couto, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

No domingo, a PM fez uma operação na comunidade mas não encontrou os suspeitos.

Além da mobilização da PM, a Divisão de Homicídios da Polícia Civil também investiga o caso. O número de militares direcionados para a operação não é divulgado pela PM por uma questão estratégica.

O sargendo Hudson Silva de Araújo patrulhava uma das principais vias da comunidade quando foi baleado na troca de tiros. O PM chegou a ser socorrido por outros policiais para o Hospital Miguel Couto, que também fica no Leblon, foi operado às pressas, mas morreu na mesa de cirurgia.

A Coordenação de Polícia Pacificadora comunicou que Hudson era supervisor de equipes na UPP Vidigal e completaria 15 anos na corporação em setembro deste ano. O PM era casado e deixa duas filhas. Por enquanto, o corpo do policial continua no Miguel Couto e, mais tarde, ainda nesta manhã, será encaminhado ao Instituto Médico Legal.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017

Segundo os investigadores, o empresário Jacob Barata Filho estava com a ordem judicial para quebra do sigilo bancário dele e de outras dez pessoas, quando foi preso no Aeroporto do Galeão tentando embarcar para Portugal. Em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, o delegado da Polícia Federal Antônio Beaubrun diz que a ordem judicial não poderia estar com o empresário. Ele é acusado de fazer parte de uma organização criminosa que movimentou R$ 260 milhões, num esquema para corromper agentes públicos e garantir contratos milionários com o governo do Rio de Janeiro.
Veja o Vídeo

Fonte: G1 

ao AMILCAR LANDIOSE 24 jul, 2017
A Polícia Militar do Distrito Federal encontrou, nesse sábado (22/7), um galpão, no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), que estava sendo usado para guardar uma grande quantidade de carga roubada. No local, a equipe da Patrulha Tático Móvel (Patamo) encontrou um caminhão roubado em Uruaçu (GO), cerca de 270 km distante de Brasília.
 
Segundo a corporação, o veículo foi roubado na noite de sexta-feira (21/7). Nele, havia mais de 500 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, além de um aparelho que bloqueia o rastreador do caminhão, ferramentas e roupas roubadas.
O local funcionava como uma central de distribuição de cargas roubadas. Nas imagens, feitas pela PMDF, é possível ver a mercadoria. O valor dos produtos pode chegar a R$ 5 milhões. As investigações são da Delegacia de Roubo de Cargas (Decar) do Estado de Goiás em apoio com a Polícia Civil do DF. A polícia procura os suspeitos dos roubos.

Fonte: Correio Braziliense
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