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Grupo invade prédio da Secretaria da Segurança de SP, diz assessoria

Manifestantes permaneceram no edifício por dez minutos.
Comissão irá se reunir com representantes da secretaria.
Um grupo de manifestantes ligados a movimentos sociais invadiu o hall de entrada da sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, no Centro da capital paulista, na manhã desta terça-feira (14). De acordo com a assessoria de imprensa da secretaria, o grupo ocupou o local às 10h30, gritando palavras de ordem.
Os manifestantes deixaram o local poucos minutos depois ao serem informados de que a SSP receberia uma comissão para uma reunião que deve ocorrer às 16h, com a participação do secretário Fernando Grella Vieira. A manifestação foi pacífica e não houve dano ao patrimônio, segundo a pasta.
De acordo com a Polícia Militar, a manifestação reuniu cem pessoas e cerca de 30 entraram no prédio. A corporação informou que não houve invasão. O grupo pedia maior segurança na periferia, policiamento de qualidade e redução dos homicídios, ainda segundo a PM. A CET não tem informações sobre bloqueio de vias.
Segundo Gilson Garcia, que faz parte do movimento Periferia Ativa, uma das organizações presentes na manifestação, o protesto pede a conclusão das investigações de crimes com a possível participação de policiais na periferia e que famílias de vítimas da violência recebam a indenização de R$ 200 mil que é o valor pago a famílias de policiais mortos em conflito.
Garcia informou ainda que a ocupação foi pacífica, apesar de funcionários da secretaria tentarem fechar as portas. Ele disse ainda que cerca de mil pessoas participaram do protesto e 120 entidades estão representadas.
A secretaria informou que "não tolera crimes cometidos por policiais" e que, na maior parte dos casos, eles acabaram presos em ações feitas em conjunto pela Corregedoria e a pasta. De acordo com dados da secretaria, 40 policiais foram presos este ano suspeitos de envolvimento em homicídios no estado.
Do G1 São Paulo

Comentários

  1. Pois é, toda vez que vai se falar de segurança, a primeira coisa que se diz é que foram expulsos tantos policiais; que não se tolera abusos; que vai depurar; que vai cortar na carne, etc.Com esse tipo de discurso, a tropa vai ficando cada vez mais acuada, com medo de trabalhar, ja que não tem uma retaguarda. A bandidagem está sempre protegida, no entanto, os policiais não. Policial tem que ser deus, não pode cometer erros. Se cometer alguma falha, já é tratado como bandido ou como assassino; vai preso de imediato, pois é julgado antes mesmo de qualquer apuração. Os próprios superiores dão para a imprensa, toda a ficha do infeliz, até mesmo a foto. Vai para o presidio; é escoltado e algemado, com uniforme de presidiario; aí então a corporação está limpa. Toda vez que se faz isso, pensando que vai melhorar a imagem,o efeito é ao contrário. É muito dificil de se ver esse tipo de coisa em outras atividades, na PF, nas Forças Armadas, até mesmo na PC a gente não vê a chefia falar contra, pois defendem o subordinado até o fim. Hoje os GM tem muito mais apoio que os nossos PM.Cada dia mais,a tropa está desmotivada, então tanto faz a agua subir como descer. Um grande cmt que conheci e trabalhei por muitos anos, dizia que " brigar para baixo é facil;o dificil é brigar para cima", pois é o que está acontecendo hoje.

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  2. só faltava essa, pagar indenização para os familiares de bandido morto em confronto com policiais ou em disputa de ponto de trafico, sera que o povo paulista e brasileiro vai aceitar esse absurdo, além de serem mortos pelos marginais, ainda vão arcar com indenizações quando aqueles bandidos que mataram seus familiares morrerem em confronto com policiais ou em confrontos por disputa de ponto de trafico ou divida com os traficantes, se esse povo aceitar esse absurdo, ai estará comprovado que são verdadeiros otários e tem os políticos que merecem.

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