Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 


PolíciaBR apóia:

Recurso de ex-governadores do AP à condenação é negado pela justiça

Embargos de declaração foram impetrados por Waldez Góes e Pedro Paulo.
Segundo o Ministério Público, eles teriam desviado mais de R$ 68 milhões.


O ex-governador do Amapá Waldez Góes (PDT) e seu sucessor no cargo, Pedro Paulo Dias (PP), presos em operação da PF (Foto: Rede Globo/Reprodução)Ex-governadores do Amapá Waldez Góes (PDT)
e seu sucessor no cargo, Pedro Paulo Dias (PP)
(Foto: Rede Globo/Reprodução)
A 6º Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá rejeitou os embargos de declaração impetrados pelos ex-governadores Waldez Góes (PDT) e Pedro Paulo Dias (PP), condenados por improbidade administrativa, em junho de 2014.  Eles teriam desviado mais de R$ 68 milhões referentes a empréstimos consignados de servidores públicos, conforme denúncia do Ministério Público (MP) do Amapá. A decisão foi assinada pelo juiz Paulo Cesar do Vale, na quinta-feira (7).
O magistrado diz que não houve prova concreta de que tanto Waldez quanto Pedro Paulo tivessem dado ordens para que o dinheiro dos consignados fosse utilizado de forma ilícita. Ele destaca a não comprovação de que o recurso tenha sido apropriado pelos ex-governadores.
O juiz, porém, afirma que ficou comprovado que os condenados foram "péssimos gestores" pelo fato de "não terem tomado qualquer medida para combater algo que era notório, provocando, com suas omissões, sérios prejuízos para a imagem do estado do Amapá".
Waldez Góes e Pedro Paulo foram condenados a restituir os danos causados aos cofres públicos, além de multa equivalente a 100% do valor do prejuízo.
G1 não conseguiu entrar em contato com Pedro Paulo Dias. Em nota, a assessoria de comunicação de Waldez Góes disse que processo não foi transitado e julgado e que "a defesa entrará com os recursos cabíveis, para que a verdade dos fatos seja finalmente restabelecida e a inocência de Waldez Góes seja plenamente reconhecida".

Entenda o caso

De acordo com a denúncia, o Ministério Público Estadual constatou que os valores dos empréstimos descontados nos contra-cheques dos servidores públicos entre 2009 e 2010 não foram repassados pelo governo do Amapá aos bancos BMG, Pine, Industrial e HSBC. O dinheiro soma R$ 68.210.076,90. Com isso, muitos servidores foram cobrados pelos bancos, indevidamente.
A defesa dos ex-governadores diz que o fato aconteceu por ocasião da redução do Fundo de Participação dos Estados (FPE), recurso destinado anualmente ao Amapá. Além disso o advogado de Pedro Paulo Dias afirmou que os ex-gestores não ordenaram a suspensão do repasse desse valor aos bancos, atribuindo essa responsabilidade às secretarias de Planejamento (Seplan) e de Administração (Sead).
Do G1 AP

Comentários

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Postagens mais visitadas deste blog

Banco Santander perde mais de 20 mil clientes em dois dias, após exposição pornográfica

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais.
Não demorou muito para as paginas oficiais do Banco receberem milhares de críticas  dos próprios clientes que decidiram encerrar suas contas no banco ao todo em péssima avaliação foram mais de 22 mil e a cada hora o numero aumenta. Uma das paginas chegou a retirar as avaliações para evitar que as pessoas vissem que o banco esta com péssima qualidade.
Veja os vídeos
Fonte Folha Online

Com 1 milhão da Lei Rouanet, Santander Cultural promove exposição violando Santidade de Jesus e incentivando pedofilia.

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia. Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais. No link do site do Ministério da Cultura a seguir, você confere o processo de concessão do benefício fiscal da Lei Rouanet da grana que o Banco Santander usou para financiar a exposição, o que significa que a instituição financeira não recolheu impostos sobre esse valor: Veja aqui

Veja os vídeo sobre assunto:










Matéria atualizada em 13SET17 FOLHA DE SÃO PAULO Após protesto, mostra com temática LGBT em Porto Alegre é canc…

Tardia e justa promoção, 25 anos depois, PMs do que atuaram no Carandiru são promovidos por mérito.

Três réus pelo massacre trocaram de patente. Secretaria não explica critério. Vinte e cinco anos após o massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992, ao menos três policiais militares da ativa, réus pela chacina que resultou na morte de 111 detentos, tiveram suas últimas promoções por "merecimento".  Para trocar de patente — e consequentente ter um nível hierárquico mais alto e uma remuneração-base maior —, policiais militares podem ser promovidos por "merecimento" ou por "tempo de serviço". De acordo com o Diário Oficial do Estado de 15 de dezembro de 2016 — dois meses após serem anulados os quatro júris que condenaram 74 policiais pelo massacre —, Jair Aparecido Dias dos Santos foi promovido por merecimento de 1º sargento a subtenente. O policial é um dos 15 réus pela invasão do terceiro andar do Pavilhão 9 da Casa de Detenção. Oito presos foram mortos no andar. Um ano e meio antes, em 2015, quando a condenação ainda não havia sido revogada …