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'Temo pela minha vida', diz suspeito que acusa deputado de homicídios

Marcos Barbosa ordenava mortes e ritos macabros, afirma Júnior Barbosa.
Sobrinho do deputado fala ainda da participação de autoridades nos crimes.


Após mais de três horas de depoimento ao delegado Denisson Albuquerque, na tarde desta quinta-feira (21), Elizeu Oliveira Barbosa Filho, conhecido como Júnior Barbosa, deu detalhes das ações criminosas praticadas, segundo ele, a mando do deputado e presidente licenciado do CRB, Marcos Barbosa (PPS). Segundo o suspeito, preso desde 31 de julho, além de execuções o grupo realizava rituais macabros dentro do Cemitério São José, no bairro do Trapiche.
Júnior Barbosa, que é suplente de vereador, chorou durante a entrevista coletiva e disse ter medo de ser assassinado. "Temo pela minha vida, pela vida dos meus filhos, da minha esposa. Cometi erros, quero pagar, mas com dignidade". O suspeito admitiu participação em pelo menos três homicídios e rituais macabros, em que pessoas que agiam a serviço do deputado colocavam nomes de inimigos políticos dele dentro da boca de cadáveres que haviam sofrido algum tipo de morte violenta.
A reportagem do G1 procurou o deputado Marcos Barbosa para que ele comentasse as acusações, mas as ligações não foram atendidas.
"Fui procurado pelo Marcos Barbosa para arrumar crânios para ele fazer ritual macabro. Eu mesmo já abri os papéis que os coveiros colocavam na boca dos defuntos. Tinha nome do Cícero Almeida, Ronaldo Lessa, Kátia Born", afirma o sobrinho do deputado.
De acordo com o suspeito, os crimes aconteceram enquanto ele era administrador do cemitério. Ele diz que assumiu o cargo comissionado dentro da prefeitura por seis vezes, todas por indicação do deputado Marcos Barbosa.
"Eu não tenho poder pra conseguir esse cargo tantas vezes. Assumi a administração do cemitério seis vezes e saí sete. Em todas foi ele [o deputado] quem me indicou".
Júnior Barbosa falou ainda sobre a morte de Edvaldo Guilherme da Silva, conhecido como “Baré Cola”, em janeiro de 2006. Para o suspeito, a ordem para assassinar Baré Cola partiu do deputado e esse homicídio culminou em outras sete mortes. "Foi queima de arquivo, um a um os que ajudaram a matá-lo foram morrendo depois disso", expõe.
Ele acusou ainda o deputado Marcos Barbosa de arquitetar a morte dele dentro do presídio. "Sei que ele tem planos para me matar. Através de um funcionário do deputado, Denilson Gomes Teixeira, o Gal, em conjunto com o pai do traficante Caetano, da Brejal. O pai do Caetano, Zé Moreno, que está preso comigo, disse que o deputado estava pagando R$ 15 mil pela minha morte, mas era pra eu morrer de pancada. To pedindo socorro", afirmou. Ao lembrar a ocasião em que foi levado para o HGE, quando se feriu dentro do presídio, ele afirmou que bateu com a própria cabeça na parede da cela para chamar atenção e evitar que fosse morto.
Ainda segundo o suspeito, tanto medo vem das informações a que ele teve acesso pelo próprio deputado de que pessoas que integram a Justiça alagoana, o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) e a Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS) compactuavam com as ações criminosas denunciadas.
"Na Justiça de Maceió imperam o poder e o dinheiro. São promotores, juízes e pessoas da segurança pública, dito assim por ele [Marcos Barbosa] em várias conversas e reuniões que tivemos", afirma Júnior Barbosa, mas sem citar nomes.
Do G1 AL

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