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PolíciaBR apóia:

Após divulgação de vídeos, MP-RJ pede à polícia imagens de operações

Promotores querem que todas as gravações sejam entregues em dez dias.
Vídeos mostraram morte de traficante e auto de resistência forjado.
O Ministério Público do Rio (MP-RJ) enviou, nesta terça-feira (14), ofício à Polícia Civil solicitando, em um prazo máximo de dez dias, todas as imagens existentes de operações policiais que tenham resultado na morte ou ferimento de qualquer pessoa e em que disparos foram feitos de aeronaves, conforme mostrou o RJTV.
O documento é assinado pelo o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais,  Walter de Oliveira Santos, e o subcoordenador Fabio Mendes Muniz.
Duas dessas filmagens foram divulgadas mostrando a perseguição e morte do traficante Matemático na Favela da Coreia e uma operação policial na Favela do Rola, com cinco mortos, em que policiais aparecem forjando um auto de resistência.

O Ministério Público devolveu o inquérito que apura cinco mortes em uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em agosto de 2012 na Favela do Rola, na Zona Oeste, à Corregedoria da Polícia Civil que ficará responsável por conduzir o caso.
O inquérito feito pela 36ª DP (Santa Cruz) foram analisados pelo MP, mas o promotor de Justiça Luiz Antonio Corrêa Ayres devolveu o documento à Polícia Civil para complementar informações ausentes no documento. A Corregedoria terá 30 dias para cumprir as medidas.
Entenda o caso
No sábado (11), um vídeo exibido pelo jornal "Extra" mostrou a ação da polícia durante uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em 2012, na Favela do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste da cidade, onde policiais aparecem forjando um auto de resistência. A ação deixou cinco mortos.
No dia 7, o Fantástico exibiu imagens gravadas durante a operação que matou o traficante Márcio José Sabino Pereira, conhecido como Matemático. No vídeo, policiais aparecem 'caçando' o traficante por cerca de nove quarteirões. Um trecho de aproximadamente um quilômetro de extensão virou uma praça de guerra. Depois da caçada, o traficante foi encontrado morto.
Na ação da polícia na Favela do Rola, uma das vítimas, que estava desarmada, teve o corpo carregado para um bar onde estavam as armas e outros mortos pela operação. A Corregedoria assumiu as investigações sobre a ação. Na noite de domingo (12), a delegada emitiu um comunicado oficial sobre o caso. No texto, ela promete punir "erros e excessos".
Leia a nota na íntegra: 
"Todas as providências para apurar as circunstâncias da operação da Coordenadoria de Recursos Especiais na Favela do Rola foram tomadas tão logo tomei conhecimento do caso. A Chefia de Polícia Civil não compactua com erros nem excessos que terão punição exemplar, a partir do trabalho da Corregedoria Interna da Polícia Civil. Para dar agilidade ao caso, a Corregedoria também assumiu a investigação dos cinco homicídios provenientes de auto de resistência. Laudos periciais e depoimentos serão analisados com rigor, assim como o tipo de armamento utilizado, o socorro aos feridos e a não preservação do local do crime. A Polícia Civil tem o mesmo interesse da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que é a busca pela verdade. O papel do policial é proteger vidas e agir dentro da lei. O princípio da Polícia Civil é prender e não matar. "
Do G1 Rio

Comentários

  1. Acredito que a Corregedoria vá investigar com rigor...acredito também que Papai Noel vai me entregar pessoalmente uma Ferrari no próximo Natal.

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