Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Cabo do Exército será indiciado por agressão a duas PMs em São Januário

Vídeo mostra momento em que policiais são cercadas e agredidas. Cenas de violência dentro e fora de estádio no clássico Vasco e Flamengo completaram um mês.

Um cabo do Exército foi identificado pela Polícia Civil como um dos agressores de duas policiais militares, na arquibancada de São Januário, durante o clássico entre Vasco e Flamengo, que completa um mês nesta terça-feira (8). As informações são da GloboNews, que teve acesso com exclusividade ao inquérito, que está em fase final.
Segundo a 17ª DP (São Cristóvão), o torcedor foi identificado como Igor Marcelino Coelho. Ele teria dado socos e pontapés nas PMs e será indiciado por lesão corporal, desacato e por promover tumulto em eventos esportivos, crime previsto no Estatuto do Torcedor.
"Ele era um dos mais exaltados e incitava a violência e também praticava a violência contra a força policia, o que é inadmissível", afirmou o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Marcelo Ambrósio.
O Ministério Público e a Polícia Civil ainda possuem outra investigação em curso para identificar os responsáveis pelas cenas de violência dentro e fora do estádio. O inquérito também apura se há alguma ligação entre o que aconteceu no dia do jogo com a política do clube, com eleições marcadas para novembro.
"Quem esteja banido ocupe um camarote é mostra de que a relação entre organizador e torcedor banido precisa de melhores esclarecimentos", afirmou Rodrigo Terra, promotor responsável pelo caso. O estádio foi interditado por seis meses.
Morte de torcedor
Outro inquérito apurou a morte de um torcedor do Vasco, do lado de fora do estádio, em confusão após o clássico. Segundo a investigação, o tiro que matou o torcedor David Rocha Lopes, de 27 anos, partiu da arma de um policial militar.
Como antecipou o RJTV, a Divisão de Homicídios (DH) concluiu que o PM identificado como Renan Freitas agiu em legítima defesa, após ele e outros colegas serem atacados com rojões, pedaços de pau, pedras e garrafas por um grupo de vascaínos, que ainda ameaçavam os policiais.

Imagens registradas de três ângulos diferentes mostram o confronto entre policiais e os torcedores, que podem ser vistos avançando e recuando. Um homem tenta arrancar uma barra de ferro da calçada, mas não consegue e passa a tirar pedaços de concreto, que são lançados contra os PMs.
Os policiais que eram atacados pediram apoio e homens dos batalhões de São Cristóvão e de Choque seguiram para o local. Entre os PMs que foram para São Januário estava Renan, cuja viatura começa a ser atacada assim que chega à Rua Senador Alencar, inclusive com um artefato explosivo.

Em seu depoimento, o soldado Renan contou ter sido atacado com paus e pedras e que o carro foi atingido por garrafas e morteiros. Ele disse ter ordenado aos torcedores que recuassem e ouviu como resposta gritos de "Vai morrer, polícia". O policial admitiu ter feito três disparos.
"As investigações ainda não estão encerradas, os elementos probatórios coligidos até agora indicam que os policiais agiram em legítima defesa, mas outras questões precisam ser esclarecidas, como a identificação desses integrantes de torcidas que atacaram o grupo de policiais", afirmou a delegada Marcela Ortiz.
Fonte: G1

Comentários


| Mais Acessados na Última Semana |

Justiça Militar manda PM reintegrar cabo acusado de matar atriz durante blitz em Presidente Prudente

Decisão publicada nesta quarta-feira (18) atende a um pedido de tutela de urgência feito pela defesa. Marcelo Aparecido Domingos Coelho foi demitido da corporação em abril de 2015. oi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário da Justiça Militar a decisão do juiz substituto da 2ª Auditoria do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJM-SP), Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, que determina a imediata reintegração de Marcelo Aparecido Domingos Coelho aos quadros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em abril de 2015, o então cabo da PM foi demitido pela corporação, após ser acusado no processo que envolveu a morte da atriz e produtora cultural Luana Barbosa durante uma blitz policial na Avenida Joaquim Constantino, na Vila Formosa, em Presidente Prudente.
O juiz levou em consideração a absolvição que Coelho obteve na Justiça Militar, sob o argumento de “legítima defesa” e do “estrito cumprimento do dever legal”, o que, segundo o magistrado, de certa forma, contradiz c…

