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Lançamento do Livro Militares e Militância escrito pelo Prof Paulo R. Cunha da UNESP-Marília foi um sucesso!

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Pelo menos três gerações de brasileiros que viveram como adultos entre 1920 e 1988 se acostumaram a ouvir que a presença dos militares na política ou era uma salvação ou era uma perdição, dependendo do dono da voz – a favor ou contra a intervenção. Talvez, tenham, também, ouvido dos mais antigos que os bons tempos eram os da Monarquia, quando teria imperado o civilismo, quebrado com o golpe militar que, em 1889, abriu as portas para a República.
De fato, as intervenções militares no cenário político brasileiro têm apresentado sinais tanto progressistas quanto reacionários. Tomando como ponto de partida os sessenta anos anteriores ao estabelecimento do atual regime democrático – espaço de duas gerações –, registraram-se movimentos de oficiais que cobriram amplo espectro ideológico, do fascismo tupiniquim autodefinido como Integralismo ao aventureiro esquerdismo da Aliança Nacional Libertadora, do nacionalismo reformista da Chapa Azul do Clube Militar ao liberalismo conservador da Escola Superior de Guerra.
Entretanto, a experiência traumática do golpe de 1964 e do subsequente regime ditatorial vigente até 1988 contribuiu decisivamente para fixar a ideia de que no meio militar só vicejam posições políticas direitistas. É verdade que a condição de sustentáculo repressivo do Estado capitalista não deixa margem muito ampla para outros rumos, mas a realidade social é de tal maneira complexa e contraditória que sempre há a possibilidade de que das entranhas do moderno Leviatã emerjam seus antagonistas.
É esta a perspectiva do livro Militares e militância – uma relação dialeticamente conflituosa, de Paulo Ribeiro da Cunha. Mais destacado pesquisador das variantes de esquerda presentes no meio castrense nacional, o autor apresenta uma multifacetada imagem de um campo militar em que se entrecruzam temas fundamentais, como o comunismo, a democracia e a ditadura.
Em tempos de crise generalizada da ordem capitalista, é fundamental compreender como se colocam os agentes do Estado. Ao fazer a ponte entre momentos históricos do ponto de vista de setores armados não hegemônicos, mas decisivos para a definição dos rumos assumidos por graves crises políticas, Paulo Cunha oferece ao leitor material para refletir estrategicamente sobre a presença dos militares na cena política contemporânea.
Renato Luís do Couto Neto e Lemos
Instituto de História / Universidade Federal do Rio de Janeiro

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