Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 


PolíciaBR apóia:

Dois menores suspeitos de participar de morte de PM são apreendidos

Denúncia anônima levou à apreensão da dupla, na Zona Norte de SP.
César Azevedo, de 48 anos, foi morto após tentativa de roubo no sábado.


Policial da Casa Militar morto no sábado (9) (Foto: Reprodução/TV Globo)Policial da Casa Militar morto no sábado (9)
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Dois menores, um de 14 e outro de 16 anos, suspeitos de envolvimento no assassinato do policial militar César Azevedo, de 48 anos, foram apreendidos nesta segunda-feira (11), na Rua Itambé do Mato Dentro, na Vila Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP). A PM chegou até os menores por meio de denúncia anônima. 
O latrocínio (roubo seguido de morte) ocorreu no sábado (9), também na Zona Norte de São Paulo. O policial da Casa Militar integrava a equipe de segurança da primeira-dama Lu Alckmin. Segundo a SSP, ele estava de folga.
Os dois adolescentes foram encaminhados ao 72º distrito policial, na Vila Penteado, onde as apreensões foram registrados. Os menores irão cumprir medidas socioeducativas na Fundação Casa.
No sábado, outros três suspeitos, entre eles uma mulher, já tinham sido detidos. O trio estava com as motos utilizadas no assalto. Com os detidos, foram encontradas outras motos roubadas e capacetes que seriam de vítimas de assaltos anteriores.
Segundo a polícia, o cabo foi cercado por ladrões em duas motos que queriam roubar a moto do policial. Uma terceira pessoa o abordou por trás. Um dos criminosos atirou no segurança, que não estava fardado. Os investigadores não sabem se o cabo Azevedo reagiu à tentativa de assalto.
Do G1 São Paulo

Comentários

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Postagens mais visitadas deste blog

Banco Santander perde mais de 20 mil clientes em dois dias, após exposição pornográfica

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais.
Não demorou muito para as paginas oficiais do Banco receberem milhares de críticas  dos próprios clientes que decidiram encerrar suas contas no banco ao todo em péssima avaliação foram mais de 22 mil e a cada hora o numero aumenta. Uma das paginas chegou a retirar as avaliações para evitar que as pessoas vissem que o banco esta com péssima qualidade.
Veja os vídeos
Fonte Folha Online

Com 1 milhão da Lei Rouanet, Santander Cultural promove exposição violando Santidade de Jesus e incentivando pedofilia.

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia. Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais. No link do site do Ministério da Cultura a seguir, você confere o processo de concessão do benefício fiscal da Lei Rouanet da grana que o Banco Santander usou para financiar a exposição, o que significa que a instituição financeira não recolheu impostos sobre esse valor: Veja aqui

Veja os vídeo sobre assunto:










Matéria atualizada em 13SET17 FOLHA DE SÃO PAULO Após protesto, mostra com temática LGBT em Porto Alegre é canc…

Tardia e justa promoção, 25 anos depois, PMs do que atuaram no Carandiru são promovidos por mérito.

Três réus pelo massacre trocaram de patente. Secretaria não explica critério. Vinte e cinco anos após o massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992, ao menos três policiais militares da ativa, réus pela chacina que resultou na morte de 111 detentos, tiveram suas últimas promoções por "merecimento".  Para trocar de patente — e consequentente ter um nível hierárquico mais alto e uma remuneração-base maior —, policiais militares podem ser promovidos por "merecimento" ou por "tempo de serviço". De acordo com o Diário Oficial do Estado de 15 de dezembro de 2016 — dois meses após serem anulados os quatro júris que condenaram 74 policiais pelo massacre —, Jair Aparecido Dias dos Santos foi promovido por merecimento de 1º sargento a subtenente. O policial é um dos 15 réus pela invasão do terceiro andar do Pavilhão 9 da Casa de Detenção. Oito presos foram mortos no andar. Um ano e meio antes, em 2015, quando a condenação ainda não havia sido revogada …