Debate sobre denúncia contra Temer deve dominar pauta da semana na Câmara

  • ao AMILCAR LANDIOSE
  • 03 jul, 2017

Desde a denúncia, trabalhos tiveram ritmo reduzido. No Senado, Roberto Rocha, relator da indicação de Raquel Dodge ao cargo de procuradora-geral da República, poderá apresentar parecer.

co na Câmara dos Deputados nesta semana será para discutir a tramitação e definir a relatoria da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, por corrupção. Também há a possibilidade de que os advogados do presidente enviem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a manifestação da defesa.

A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou acusação formal contra Temer na semana passada com base na delação da JBS. O presidente se diz inocente e afirma que a denúncia é baseada em “ilações”.

No Senado, o senador Roberto Rocha (PSB-MA), relator da indicação de Raquel Dodge ao cargo de procuradora-geral da República, para substituir Rodrigo Janot em setembro, poderá apresentar o seu parecer. Para ter o nome confirmado, ela precisará do aval dos senadores.

No plenário, os senadores devem analisar um requerimento para acelerar a tramitação da reforma trabalhista no plenário, mas a votação do texto deve ficar só para a semana que vem.

Também deverá ser definido o substituto do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na liderança do PMDB no Senado. O favorito da bancada para o posto é Raimundo Lira (PMDB-PB).

O presidente Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto na última quinta (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Denúncia

Michel Temer foi notificado oficialmente pela Câmara sobre a denúncia na quinta-feira (29). A partir daí, foi aberto o prazo de dez sessões do plenário para que ele envie sua defesa. Após a apresentação, a CCJ terá cinco sessões para discutir e votar o relatório.

O parecer da comissão, que poderá ser pelo arquivamento ou pelo prosseguimento da denúncia, segue para o plenário. Para ser aprovado, precisará de ao menos 342 votos dos 513 deputados. Se a Câmara autorizar a denúncia, caberá ao Supremo analisar a acusação contra Temer para decidir se ele vira ou não réu.

ESPECIAL G1:  TEMER NA MIRA DA JUSTIÇA

O presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), informou na semana passada que escolheria até esta terça (4) o nome de quem irá relatar a denúncia.

Pacheco tem evitado falar sobre quem pode ser o possível escolhido e se limita apenas a responder que será um nome técnico, com “relativa independência” e, preferencialmente, alguém que também seja advogado.

Também nesta terça, segundo o Blog da Andreia Sadi, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deverá se reunir com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para tratar do rito da denúncia. O objetivo é evitar questionamentos do STF durante o processo.

Plenário

No plenário da Câmara, entre os itens que podem ser apreciados, está um projeto de lei que disciplina a atividade de "lobby" e a atuação de grupos que representam interesses de pessoas e empresas diante de órgãos do poder público.

O texto especifica que a atividade será orientações pelos princípios da "legalidade, ética, transparência e da garantia de acesso às dependÊncias dos órgãos e às autoridades públicas".

Na justificativa do projeto, o autor da matéria, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), explica que, "para muitos, o 'lobby' é da essência da democracia, possibilitando que, com transparência, os grupos de pressão e de interesse possam atuar organizadamente, e que, com menores custos, todos os setores da sociedade possam fazer uso de estruturas profissionais destinadas a levar suas opiniões e posicionamentos aos Congressistas".

Deputados reunidos no plenário da Câmara, durante sessão na última semana (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Senado

O projeto que altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) continuará a dominar os debates no Senado nesta semana. Nesta terça, um pedido de urgência para a proposta será votado no plenário da Casa.

Se o requerimento for aprovado, o projeto poderá ser votado na quinta-feira (6). No entanto, tradicionalmente, às quintas-feiras, a presença de senadores é baixa no plenário, o que poderá adiar a votação para a próxima semana.

Aprovada em abril na Câmara dos Deputados, a reforma trabalhista já passou por três comissões do Senado, sendo que, em uma delas, foi rejeitada.

