Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 


PolíciaBR apóia:

Capitão que ordenou abordagem a negros e pardos é afastado pela PM

Ubiratan de Carvalho Góes Beneducci comandava companhia de Campinas.
Segundo a Polícia Militar, ele realizará funções administrativas.
O capitão da Polícia Militar que assinou uma ordem de serviço para abordagem focada em "indivíduos da cor parda e negra" foi afastado das ruas em Campinas (SP). Ubiratan de Carvalho Góes Beneducci comandava a 2ª Companhia da PM na cidade e, na época da mensagem, em janeiro deste ano, a corporação classificou o episódio como "deslize de comunicação".
Segundo o setor de Comunicação da Polícia Militar, o afastamento ocorreu esta semana, mas não tem relação com a ordem de serviço. A informação da PM é que trata-se de uma "movimentação administrativa habitual" e que Beneducci realizará funções administrativas. O tenente André Pereira assumiu o comando da 2ª Companhia do 8º Batalhão de Campinas.
Em nota, a PM informou que o caso da ordem de serviço encontra em análise pela Corregedoria da Polícia Militar.
'Indivíduos de cor parda e negra'
A ordem de Beneducci pedia a intensificação do policiamento em ruas próximas ao Colégio Liceu aos sábados das 11h às 14h, no bairro Taquaral,  "focando em abordagens a transeuntes e em veículos em atitude suspeita, especialmente indivíduos de cor parda e negra com idade aparentemente de 18 a 25 anos".
Após o episódio, o setor de comunicação da PM justificou que as características citadas na ordem do comando foram baseadas em uma carta enviada por moradores da região, que descreviam um grupo que praticava roubos a residências naquelas imediações.
Do G1 Campinas e Região

Comentários

  1. É IMPORTANTE LEMBRAR-MOS ANTES DE QUALQUER COMENTÁRIO QUE ESTAMOS VIVENDO EM UM PAÍS DEMOCRÁTICO ONDE TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, ESTA QUE NORTEA O COMPORTAMENTO SOCIAL E "ESCRAVISA" S FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS A SEU FIEL, CUMPRIMENT, DIGA-SE, FIEL. ENTÃO, AO ENTENDER DESTE SIGNATÁRIO O COMPORTAMENTO DO EMINENTE CAPITAL FOI ALÉM DE MUITO....INFELIZ, SEM SOMBRA DE DÚVIDAS, RACISTA. MESMO QUE TENHA RECEBIDO A DITA CARTA DOS MORADORES, A TRADUÇÃO ENQUANTO ESPECIALISTA DE POLICIA JAMAIS PODERIA SEQUER SE APROXIMAR DO TESTO QUE ORA LEMOS.EM A PM TENTAR ACOBERTAR SUA CONDUTA ESFRAQUECE E MUITO O CONCEITO PERANTE A SOCIEDADE PAULISTA
    GRAT,
    LUIS

    ResponderExcluir
  2. Para quem não sabe...
    Ele apenas, foi ocupar uma posição de Coordenador Operacional (Função de Maj), como poder sobre todas as Companhias Operacionais.
    Não se iludam!
    Além do mais, não vejo irregularidades no serviço que seria executado, apenas um documento mal escrito.

    ResponderExcluir
  3. DEVERIA SER EXPULSO PARA SERVIR DE EXEMPLO !! RACISMO OU PRECONCEITO, NÃO É ADMISSÍVEL NUMA INSTITUIÇÃO QUE SE DIZ LEGALISTA, AINDA MAIS, QUANDO É PRATICADO POR UM OFICIAL !!

    ResponderExcluir
  4. que apostar que logo ele sera promovido a Major, é puro cooperativismo, se é praça já estava no olho da rua, acorda BRASIL, acaba logo com esse militarismo nas PM do BRASIL, isso vai de mau a pior.

    ResponderExcluir
  5. Francamente não vislumbro racismo ou preconceito na ordem emanada pelo capitão. Ora, se nos registros das ocorrencias as vitimas e testemunhas relatam que os autores são pessoas negras e/ou pardas, em grupos de 3 a 5 individuos, não poderia o comandante citar outras caracteristicas. Assim como foi sobre as etnias negras e pardas, poderia ser de loiros, amarelos, etc, se essas fossem destaques nas ocorrencias policiais, figurando como autores.

    ResponderExcluir
  6. braulio veloso castro6 de abril de 2013 08:32

    o maior cego é aquele que não quer ver, a onde esta o racismo ou preconceito racial nesta ordem! |Ele especificou um grupo que era ou é composto de negros e pardos que praticava assaltos na região.Se for desta maneira toda guarnição ao chegar em local de crime comete crime de racismo quando qualifica criminosos " elemento de cor negra ou parda, calça jeans, camisa branca etc. O que aconteceu foi que ele escreveu mal, ou não leu o que alguem escreveu para ele.

