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Deputados de MS adiam votação de reajuste de salário de policiais

Projetos seriam votados em sessão da Assembleia nesta terça-feira (21).
Votação foi cancelada para que sindicatos ainda negociem com governo.
Os deputados estaduais de Mato Grosso do Sul retiraram da pauta de votação da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (21), os projetos para o reajuste salarial de cabos e soldados da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros Militar, e de investigadores e escrivães da Polícia Civil. O pedido foi feito pelas lideranças dos sindicatos de cada categoria, que estavam presentes na sessão em Campo Grande, e foi acatado pelo presidente da Assembleia, Jerson Domingos (PMDB), e pelos demais deputados.
A assessoria de imprensa da Assembleia afirmou ao G1 que a nova data para a votação dos projetos ainda não foi definida e que o objetivo do adiamento da votação é que os sindicatos tenham mais tempo para negociar os índices de reajuste com o governo do estado. A tabela de reajustes proposta pelo governador André Puccinelli (PMDB), na segunda-feira (20), seria votada nesta manhã (21) na Assembleia Legislativa.
Os investigadores e escrivães estão em greve desde a última sexta-feira (17) e os cabos e soldados da PM começaram o 'aquartelamento' às 7h30 desta terça-feira.
De acordo com a Polícia Civil, a média de boletins de ocorrências registrados diariamente caiu depois da greve, de 2,6 mil boletins para 600 ocorrências registradas. Ainda segundo a Polícia Civil, cerca de 40% das ocorrências estão sendo registradas pela internet, na Delegacia Virtual.
'Aquartelamento'
Segundo o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS/MS), Edmar Soares da Silva, cerca de 5 mil policiais militares do estado aderiram ao 'aquartelamento'.
Ele afirma que o número representa 60% dos cabos e soldados associados ao sindicato. O comandante do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, Ociel Ortiz, disse ao G1 nesta manhã, que a corporação não aderiu à greve dos policiais e que considera o 'aquartelamento' um crime.
Do G1 MS com informações da TV Morena

Comentários

  1. ééé, comandantezinho com "c" minusculo, CRIME mesmo é o que estão fazendo com esses militares que dão o sangue para a população em prol dessa sua canalhice e dessa desumanidade que o governo os trata

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  2. Tenho certeza que os Policiais Militares, Bombeiros Militares e, integrantes da Policia Civil de todos os Estados brasileiros, estão aplaudindo a decisão corajosa e, destemida do nosso irmão Policial Militar Edmar Soares da Silva, em conseguir que seus asseclas continuassem aquartelados. Quanto às declarações do Presidente da Associação dos Bombeiros Militares Ociel Ortiz, desejo que responda uma pergunta, Se ao invés de apagar fogo com agua, ele usa horinha, porque essa mijada que ele deu na entrevista apaga qualquer incêndio, espero que não sirva para desmotivar os companheiros do Mato Grosso do Sul. Consideramos Crime eleitoral, assumir publicamente o compromisso de aprovar a PEC 300 em segundo turno, levaram nossos votos e, virar as costas para todas as classes policiais do Brasil, portanto Bombeiro Ociel, boca fechada não entra mosquito, aconselho sair de sena.

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