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Adolescente confessa ter ateado fogo em dentista, diz polícia

Agência O Globo
O menor E., de 17 anos, que fará 18 anos em junho próximo, assumiu a responsabilidade de atear fogo na dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, 46 anos, morta durante assalto no interior de São Paulo. Ele disse que jogaram álcool no corpo da vítima e passaram a ameaçá-la com o isqueiro.
Segundo a delegada Elisabete Sato, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o adolescente contou o crime com frieza, como se estivesse contando o capítulo de uma novela. Os demais envolvidos são Jonathan Cassiano Araújo, de 21 anos, que aparece nas imagens de vídeo e teria dirigido o carro usado pela quadrilha, Vitor Miguel Santos da Silva, de 24 anos, e Tiago de Jesus Pereira, de 25 anos.
Silva segue foragido e está sendo procurado pela polícia. Um segundo adolescente, de 17 anos, foi detido por ter ajudado a esconder Vitor e o outro menor de idade e está sendo investigado por participar de outros crimes praticados pelo grupo. Segundo a polícia, a quadrilha cometeu entre seis a oito crimes, a maioria assalto a consultórios odontológicos e pelo menos um roubo à residência na Zona Sul de São Paulo e em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
O menor E., que ateou o fogo, disse que estava “isquerando” Cinthya para assustá-la, mas que acabou pegando fogo mesmo. De acordo com a polícia, os bandidos ainda tentaram apagar o fogo, mas as chamas saíram do controle e os criminosos acabaram fugindo. Com Vitor Miguel a polícia encontrou uma arma, que teria sido usada no assalto. O crime ocorreu na última quinta-feira. A dentista foi morta porque só tinha R$ 30 na conta bancária, sacados por Jonatahan, flagrado pela câmera de segurança do posto de gasolina onde usou o caixa eletrônico.
A confirmação de que se tratava de Jonatahan foi feita pela própria mãe do rapaz, que esteve na delegacia depois de uma pessoa tê-la avisado de que ele aparecia nas imagens. Os suspeitos foram detidos às 3 horas de sábado por policiais do 20º Distrito Policial nas imediações da favela Santa Cruz, entre São Bernardo do Campo e Diadema. Eles estavam numa casa e não esboçaram reação. Jonathan e o menor descoloriram os cabelos para não serem reconhecidos.
O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Mauricio Souza Blazeck, disse que o crime está esclarecido. "Demos a resposta que a socidade esperava. O caso foi esclarecido", afirmou Blazeck Segundo informações da Polícia Civil, a mesma quadrilha teria praticado ao menos dois outros assaltos a consultórios odontológicos na mesma região.  "Refizemos a rota de fuga deles e procuramos testemunhas presenciais",  disse o delegado seccional de São Bernardo do Campo Waldomiro Bueno Filho, acrescentando que a quadrilha costuma utilizar uma arma prateada nas ações.
O corpo da dentista foi enterrado no Cemitério da Vila Euclides nesta sexta-feira. O velório ocorreu com o caixão lacrado. 
Bandidos se passaram por pacientes
Os criminosos entraram no consultório da dentista enquanto ela atendia uma paciente. Disseram que estavam com muita dor de dente. Ela abriu a porta, e o trio anunciou o assalto. A vítima, sem dinheiro na bolsa, entregou o cartão bancário e a senha para dois dos criminosos - o terceiro bandido continuou no consultório com a dentista. A paciente também foi rendida e encapuzada.
Ao voltar, a dupla teria reclamado que na conta bancária da dentista havia somente R$ 30. Após uma discussão, os criminosos jogaram álcool e atearam fogo na dentista, que morreu no local. Os três assaltantes fugiram no Audi A3, dirigido por um quarto comparsa, segundo testemunhas. A paciente contou à polícia que ouviu muita gritaria na recepção do consultório, e gritos da vítima apavorada. "Ela contou que os bandidos disseram que não era a primeira pessoa que tinham matado e que não teriam problema em matar mais uma", falou à TV Globo o delegado seccional de São Bernardo do Campo, Waldomiro Bueno Filho.
Solteira, a dentista morava com a família - pai, mãe e uma irmã - numa casa ao lado do consultório. A mãe ajudava a filha, marcando consultas dos pacientes. "A vida dela era o trabalho. Era uma “menina” de casa para o serviço. A vida dela se resumia na nossa", disse a mãe da dentista assassinada, Risoleide de Souza à TV Globo.

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