Para conseguir apoio de senadores, o Palácio do Planalto se comprometeu a ceder em vários pontos da reforma. As mudanças deverão ser feitas por meio de medida provisória a ser editada pelo presidente Michel Temer.

O compromisso passa pela estratégia governista de aprovar a reforma no Senado sem fazer mudanças ao texto da Câmara, evitando a volta da proposta para reexame dos deputados.

Aliados de Temer querem que as novas regras entrem em vigor rapidamente para sinalizar ao mercado que o governo tem condições de superar as crises política e econômica.

Por outro lado, senadores da oposição, contrários à reforma, apostam no agravamento da situação de Michel Temer no Palácio do Planalto para derrubar o projeto e prometem obstruir a votação no Senado. Eles também criticam o fato de o Senado não fazer mudanças ao texto.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Liderança do PMDB

Outro tema que deve movimentar esta semana é a escolha do sucessor de Renan Calheiros (PMDB-AL) na liderança do partido no Senado.

Renan deixou a função na semana passada após fazer duras críticas ao presidente Michel Temer e às reformas trabalhista e previdenciária.

Raimundo Lira (PMDB-PB), que presidiu a comissão especial que analisou o impeachment de Dilma Rousseff no Senado, está entre os cotados para assumir a função.

A subprocuradora da República Raquel Dodge, indicada por Temer para suceder Janot (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

PGR

Nesta semana, o relator da indicação de Raquel Dodge à PGR, Roberto Rocha, deve apresentar parecer em que dirá se a escolhida por Temer cumpre os requisitos para substituir Janot.

O documento deverá ser lido na CCJ nesta quarta (5). A sabatina da candidata pelo colegiado e a votação no plenário ficarão para a próxima semana.

O Palácio do Planalto e parlamentares governistas querem que a indicação seja aprovada pela Casa antes do recesso, cujo início está previsto para o dia 18 de julho.

Aécio

Depois de ter seu afastamento derrubado pelo ministro Marco Aurélio Mello, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve voltar às atividades parlamentares nesta semana.

Ele estava afastado desde o dia 18 de maio, após a divulgação das delações dos donos e executivos da JBS.

O Ministério Público Federal acusa Aécio de ter solicitado e recebido do empresário Joesley Batista R$ 2 milhões para pagar advogados. Em troca, o tucano atuaria em favor da empresa no Congresso Nacional.

Já nesta semana, a bancada do PSDB deve se reunir para debater se Aécio reassume a presidência do partido, função da qual se licenciou após a decisão de Fachin. Tasso Jereissati (PSDB-CE) está como presidente interino da legenda desde então.

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ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O estigma de sexo frágil não conspirou contra a capacidade física e psicológica da sargento V. Carvalho, de 32 anos, durante os 47 dias do curso do Choque, um dos mais 'puxados' na carreira militar. Ela foi a primeira mulher da Polícia Militar de Roraima a concluir a especialização e brinca ao falar sobre o período em que esteve com outros policiais no decorrer das atividades:

"Não pedi para sair", sargento V. Carvalho, PM de Roraima

Esta foi a primira vez que a PM de Roraima ofereceu o curso do Choque dentro da corporação. Dos 84 inscritos ao grupo de elite, quatro eram mulheres. Duas desistiram no primeiro dia, outra no decorrer das atividades e somente a sargento, que até raspou os cabelos durante o treinamento, concluiu o curso.

Nesta quinta-feira (20), os 42 'choqueanos', como são chamados os aprovados, participam da formatura de conclusão do curso no Parque Anauá, zona Leste de Boa Vista.

O curso do Choque prepara policiais para atuarem em situações extremas de conflitos como reintegrações de posse, manifestações com atos de vandalismo e controles em presídios.

A sargento, que é formada em psicologia e mãe de dois filhos, relata que inúmeras vezes os alunos são colocados em circunstâncias extremas de cansaço e fadiga. Além disso, o treinamento 'puxado', segundo ela, não privilegia gêneros.

