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Casal do RS ganha ajuda, se livra de crack e recupera os 7 filhos de abrigo

Família, que há 4 anos estava destruída pela droga, conseguiu se recuperar.
Com ajuda de vizinha, a dona de casa, o marido e o sogro se reabilitaram.


Em 2010, uma família da Zona Sul de Porto Alegre estava destruída pelo crack.  A dona de casa Andreia Mello Fernandes, o artesão Francisco Vargas Fernandes e o pai de Francisco, o construtor Acir Trindade Fernandes, moravam em uma casa abandonada no bairro Hípica e tinham como única companhia o crack. Após tratamento em clínicas de reabilitação, hoje o conseguem reunir os sete filhos, como mostra reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo acima).
Na época, as crianças foram afastados do casal e levados pelo Conselho Tutelar a abrigos do estado. Em agosto de 2010, seis meses depois de a história ser contada pela RBS TV, a ajuda veio. O sonho era sair do vício, reestruturar a família e reencontrar os filhos.
As frases do passado hoje têm um outro sentido. "Há quatro anos, quando a RBS fazia a campanha Crack Nem Pensar, eu falei no final da reportagem que para um dependente químico não bastava a gente querer, que querer era pouco. Mas meu conceito mudou: só basta a gente querer", comemorou Andreia.
Andreia em abril de 2010, agosto de 2010 e agosto de 2014 (Foto: Reprodução/RBS TV)Andreia em abril de 2010, agosto de 2010 e agosto de 2014 (Foto: Reprodução/RBS TV)
O primeiro passo veio com a ajuda da arquiteta Vera Pastro, moradora do bairro. Logo depois, o pedido de ajuda começou a ser atendido. Fazendas de recuperação entraram em contato para resgatar a família. Quatro meses depois, já era possível verificar as primeiras mudanças. A esperança estava renovada.
Na sexta-feira (1), o casal, o sogro, os sete filhos e até mesmo um neto, o Miguel, reencontraram amigos e recontaram a história de superação. Em um cenário de união, comemoram o fim da fase difícil.
Relembrando a história, Francisco descobriu que não tinha amigos, já que foram pessoas próxima que lhe apresentaram as drogas. "Não eram meus amigos. Eram jogadores do time do inimigo que jogavam junto comigo", disse.
Já Acir, recuperou o bem mais precioso. "Recuperei a dignidade. Não tinha mais contato com pessoas que não eram doentes como nós. Hoje eu me sinto forte, um homem grande forte, eu converso com pessoas, é muito lindo eu conversar e ser acreditado pelas pessoas, isso me transformou de novo", contou.
Para Vera, que auxiliou a família, o sentimento é de dever cumprido. "Hoje eles têm um lar, as crianças estudando, o aconchego da casa, do avô muito carinhoso, que prepara o jantar. Ele tem um carinho muito especial. Neste momento a gente percebe que o amor é tudo", se emocionou a arquiteta.
Andreia reconhece a ajuda da mulher. "Sempre digo que quem salva uma vida ganha uma estrela no céu. A Vera salvou 10 vidas", agradeceu a dona de casa.
Já Vera reforça a importância de dar atenção a quem precisa. "Mas vale a pena, sempre vale a pena se sensibilizar com quem precisa da gente. Sempre uma mão amiga vai transformar a vida de alguém", completou.
Do G1 RS

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