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MPF denuncia sete envolvidos em greve da Polícia Militar

Sete envolvidos na greve da Polícia Militar (PM), entre 31 de janeiro e 10 de fevereiro de 2012, foram denunciados pelo Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA) por crimes contra a segurança nacional, Código Penal e Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).
Entre os denunciados estão Marco Prisco (PSDB), ex-soldado da PM, líder do comando grevista e atual vereador de Salvador, e Gilvan Souza Santana (PT do B), soldado e vereador em Jequié (358 km de Salvador). As acusações foram oficializadas no último dia 9 e anunciadas na tarde desta quarta-feira, 17.
Os vereadores e outros cinco envolvidos são denunciados por formação de quadrilha; controle e ameaça de passageiros de transporte público; sabotagem de instalações militares e vias de transporte; paralisação de atividades de segurança; incitação à desordem social e também participação em organização militar particular.
Além disso, o órgão acusa os denunciados de utilizarem suas famílias (mulheres e crianças) como "escudos humanos" quando os grevistas ocuparam a Assembleia Legislativa da Bahia, afrontando o ECA.
Segundo a representação do MPF-BA, as supostas práticas criminosas estariam relacionadas a interesses políticos dos integrantes do comando grevista: sete dos denunciados concorreram ao cargo  de vereador em 2012, sendo dois eleitos.
Prisco minimiza - O vereador Marco Prisco disse que até esta quarta não havia recebido nenhum comunicado oficial sobre as denúncias e que estava tranquilo. "Trata-se de uma manobra do governo petista para desgastar a minha imagem política", diz o vereador.
Prisco nega interesses políticos no movimento grevista e diz  que as denúncias apresentadas não fazem sentido. A TARDE não conseguiu localizar o vereador Gilvan Souza Santana para comentar a denúncia do MPF-BA.
Além dos vereadores, foram denunciados o cabo Jeoás dos Santos (Natal/ RN), os soldados Josafá dos Santos (F. de Santana) e Jeane de Souza (Salvador), o líder da greve dos Bombeiros no Rio de Janeiro, Benevenuto Daciolo Fonseca, e o advogado David Salomão (V. da Conquista). 
A Tarde

Comentários

  1. q todos fiquem sabendo,q esta manobrazinha do pt nao vai funcionar,pq tudo partiu da tropa e a mesma nao ira recuar,pois estamos correndo atras dos nossos direitos,pois deveres tem demais no estatuto,vamos todos unidos contra esse partido q este esta fazendo uma verdadeira ditadura nao declarada neste pais,isso e uma vergonha,quando o pt nao estava no poder,greve era legal e estava na constituicao,e vcs destruiam tudo e todos,paravam industrias,e tudo q vcs pudessem.e assim q vcs dizem q e dos trabalhadores,sera q os policiais nao sao trabalhadores,nao tem familia e filhos para sustentar? sera q nos q somos o braco do estado(brasil),nao somos seres humanos e nao temos direitos de reinvindicar melhorias,temos q viver escravizados a 188 anos,por um estatuto em q nem nossos direitos o governo nao dar,sera q seremos marionetes nas maos dos governos o tempo todo? a hora damudanca chegou,juntos somos fortes e nao se esqueca :somos uma manada de elefantes,amarrados por um fio de capim.

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  2. Quero ver o MPF-BA denunciar esses e outros atos mais terríveis cometidos pelo MST em suas manifestações, quando esses atos são cometidos pelo MST são legítimos e aceitáveis num regime democrático, mas quando levados a cabo por sua polícia são inaceitáveis e criminosos. Os militares das Forças armadas e das forças estaduais devem aceitar todo e qualquer tipo de arbitrariedades, cito um exemplo:A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 DIZ QUE NINGUÉM PODE SER PRESO SE NÃO EM RAZÃO DE LEI. O REGULAMENTO DISCIPLINAR DAS FORÇAS ARMADAS E AUXILIARES SÃO DECRETOS, LOGO NÃO PODE SER USADO PARA PRENDER NINGUÉM, mas desde a promulgação da Carta Magna atual isso vem sendo feito e o MPF em nada somou pra resolução deste problema. Ter força para agir contra cidadãos ordeiros como os Policiais é fácil, difícil é vencer a força política do gigante MST e sua representação nas mais diversas esferas do poder da República e na grande mídia. Fica meu desabafo.

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  3. como são rapidos quando é comtra a parte fraca deveria ser assim para para ajudar

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  4. Quando se trata de defender os direitos dos proficionais de segurança pública, nunca,repito, nunca vai se encontrar essa presteza e esforço. Ou seeja, os policiais e suas famílias são o tempo todo vítimas do flagrante descrumprimento da lei por parte dos governos, mas isso eles não conseguem enxergar, muito menos tomar uma atitude positiva. A situação torna-se drástica, insustentável, mas os governos quase sempre conseguem os favores da lei, em prejuízo dos policiais e suas famílias, que devem, de acordo com essa perpectiva, não se considerar cidadãos. Faço uma pergunta só: por que não é considerado o processo conflituoso em toda a sua extensão, para denunciar todos aqueles que desrespeitam a lei e devem ser equitativamente responsabilizados? Até parece que tem muita gente por aí preocupado com as famílias dos policiais. Esse entendimento tão tardio, ironicamente, chega-nos ao conhecimento justamente com a possibilidade claramente visível de surtir um efeito em absoluto contrário áquele em nome do qual querem fazer parecer estar tomando esta atitude de denúncia. Se alguém tiver conhecimento de alguma atitude efetiva e proativa - não pirotécnica - em favor do respeito à dignidade dos policiais e suas famílias por favor publiquem. Não vivemos pleno direito democrático, vivemos uma farsa mal e porcamente disfarçada.

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  5. O MPF se preocupar em denunciar os desmandos dos governos estaduais quanto à falta de estrutura das polícias e bombeiros estaduais.

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