“Não vim para um curso desse porte sendo mulher na expectativa de ser 'bem-vinda'. Não é assim. Você vem sabendo que encontrará resistência em razão do porte físico feminino, questões orgânicas e fisiológicas. É um curso voltado para homens. Mulher não é bem-vinda, porém não é proibida de participar”, acentua, respondendo que não teve ‘privilégios de nada’.

Durante o treinamento, a sargento decidiu raspar a cabeça. Embora se desfazer do próprio cabelo tenha mexido com a vaidade e a emoção, a policial garante não ter sido obrigada. Ela diz que escolheu fazer isso por entender que o treinamento exigia dedicação total.

“Não é algo que você é obrigada, mas existem questões que influenciam para que você corte. Não há como dizer que não é doloroso. O mais difícil foi tomar essa decisão de cortar, depois, a adaptação foi tranquila, até porque eu estava mergulhada naquele universo e todos que estavam ao meu redor tinham a cabeça raspada", disse.


ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O Acre gasta R$ 228,3 mil por mês com tornozeleiras eletrônicas no sistema prisional, de acordo com dados do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-AC) passados ao G1 na terça-feira (18). O órgão contabiliza um total de 822 presos que cumprem pena por meio do monitoramento nas cidades acreanas.

O custo de cada equipamento é de R$ 9,29 por dia – que totaliza em torno de R$ 277,80 mensalmente. Atualmente, segundo o instituto, não existe fila de espera para o recebimento da tornozeleira, restando ainda 30 em estoque. Mesmo assim, ainda este ano, existe a previsão de aquisição de mais 300 aparelhos.

O coordenador do monitoramento eletrônico do Iapen-AC, Marcelo Lopes, explicou que a manutenção é feita mediante o surgimento da demanda. “O período varia muito, porque tem delas [tornozeleiras] que dão problemas e outras não, mas normalmente são coisas mínimas e os agentes são habilitados para resolver”, disse.

As tornozeleiras funcionam com um GPS que emite sinal para uma central, que acompanha o deslocamento de cada preso. Lopes afirmou, em maio deste ano, que o sistema cobre as cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Sena Madureira e Tarauacá, cidades com presídios. Bujari, Senador Guiomard e Capixaba, pela proximidade, também são alcançadas.

Além do monitoramento na central, existem ainda as visitas presenciais, realizadas diariamente. “Fazemos o acompanhamento das cartas de emprego dos presos, manutenções, além de qualquer situação que possa fugir da rotina da unidade, que pareça uma violação. A equipe faz o deslocamento para fazer cumprir as decisões judiciais”, finalizou.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

O laço de amizade construído enquanto eram parceiros na Brigada Militar e a preocupação com o animal, fizeram com que Kelly Thimoteo, de 30 anos, pedisse a adoção do cavalo Nanquin, que pertence ao governo do Rio Grande do Sul e deve ser leiloado. Ela deixou a corporação, onde trabalhava com o animal, há sete anos.

"Ele foi meu companheiro de patrulha e ajudei até a escolher o nome dele", conta a ex-policial militar, que hoje trabalha como advogada no município de Passo Fundo, Região Norte do estado.

Ela tenta conseguir a tutela do animal, que tem aproximadamente 12 anos, desde que deixou a Brigada Militar, mas diz que seus requerimentos não foram respondidos. Segundo Kelly, Nanquin não é utilizado pela corporação há dois anos e está na fazenda da BM, em Passo Fundo.

O G1 fez contato com a comunicação da BM e aguarda o posicionamento por meio de nota oficial.

Quando ficou sabendo que o governo estadual iria se desfazer de 60% dos cavalos usados no policiamento montado no Rio Grande do Sul, resolveu procurar pelo velho amigo.

"Quando encontrei com ele, percebi que a alimentação que estava recebendo não era suficiente, porque ele estava bastante magro", lembra.

