Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Polícia prende jovem suspeito da morte de duas mulheres em Goiânia

Segundo delegado, ele tem passagens por assalto e formação de quadrilha.
Força-tarefa investiga série de assassinatos semelhantes na capital.


Delegado Deusny durante coletiva de imprensa, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Delegado Deusny Aparecido disse que jovem já
tem passagens pela polícia (Foto: Sílvio Túlio/G1)
A Polícia Civil prendeu, na noite de quinta-feira (7), um suspeito de envolvimento em dois homicídios contra mulheres praticados por motociclistas neste ano em Goiânia e que são investigados por uma força-tarefa da corporação. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (8), o superintendente de Polícia Judiciária de Goiás, delegado Deusny Aparecido, não revelou quais os casos em que o homem detido teria agido nem a sua identidade, mas afirmou se tratar de um jovem que já havia cumprindo pena em Goiânia por outros crimes.
Uma força-tarefa criada na última segunda-feira (4) pela Polícia Civil está investigando a série de assassinatos cometidos contra mulheres este ano na capital. A polícia não crê na existência de um "serial killer", mas também não descarta a possibilidade.
Ainda segundo o delegado, o suspeito, que não teve a idade divulgada, estava em casa, mas o bairro onde a prisão ocorreu não foi relevado. No imóvel, foram apreendidas uma moto e vestimentas pretas, além de alguns capacetes, um deles, também de cor escura. Questionado sobre onde o jovem estaria detido, Aparecido revelou apenas que ele está em "uma das celas da capital".
De acordo com a polícia, o suspeito é ex-dentento do sistema prisional goiano e já tem uma extensa ficha criminal, com passagens pelos crimes de assalto e formação de quadrilha. Ele não é um dos envolvidos nas mortes que estava com ordem de prisão em aberto. Segundo o delegado, o pedido foi feito após a instituição da força-tarefa e acatado pela Justiça recentemente.
"Representamos pelos dois mandados de prisão após a criação da força-tarefa por acreditar que ele [o suspeito detido] tem envolvimento em dois dos casos investigados. Já o ouvimos e ele negou participação nos fatos, mas ainda é o principio da apuração e vamos ouvi-lo outras vezes", disse.
Força-tarefa
A força-tarefa da Polícia Civil investigava 18 casos ocorridos neste ano em Goiânia, mas na coletiva desta tarde o delegado descartou um dos crimes, que era uma tentativa de homicídio contra uma mulher. Entre os homicídios que continuam sendo apurados estão as mortes de 15 mulheres, a de um homem e uma tentativa de homicídio contra uma mulher.
"Sentamos junto com a investigação e concluímos que essa tentativa sequer aconteceu. Isso fez a polícia perder muito tempo e dinheiro em busca de um fato falso, prejudicando de sobremaneira nossa apuração. Agora, trabalhamos com 17 casos", destacou.
Participam do grupo de investigação 16 delegados, sendo os nove da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), três que atuam em outras delegacias e mais três do interior do estado. Além deles, 30 agentes e dez escrivães também integram o grupo.
Ana Lídia Gomes, 14, foi baleada e morta em ponto de ônibus (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Ana Lídia Gomes, 14, foi baleada e morta em ponto
de ônibus (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Série de assassinatos
O primeiro crime da série de assassinatos ocorreu em 18 de janeiro, quando Bárbara Luiza Ribeiro Costa, de 14 anos, foi executada por homens em uma motocicleta, no Setor Lorena Park, na capital. Na época, a polícia informou que eles roubaram o celular da vítima e fugiram.
A vítima mais recente foi a estudante Ana Lídia Gomes, de 14 anos, morta no último dia 2 deste mês por um motociclista em um ponto de ônibus do Setor Conjunto Morada Nova, na capital. Por causa das semelhanças dos crimes, o assassinato de Ana Lídia aumentou a desconfiança da população de que um assassino em série está agindo em Goiânia.
Segundo informações da Polícia Civil, os crimes tiveram dinâmica semelhante. Porém, de acordo com o delegado titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), Murilo Polati, as investigações apontam que as motocicletas usadas são de marcas e cilindradas diferentes, além das descrições físicas dos suspeitos não serem as mesmas.
O delegado explica que algumas das investigações indicam crimes passionais e outras apontam envolvimento das vítimas com consumo e tráfico de drogas. Entretanto, ele não dá detalhes para não comprometer os inquéritos.
Desde maio, quando surgiu a possibilidade de que exista um "serial killer" na capital, após uma mensagem de voz compartilhada pelo aplicativo de celular Whatsapp, a Polícia Civil tratava o caso como um boato. No último dia 3 deste mês, a corporação voltou a afirmar que não crê na possibilidade de que um assassino em série esteja agindo em Goiânia, mas admitiu, pela primeira vez, que não descarta a hipótese.
Do G1 GO

Comentários


| Mais Acessados na Última Semana |

Justiça Militar manda PM reintegrar cabo acusado de matar atriz durante blitz em Presidente Prudente