GENERAL QUE COMANDA A ABIN FALA EM VAZIO DE LIDERANÇAS E ELOGIA FEITOS DA DITADURA

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Temer, Sérgio Westphalen Etchegoyen, causou incômodo em parte da comunidade diplomática durante uma palestra no Instituto Rio Branco. O general sugeriu “medidas extremas” para a segurança pública, elogiou feitos dos anos de chumbo e disse que o país sofre com amoralidade e com patrulha do “politicamente correto”.
Etchegoyen começou a fala de quase duas horas contando que tinha sido soldado por 47 anos e que era por essa ótica, militar, que enxergava e
interpretava o mundo. Depois do alerta, tentou quebrar o gelo:
“Sou da arma de cavalaria e tem um problema que a ausência do meu cavalo reduz minha capacidade intelectual em uns 45, 40 por cento”, começou general da reserva que comanda, entre outros órgãos, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A plateia, majoritariamente composta por futuros diplomatas, riu discretamente.
Foi um dos poucos momentos de descontração. No restante do tempo, segundo pessoas que estiveram present…

PL 920: uma bomba atômica no funcionalismo público que Alckmin quer ver aprovado a todo custo.

O governador Geraldo Alckmin protocolou na quinta-feira, 5/10, o Projeto de Lei 920/2017, que representa uma verdadeira bomba atômica no Estado de São Paulo, sobretudo um verdadeiro ataque aos servidores estaduais e à prestação de serviços públicos. Publicado no Diário Oficial já no dia seguinte, o PL formaliza a renegociação da dívida de São Paulo com a União, ampliando o prazo de pagamento.
            Em contrapartida, o Estado se compromete a cumprir as exigências do governo federal, que impõe um verdadeiro arrocho salarial sobre os servidores públicos. Essa cruel punição aos servidores foi aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. Seu embrião foi o PLP 257, apresentado pela presidente Dilma, que depois foi maquiado pelo governo Temer e transformado na Lei Complementar federal 156/2016.
            Se o PL 920 for aprovado – e espero que não seja –, haverá um congelamento não só de salários, mas também da evolução funcional de todos os servidores estaduais, ficando suspens…

Alckmin propõe reajuste de 7% para policiais

ATENÇÃO- ATENÇÃO ESTA NOTÍCIA É DO ANO DE 2013 E ESTA CIRCULANDO NAS REDES SOCIAIS COMO SENDO ATUAL

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, o envio à Assembleia Legislativa de um projeto de lei que concede aumento salarial de 7% para os membros da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica. O reajuste também será estendido aos agentes penitenciários. Aposentados e pensionistas das quatro categorias também terão o mesmo benefício. No total, serão beneficiados 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários. O custo para o Tesouro do Estado será de R$ 983 milhões por ano. Esta é a terceira vez que o governador Alckmin concede aumento salarial acima da inflação do período. Desde o último reajuste, o índice oficial de inflação acumulada é 5,66%. Em outubro de 2011, os policiais tiveram 15% de aumento retroativo a julho de 2011. Em agosto de 2012, o aumento foi de 11%. Com a nova proposta, o reajus…

Policial civil morto em mega-assalto a empresa de valores é enterrado

Vítima foi morta a tiros durante ação dos criminosos que explodiram sede da Protege em Araçatuba (SP). Policial estava de folga. O corpo do policial civil André Luís Ferro da Silva, morto durante o mega-assalto a empresa Protege em Araçatuba (SP) nesta segunda-feira (16), foi enterrado na manhã desta terça-feira (17) em um cemitério particular da cidade. Ferro tinha 37 anos e foi baleado durante a ação. Ele foi socorrido com vida, mas morreu durante atendimento na Santa Casa. Silva era investigador e integrante do Grupo de Operações Especiais (GOE), e deixou filhos e a esposa.
O velório da vítima foi feito em um salão de uma funerária em Araçatuba e, do local, o caixão seguiu em um caminhão do Corpo de Bombeiros em cortejo com viaturas das polícias Militar e Civil até o cemitério. Segundo a Polícia Militar, o policial civil estava de folga do serviço e foi ao local para ver o que acontecia após ser chamado pelos pais, que moram perto da sede da Protege.
O grupo criminoso, cerca de 40 la…