Há menos de duas semanas, uma petição online foi criada para conseguir apoiadores que se solidarizassem com a história. Neste período, mais de 18 mil pessoas registraram seus nomes no abaixo-assinado, que visa pressionar o governo do estado para repassar Nanquin à antiga parceira.

Kelly se diz surpresa pela repercussão do caso e garante estar muito feliz com o apoio de pessoas que sequer lhe conhecem e ficaram comovidas com a amizade entre os dois.

"Estou surpresa e bastante emocionada, porque as pessoas estão demonstrando apoio na minha luta. As pessoas querem uma destinação boa para os animais. O Nanquim é um símbolo dessa luta", afirma, ao lembrar que também está preocupada com o destino que será dado aos outros cavalos que serão leiloadas pelo estado.

Até o momento sem respostas sobre a adoção, Kelly aguarda então pelo leilão para tentar comprar o velho amigo, de quem guarda boas lembranças.

"Ele é diferente dos outros. A maioria dos cavalos costuma ser medroso, mas ele é valente, curioso. Tinha até um grito que eu fazia quando chegava e ele respondia relinchando", recorda.
Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil de Alagoas informou nesta quarta-feira (19) que prendeu integrantes de uma facção criminosa em Maceió. Segundo as investigações, o grupo tinha o objetivo de praticar uma chacina contra membros de uma outra facção.

De acordo com a polícia, os suspeitos foram presos na última segunda (17), dia em que a chacina estava prevista para acontecer.

Eles foram identificados como Felipe Matheus Pereira Correia, o “Irmão Teteu”; Cristiam Pedro dos Santos, conhecido como “Irmão Sukito” ou “Neguinho”; Lucas Wanderlei Santos, chamado de “Irmão Ureia”; além de Eduardo Rafael Calisto da Silva, o “Irmão Toi”.

A Polícia Civil acredita que todos estão envolvidos com tráfico de drogas, roubos e homicídios.

Segundo a polícia, os suspeitos queriam cometer os assassinatos com o apoio de um carro roubado. O “Irmão Sukito”foi baleado pelo grupo rival. O restante do grupo foi preso momentos depois disso.

Com eles, foram apreendidos o veículo roubado; duas pistolas, sendo uma 9mm com dois carregadores e uma 380; 21 munições; além de um tablete de maconha com cerca de 2 quilos.

Os presos e o material apreendido foram levados para a sede da Deic, no bairro Santa Amélia, onde foram realizados os procedimentos legais. A polícia afirma que as investigações prosseguem para identificar outros integrantes do grupo criminoso.

A ação contou com apoio de agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, e o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Um motorista de um caminhão, de 26 anos, foi preso na noite desta quarta-feira (19) suspeito de tráfico de drogas, em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. De acordo com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron-MT), foram encontrados 70 tabletes de pasta base de cocaína que estavam escondidos no teto do baú do veículo.

Uma denúncia anônima mobilizou policiais militares, civis e rodoviários a montarem uma ação para prender o suspeito. A denúncia dizia que um caminhão teria saído com um carregamento de drogas da região de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá e seguiria para a cidade de Campos de Júlio, a 692 km de Cuiabá.

Os policiais fizeram a abordagem do caminhão descrito, com as mesmas placas, na região de Campo Novo do Parecis. Depois de revistarem o veículo, os policiais encontraram os 70 tabletes de droga no teto do baú do caminhão. O motorista disse que entregaria a droga em Goiânia, Goiás.

O condutor, a droga e o caminhão foram levados para a Delegacia Especial de Fronteira (Defron) em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu uma mulher de 29 anos suspeita de se aproveitar da beleza e da simpatia para aplicar golpes. Entre os quase 50 casos registrados, 20 já se tornaram inquéritos por furto e estelionato. A prisão ocorreu nesta terça-feira (18) e foi divulgada nesta quarta (19). Ela chorou ao ser apresentada na delegacia.

