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PEC 300 ressurge na Câmara Federal

Na tarde desta terça-feira (23), durante o Seminário “Uma Nova Segurança Pública para o Brasil”, o deputado federal Mendonça Prado (Democratas/SE) solicitou o apoio de diversos líderes partidários para assinar um requerimento visando à inclusão na pauta da Proposta de Emenda à Constituição n º 446/2009, que institui o piso salarial para os servidores policiais. O outro requerimento pede urgência ao PL 2791/11, que concede anistia aos policiais e bombeiros militares punidos por participar de movimentos reivindicatórios.
O deputado Ronaldo Caiado, líder do Democratas, foi o primeiro assinar os documentos. Restam as assinaturas dos deputados Sarney Filho, líder do PV; George Hilton, líder do PRB; Arlindo Chinaglia, líder do Governo na Câmara; José Humberto, líder do PHS; Aureo, líder do PRTB; Manuela D’ Ávila, líder do PCdoB; Carlos Alberto, líder PMN; Chico das Verduras, líder do PRP. 
Mendonça Prado estava acompanhado do deputado federal Major Fábio (Democratas/PB), dos representantes dos bombeiros e policiais militares do Rio de Janeiro, além de outros líderes de entidades representativas dos trabalhadores de segurança Pública do Brasil. Segundo o democrata sergipano, há um compromisso do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), com os integrantes das Forças de Segurança, que a partir do momento em que o documento for subscrito por todos os líderes da casa, a PEC 300 será imediatamente incluída na Pauta.
Por fim, Mendonça deixou claro que o apoio dos líderes partidários tem uma importância fundamental, pois já está evidente uma insatisfação generalizada de todos os policiais do País. Nesta quarta-feira (24), as atividades do Seminário “Uma Nova Segurança Pública no Brasil” continuam pela manhã, às 10hs, no auditório Freitas Nobre da Câmara Federal – Anexo IV.
(Por Vanessa Franco - Assessoria de Imprensa - Deputado Federal Mendonça Prado)



Comentários

  1. Para que ela seja votada, tempos que fazer dela um objeto de discussão na sociedade, como muitos outros assuntos são colocados (a questão do homossexualismo, a exemplo).

    Nós somos muitos e temos muita importância e, podemos fazer e acontecer o que for necessário; só depende de cada um.

    A pressão tem que ser feitos nas base de cada Estado com operação padrão, manifestações públicas, com muito uso da internet, nas redes sociais etc.

    Quando ainda fazia parte da Diretoria da ARCSPMIA, gastei um bom tempo para descobrir a maioria dos contatos de Representantes de Associações de militares e, de posse dos contatos, contactei com quase todos os representantes na tentativa de promover uma reunião com todos eles para que elaborassemos um documento "intimando" a presidência da Câmara para colocar a PEC-300, apensa à PEC-446, em votação, já que os requerimentos dos Deputados estão sendo ignorados e nossas manifestações em Brasília não surtem grandes efeitos e são muitos dispendiosos e cansativos.
    Nessa intimação deveria conter uma data definida para que os militares fizessem uma manifestação nacional simultaneamente, mas, percebi grande falta de interesse dos representantes e acabei sendo desanimado também, pois as pessoas que deveria motivar a classe eram os próprios desmotivados.
    Mas, mesmo assim, continuo defendendo essa ideia e continuo fazendo comentários nesse sentido em todos os blogs de militares, inclusive estou colocando este comentário em todos os blogs que tenho conhecimento, assim, como sempre me manifesto em qualquer correlata.
    Seria bom se todos os militares fizessem o mesmo.

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