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Escola estadual adota modelo dos colégios da PM para combater criminalidade

Escola estadual adota modelo dos colégios da PM para combater criminalidade.
O assédio de traficantes aos alunos, casos de violência contra os estudantes no entorno da escola e até ameaças sofridas pelos professores fazem parte dos relatos de insegurança envolvendo a escola
Alvo de protestos contra a violência por parte de professores e alunos e de polêmicas, por conta das medidas de segurança anunciadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), que incluem a presença de policiais militares na escola e a instalação de câmeras de vigilância dentro das salas de aula, a escola estadual Raimundo Nogueira, localizada no conjunto Ajuricaba, Zona Centro-Oeste, iniciou um novo modelo disciplinar semelhante ao que ocorre nas escolas administradas pela Polícia Militar. 
O assédio de traficantes aos alunos, casos de violência contra os estudantes no entorno da escola e até ameaças sofridas pelos professores fazem parte dos relatos de insegurança envolvendo a escola. 
Por meio de parceria entre a Seduc e a Polícia Militar, foi implantado na escola o programa piloto “Educando com Segurança”, que busca incentivar a disciplina e oferecer as condições ideais para o processo de ensino-aprendizagem no ambiente escolar.
Com aval dos pais e professores, a escola passou a adotar uma cartilha com as mesmas regras dos colégios da Polícia Militar. Formação antes de entrar na sala de aula, cantar o Hino Nacional e hasteamento de bandeira, rigidez no horário de entrada e uma cobrança maior quanto à participação dos pais no dia-a-dia da escola estão entre as medidas preventivas que reforçarão o novo sistema de monitoramento por câmeras nas salas de aula, em fase de implantação pela Seduc.
Somam-se às atividades cívicas palestras de motivação e prevenção às drogas, apoio às atividades extra-classe culturais e esportivas, formação de grupo de escoteiro e de percussão (parceria com a  Escola de Samba da Alvorada) e o projeto Lan-Legal, através do qual os alunos que se destacam nos estudos ganham passe livre para ir à uma lan house parceira.
O programa está sob a coordenação do Comando de Policiamento de Área Centro-Oeste (CPA Centro-Oeste) e a 10ª Companhia Interativa Comunitária (10ª Cicom). De acordo com o comandante da 10ª Cicom,  Vinicius Almeida, que coordena o programa, o objetivo é estreitar a parceria da Polícia Militar nas escolas que enfrentam problemas com violência. 
“Se a escola precisa do reforço na segurança, buscamos fazer de forma preventiva. Com isso, estamos contribuindo para a disciplina no ambiente escolar e com vários projetos de apoio às atividades pedagógicas”, comenta Almeida, ao destacar a necessidade de colocar policiais para fazer a segurança dentro e fora da escola.
Saiba mais: debates
A implantação do programa foi discutida com os pais dos alunos e professores, com representantes da comunidade e conta com acompanhamento do Conselho Tutelar, além de ser de conhecimento do Ministério Público Estadual. O modelo é um piloto e, dependendo dos resultados, será replicado para outras escolas que precisarem de reforço na 
segurança.
Projetos pedagógicos 
Os programas que estimulam a parte pedagógica também estão sendo reforçados na escola estadual Raimundo Nogueira. É o caso do projeto Mais Educação, que acontece em parceria com o Ministério da Educação (MEC), no qual oito instrutores trabalham com as turmas aulas de reforço de matemática, além de atividades de jiu jitsu, judô, fanfarra, violão e futsal.  
Redução dos furtos na sala de aula
A diretora da escola Raimundo Nogueira, Tatiane Ayres, afirma que alunos e professores apóiam as medidas. A comunidade estudantil se queixa de assédio de traficantes, de furtos em salas de aula e até de crimes perto da escola. 
Por conta disso, são mantidos entre dois a três policiais por turno na escola, além de porteiros para controlar o fluxo de pessoas. “São medidas necessárias, porque a escola não caminha sozinha. Todas as medidas adotadas seguem os princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, conta.
Para Lucas Pinheiro, 14, aluno do 9º ano do ensino fundamental, as câmeras e as normas de disciplina são bem vindas. “A gente se sente mais seguro na escola. Tem muitos casos de furtos nas salas de aula. Isso vai inibir”, opinou.
Segundo a professora Laura Silva Lima, 38 anos, que leciona História, quando saem para o intervalo, os alunos tinham que levar a mochila nas costas, o que não será mais necessário. “O aluno vai poder sair sabendo que as coisas deles estarão resguardadas”, afirma a professora que garante não se sentir intimidada. ( A Crítica).

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