Segundo o delegado-adjunto da 1ª DP, João de Ataliba Nogueira, a mulher tinha o costume de aplicar os golpes em salões de beleza, oficinas mecânicas, postos de gasolina, lojas de animais de estimação e até em uma clínica de cirurgia plástica. Vendedores de produtos em sites de compras também foram alvos da suposta estelionatária.

De acordo com as investigações, Larissa se apresentava às vítimas como arquiteta, e fazia uma transferência falsa ao pagar por serviços ou objetos. Para convencer os lojistas e empresários a aceitar pagamentos alternativos, a suspeita usava os dotes físicos e o charme.

"Ela sabia que a transação não seria autorizada e, por meio do charme, inventava uma história, pegava o número da conta corrente da vítima, simulava uma transferência bancária e apresentava um comprovante digital falso", explicou o delegado.

Após dois meses de investigação, a polícia a localizou em uma loja de produtos fitness, onde tentou fazer uma compra de R$ 300. O dono do local percebeu que o comprovante da transferência não havia caído na conta e negou a venda dos itens. Larissa, então, pegou os artigos e tentou fugir.

Policiais civis já monitoravam a "falsa arquiteta" há dois meses. Eles cumpriram a prisão preventiva pelos crimes de estelionato, e uma prisão em flagrante por furto.

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Policiais civis do Rio de Janeiro realizam uma operação, na manhã desta quinta-feira (20), na Baixada Fluminense, para desarticular um esquema de tráfico internacional de adolescentes. A suspeita é de que a quadrilha trazia jovens do Paraguai para exploração sexual. A ação foi batizada como operação "Coiote".

Até as 10h30, quatro pessoas tinham sido presas e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. As investigações começaram depois que uma das adolescentes fugiu do cativeiro e foi até a Delegacia de Atendimento à Mulher para pedir socorro.

Pelo menos 25 agentes estão nas ruas para cumprir os mandados de prisão. De acordo com a investigação, as adolescentes, de maioria entre 16 e 17 anos, eram aliciadas no Paraguai e trazidas para o Brasil com a promessa de que trabalhariam aqui. No entanto, ao chegarem ao país, eram mantidas em cativeiro e exploradas sexualmente.

Ainda segundo a investigação, a líder do esquema seria uma mulher, também paraguaia. Ela foi presa na manhã desta quinta na Baixada Fluminense.

Veja o Vídeo

Fonte: G1

ao AMILCAR LANDIOSE 20 jul, 2017

Já se vão três anos e os profissionais de segurança pública do estado de São Paulo estão sem reajuste, mesmo com o crescente aumento da criminalidade, mais trabalho, o governo Alckmin não se sensibiliza e continua negando reajuste sob pretexto de esta no "limite"  da Lei de responsabilidade fiscal.

Os policiais militares sob rígido regulamente disciplinar, sem poderem reivindicar, sem direito a greve ou qualquer outro movimento reivindicatório estão a deriva, segundo cabo Wilson, presidente da Associação dos cabos e soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo 100% dos policiais militares estão endividados.

Várias foram até agora as tentativas para um reajuste salarial sem efeito, lembrando que o ano de 2018 por ser ano de eleições fica, por Lei, proibido reajustar salários de servidores públicos, assim, se não houver neste ano um reajuste no final de 2018 os profissionais de segurança publica já irão somar quatro anos com salários congelados.

Veja vídeo do Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Da Redação.

Por Amílcar Landiosi Jr.

ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017
Um dos homens mais procurados de Minas Gerais foi preso pela Polícia Civil. Renato Pereira de Souza foi condenado pelo latrocínio – roubo seguido de morte – de um policial militar e de um homicídio contra um rival do tráfico de drogas. Ele estava foragido e foi encontrado no Espírito Santo. Segundo as investigações, ele mantinha conexões com criminosos de Belo Horizonte e municípios da Grande BH e tentava expandir o tráfico de drogas para o estado vizinho. Ao ser apresentado na tarde desta quarta-feira, Renato negou os fatos.
Renato já tinha cumprindo nove anos de pena por causa dos crimes. Porém, fugiu de Minas Gerais depois de receber um benefício da Justiça de saída temporária. “A partir de investigações levantadas pela Polícia Civil, apontaram que um dos mais procurados de Minas Gerais, se encontrava em Vitória, no Espirito Santo. Ele foragiu naquele estado, uma vez que tinha contra ele um mandado de condenação de 45 anos e oito meses de prisão por um homicídio e latrocínio”, explicou o delegado Eduardo Hilbert.