Decisão publicada nesta quarta-feira (18) atende a um pedido de tutela de urgência feito pela defesa. Marcelo Aparecido Domingos Coelho foi demitido da corporação em abril de 2015. oi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário da Justiça Militar a decisão do juiz substituto da 2ª Auditoria do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJM-SP), Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, que determina a imediata reintegração de Marcelo Aparecido Domingos Coelho aos quadros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em abril de 2015, o então cabo da PM foi demitido pela corporação, após ser acusado no processo que envolveu a morte da atriz e produtora cultural Luana Barbosa durante uma blitz policial na Avenida Joaquim Constantino, na Vila Formosa, em Presidente Prudente.
O juiz levou em consideração a absolvição que Coelho obteve na Justiça Militar, sob o argumento de “legítima defesa” e do “estrito cumprimento do dever legal”, o que, segundo o magistrado, de certa forma, contradiz c…

PL 920: uma bomba atômica no funcionalismo público que Alckmin quer ver aprovado a todo custo.

O governador Geraldo Alckmin protocolou na quinta-feira, 5/10, o Projeto de Lei 920/2017, que representa uma verdadeira bomba atômica no Estado de São Paulo, sobretudo um verdadeiro ataque aos servidores estaduais e à prestação de serviços públicos. Publicado no Diário Oficial já no dia seguinte, o PL formaliza a renegociação da dívida de São Paulo com a União, ampliando o prazo de pagamento.
            Em contrapartida, o Estado se compromete a cumprir as exigências do governo federal, que impõe um verdadeiro arrocho salarial sobre os servidores públicos. Essa cruel punição aos servidores foi aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. Seu embrião foi o PLP 257, apresentado pela presidente Dilma, que depois foi maquiado pelo governo Temer e transformado na Lei Complementar federal 156/2016.
            Se o PL 920 for aprovado – e espero que não seja –, haverá um congelamento não só de salários, mas também da evolução funcional de todos os servidores estaduais, ficando suspens…

GENERAL QUE COMANDA A ABIN FALA EM VAZIO DE LIDERANÇAS E ELOGIA FEITOS DA DITADURA

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Temer, Sérgio Westphalen Etchegoyen, causou incômodo em parte da comunidade diplomática durante uma palestra no Instituto Rio Branco. O general sugeriu “medidas extremas” para a segurança pública, elogiou feitos dos anos de chumbo e disse que o país sofre com amoralidade e com patrulha do “politicamente correto”.
Etchegoyen começou a fala de quase duas horas contando que tinha sido soldado por 47 anos e que era por essa ótica, militar, que enxergava e
interpretava o mundo. Depois do alerta, tentou quebrar o gelo:
“Sou da arma de cavalaria e tem um problema que a ausência do meu cavalo reduz minha capacidade intelectual em uns 45, 40 por cento”, começou general da reserva que comanda, entre outros órgãos, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A plateia, majoritariamente composta por futuros diplomatas, riu discretamente.
Foi um dos poucos momentos de descontração. No restante do tempo, segundo pessoas que estiveram present…

Alckmin propõe reajuste de 7% para policiais

ATENÇÃO- ATENÇÃO ESTA NOTÍCIA É DO ANO DE 2013 E ESTA CIRCULANDO NAS REDES SOCIAIS COMO SENDO ATUAL

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, o envio à Assembleia Legislativa de um projeto de lei que concede aumento salarial de 7% para os membros da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica. O reajuste também será estendido aos agentes penitenciários. Aposentados e pensionistas das quatro categorias também terão o mesmo benefício. No total, serão beneficiados 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários. O custo para o Tesouro do Estado será de R$ 983 milhões por ano. Esta é a terceira vez que o governador Alckmin concede aumento salarial acima da inflação do período. Desde o último reajuste, o índice oficial de inflação acumulada é 5,66%. Em outubro de 2011, os policiais tiveram 15% de aumento retroativo a julho de 2011. Em agosto de 2012, o aumento foi de 11%. Com a nova proposta, o reajus…

Policial civil morto em mega-assalto a empresa de valores é enterrado

Vítima foi morta a tiros durante ação dos criminosos que explodiram sede da Protege em Araçatuba (SP). Policial estava de folga. O corpo do policial civil André Luís Ferro da Silva, morto durante o mega-assalto a empresa Protege em Araçatuba (SP) nesta segunda-feira (16), foi enterrado na manhã desta terça-feira (17) em um cemitério particular da cidade. Ferro tinha 37 anos e foi baleado durante a ação. Ele foi socorrido com vida, mas morreu durante atendimento na Santa Casa. Silva era investigador e integrante do Grupo de Operações Especiais (GOE), e deixou filhos e a esposa.
O velório da vítima foi feito em um salão de uma funerária em Araçatuba e, do local, o caixão seguiu em um caminhão do Corpo de Bombeiros em cortejo com viaturas das polícias Militar e Civil até o cemitério. Segundo a Polícia Militar, o policial civil estava de folga do serviço e foi ao local para ver o que acontecia após ser chamado pelos pais, que moram perto da sede da Protege.
O grupo criminoso, cerca de 40 la…