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Governador do DF diz que foi "despreparo absurdo" a atitude do PM que matou estudante por engano

Polícia se confundiu e atirou em carro onde estavam três universitários
Para o governador Agnelo Queiroz a trapalhada da Polícia Militar, que matou um estudante por engano durante uma perseguição policial, é um "despreparo absurdo".
— Isso não mancha a imagem de uma corporação, que tem 15 mil homens na ativa, que é preparada, que tem se preparado de forma exemplar para a Copa das Confederações. Você não pode, por conta de uma atitude de uma pessoa, querer generalizar isso para uma corporação inteira, que tem muito serviço prestado à comunidade. Essa pessoa que responde por esse desprepero absurdo, que deve ser condenado com veemência.
José Chaves, de 27 anos, cursava Administração de Empresas e morreu após ser atingido, quando voltava da faculdade, na noite de quarta-feira (3). Ele deixa duas filhas e a mulher, grávida de oito meses. O veículo em que ele e outros dois amigos estavam teria sido confundido com um carro usado para cometer um crime. 

José Chaves foi atingido na cabeça, após a bala ferir de raspão a motorista Carla Pamplona. Ela disse que foi surpreendida pelo tiro.
— Eu só escutei o tiro. Quando eu vi, meu amigo caiu no meu colo. Aí eles (policiais) pararam atrás. Quando o policial me viu, já entrou em desespero e começou a falar "Meu Deus o que eu fiz, o que aconteceu?".
Michael de Oliveira Leal estava no banco traseiro e não se feriu. Ele disse que os policiais não deram sinal.
— Eles confundiram a gente e simplesmente atiraram.
O policial acusado de disparar vai responder pelos crimes de homicídio e por tentativa de homicídio, segundo o delegado Marcelo Portela, da 24ª Delegacia de Polícia. O militar vai aguardar o processo em liberdade. Ele vai passar por tratamento psicológico. O policial, que não teve o nome divulgado pela corporação, foi afastado do trabalho nas ruas durante enquanto é realizada a investigação do caso.
Do R7, com informações da TV Record Brasília

Comentários

  1. GTOPs de luto.

    Queremos externar a população do Distrito Federal nossa dor diante do lamentável acontecido envolvendo uma guarnição do GTOP e a morte de um cidadão de bem. A filosofia do serviço operacional, mais notadamente os Grupos Táticos de Operação (GTOP), é estritamente técnica e tática, sempre adstrita ao que preconiza o que há de melhor na doutrina policial de segurança pública a fim de prestar um serviço de excelência à sociedade.

    A necessidade da busca da especialização (não estilo tapa na cara), qualificação, treinamentos, estandes de tiro fariam muitos profissionais melhorarem seu desempenho nas ruas. E não basta colocar um alvo e mandar o policial atirar. É necessário treinamento de tiro, onde situações críticas são passadas ao combatente, para que seu psicológico esteja preparado para as ruas, não basta dar banho de mangueira e deixar o policial privado de comida gritando hinos e musiquinhas, já devíamos ter passado esse tempo. Milhões gastos em helicópteros e federações de tiro tem mais estrutura que a policia da Capital Federal.
    Não há mais espaço para amadorismo, temos que ser policiais profissionais e não rambos armados até os dentes com recompensas ridículas por armas apreendidas. Temos família em casa e agir no impulso só nos deixa mais distantes delas.

    Ser policial militar é isso, trabalhar eternamente no fio da navalha, um dia herói, em outro assassino frio, conforme a tendência da imprensa. Quem trabalha nas ruas sempre vai viver sobre essa linha, abuso de um lado e omissão do outro.
    Por mais que sejamos policiais de segurança pública não podemos desconsiderar que a ação do policial foi no mínimo arriscada, pois acertar um disparo em um carro em movimento é algo que deixa muitas oportunidades de erro, e quando estamos na caça amigo, temos que ter em mente que é melhor o marginal escapar do que inocentes se ferirem.
    A rotina do serviço dos policiais especialistas foca a segurança do cidadão, em primeiro lugar, e depois sua própria segurança. Não é, e nunca foi, recorrente nas ações do policiamento ostensivo tático o uso de força desnecessária, violência ou atos desmedidos que coloquem em risco a segurança de terceiros ou a do próprio policial. Por isso entendemos que o ocorrido na abordagem que culminou na morte do SRº José Chaves Alves Pereira foi um fato isolado, e trágico, decorrente de falhas nos procedimentos adotados por estas equipes altamente qualificadas.
    Cabe à justiça os devidos procedimentos apuratórios e julgamento desse evento, ela possui legitimidade para isso. Repudiamos a espetáculo midiático com pretensões de alavancar audiência com a tragédia ocorrida tanto na vida do jovem que veio a falecer quanto na do policial militar, um cidadão e pai de família.
    Nós, policiais militares especialistas, GTOPs, ROTAM e Táticos em geral estamos de luto.


    Rede Democrática
    Caserna PAPA MIKE
    GTOPs/ROTAM.

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  2. Pô , não existe espetáculo mediático nenhum. O que existiu foi um bárbarie sem tamanho. E qual é o papel da imprensa brasileira??? Noticiar em pequenas linhas um crime deste vulto?????
    Vem as desculpas das corporações, as explicações do policial pai de família, mas isto não exime o criminoso das penas pelo o ato praticado.
    Desculpe-me pela franqueza, mas, este PM deveria estar preso e isto não aconteceu. Tá tudo errado companheiros.

    ResponderExcluir
  3. Descordo com este cidadão que disse que o policial militar deveria estar preso, com certeza ele vai pagar pelo erro que cometeu, mas ele não é um criminoso! Ele é um trabalhador, profissional de segurança pública, pai de família e humano, e na condição de humano errou.

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