O latrocínio foi contra o policial militar Altemar Rogério de Campos, na época com 36 anos, no Bairro Paquetá, na Região da Pampulh. O crime aconteceu em 2005. As investigações apontaram que Renato e outros dois homens, entraram na casa da vítima. Ao ver os invasores, o policial reagiu e foi atingido por um tiro. Ele morreu na hora. “Com relação ao homicídio, ele aconteceu em Jequitinhonha. A motivação seria pela disputa do tráfico de drogas no município”, comentou o delegado.

Renato foi julgado pelos crimes e condenado. Ele ficou preso por nove anos, mas recebeu o benefício de saída temporária. Mas não voltou para a cadeia. “Assim que teve oportunidade, recebeu benefício no curso da execução penal e foragiu para o Espírito Santo. Lá, mantinha um elo com criminosos de Belo Horizonte e região metropolitana. Então, ele já tinha o interesse e demonstrava que queria expandir os negócios exclusos e ilegais daqui de Minas para aquele estado”, disse Hilbert.

Uma operação foi montada pela Polícia Civil e conseguiu prender Renato em 13 de junho. Ele estava na casa de um irmão, que à princípio, não tem participação nos crimes. Segundo o delegado, o homem não reagiu a prisão.

Durante a apresentação, Renato negou que queria expandir os crimes para o Espírito Santo e que desta vez vai cumprir a pena pelo qual foi condenado. “Tenho nada a falar não. Já paguei pelo meu erro. Já cumpri por nove anos. Estou só recapturado. O que fiz não tem como voltar atrás. Ganhei a “descida” (nome dado a saída temporária) e não voltei. Agora, vou cumprir de boa. Estava trabalhando”, disse.
Fonte: em.com.br
ao AMILCAR LANDIOSE 19 jul, 2017

O comandante-geral da Polícia Militar do Rio, Wolney Dias, afirmou nesta quarta-feira (19) que defende a prisão perpétua para assassinos de policiais. A declaração foi dada durante o enterro de um soldado morto na última segunda-feira.

"Acho que quem atenta contra vida do policial atenta contra o Estado. Isso é um ato de terrorismo. Eu defendo penas muito severas", disse ele. Questionado pela reportagem de como deveria ser feita esta reformulação, Wolney respondeu: "Sinceramente, esse tipo de crime deveria ser prisão perpétua".

Em abril, Wolney já tinha dado declaração polêmica sobre a execução de dois homens em Acari, flagrada em vídeo após a morte da menina Maria Eduarda.

Ao jornal "O Dia", ele disse que não concordava com o crime, mas que entendia. "É humanamente compreensível baseado no estresse que esses policiais vivem".

No Rio, 89 foram policiais militares mortos neste ano. O número já é maior do que os 77 do ano passado. Na média, um PM é morto a cada dois dias.

"Esta perda se elevou nos últimos dois anos e nós temos quase 2 mil policiais militares a menos por ano. Hoje, não tenho reposição. Em razão da crise financeira, não podemos incrporar policiais militares. A cada dia, temos menos policiais nas ruas", afirmou Wolney.

Recompensa de R$ 5 mil

Também nesta quinta-feira, a PM divulgou em seu twitter uma recompensa de R$ 5 mil para informações sobre assassinos de agentes. "Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceria", diz o post.

🚨Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceriapic.twitter.com/6RspkV9XDd

— July 19, 2017
Fonte: G1
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