    ResponderExcluir
  7. Não acredito que tenha sido intencional, quando nascemos o nosso tipo de cor é descrito e colocado em nossa certidão, a minha por exemplo é parda, não vejo mal algum, se os assaltantes tinham esta característica, já que todos estão condenando-o, me digam o que é que deveria ser usado, qual a palavra e característica e descrição do grupo de assaltantes que o senhores usariam para dar uma ordem de abordagem sem parecer descriminação?

    ResponderExcluir
  8. A sociedade nao precisa em se preocupar em "acabar com a PM", alguns "travestidos" de PM ja estão fazendo isso.
    Paulo Rubens PMRJ

    ResponderExcluir
  9. Entao como serão emitidas as próximas ordens para abordagens a suspeitos?
    Que tipo de informações poderao ser veiculadas?
    Ou grupos minoritários nao poderao ser abordados sob o pretexto de que se trata de racismo?
    Muita cautela nessa hora.
    Paulo Rubens PMRJ

    ResponderExcluir
  10. UMA ORDEM DE SERVIÇO MAIS DO QUE NORMAL: SÓ NÃO ENTENDE QUEM NÃO QUER. NÃO HOUVE NENHUM RACISMO OU COISA DO TIPO. ELE TÃO SOMENTE ESCLARECEU OS TIPOS DE ELEMENTOS A SEREM ABORDADOS, NADA MAIS!ALIÁS, OS NEGROS JÁ ESTÃO COM TUDO NESTE PAÍS, SÓ FALTAVA AGORA O CAPITÃO SOFRER ALGUM TIPO DE PUNIÇÃO POR TER ASSINADO ESTA O.S. AH..ENQUANTO ME LEMBRO, OS QUE ESTÃO POR CIMA TAMBÉM, SÃO OS GAYS, LÉSBICAS, AFINS E OUTROS... QUE TRISTEZA MORAR NO BRASIL E CONVIVER COM TAMANHA HIPOCRIZIA!!!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Os comentários não representam a opinião do site PolicialBR, elas obedecem os princípios da liberdade de expressão.

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Postagens mais visitadas deste blog

Banco Santander perde mais de 20 mil clientes em dois dias, após exposição pornográfica

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais.
Não demorou muito para as paginas oficiais do Banco receberem milhares de críticas  dos próprios clientes que decidiram encerrar suas contas no banco ao todo em péssima avaliação foram mais de 22 mil e a cada hora o numero aumenta. Uma das paginas chegou a retirar as avaliações para evitar que as pessoas vissem que o banco esta com péssima qualidade.
Veja os vídeos
Fonte Folha Online

Com 1 milhão da Lei Rouanet, Santander Cultural promove exposição violando Santidade de Jesus e incentivando pedofilia.

Santander investiu quase R$ 1 milhão com Lei Rouanet em exposição que faz apologia à pedofilia. Segundo o site do Ministério da Cultura, o banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, usando os benefícios fiscais da Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu, sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade de Porto Alegre. Entre as ditas obras expostas no lugar, sob o pretexto da defesa dos direitos dos homossexuais, vê-se imagens que configuram os crimes de apologia à pedofilia e ultraje a fé cristã, como divulgada em várias páginas nas redes sociais. No link do site do Ministério da Cultura a seguir, você confere o processo de concessão do benefício fiscal da Lei Rouanet da grana que o Banco Santander usou para financiar a exposição, o que significa que a instituição financeira não recolheu impostos sobre esse valor: Veja aqui

Veja os vídeo sobre assunto:










Matéria atualizada em 13SET17 FOLHA DE SÃO PAULO Após protesto, mostra com temática LGBT em Porto Alegre é canc…

Tardia e justa promoção, 25 anos depois, PMs do que atuaram no Carandiru são promovidos por mérito.

Três réus pelo massacre trocaram de patente. Secretaria não explica critério. Vinte e cinco anos após o massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992, ao menos três policiais militares da ativa, réus pela chacina que resultou na morte de 111 detentos, tiveram suas últimas promoções por "merecimento".  Para trocar de patente — e consequentente ter um nível hierárquico mais alto e uma remuneração-base maior —, policiais militares podem ser promovidos por "merecimento" ou por "tempo de serviço". De acordo com o Diário Oficial do Estado de 15 de dezembro de 2016 — dois meses após serem anulados os quatro júris que condenaram 74 policiais pelo massacre —, Jair Aparecido Dias dos Santos foi promovido por merecimento de 1º sargento a subtenente. O policial é um dos 15 réus pela invasão do terceiro andar do Pavilhão 9 da Casa de Detenção. Oito presos foram mortos no andar. Um ano e meio antes, em 2015, quando a condenação ainda não havia sido revogada …