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Traficantes fazem ameaças a policiais pelo rádio

A provocação de traficantes do Complexo do Alemão aos policiais das UPPs da área não fica só nos muros e carros pichados com a sigla da facção criminosa que ainda atua na favela. Usando radiocomunicadores, os bandidos buscam intimidar os PMs fazendo ameaças como “Aí, ô da pista, vai tomar só na cara, só na cara”. Nesta quarta-feira, o EXTRA entrou na frequência dos bandidos com um radiotransmissor e acompanhou como os traficantes ainda usam os rádios para monitorar cada passo da polícia pelas favelas.
— Quando conseguimos entrar na frequência deles, sempre ouvimos ameaças diretas. Quando sabem que apreendemos um transmissor, não param de dizer que vamos tomar tiro — conta um PM da UPP do Alemão.
Para o comando das UPPs, as seguidas ameaças não passam de terror psicológico, já que os bandidos perderam seu arsenal bélico.
— Quanto mais eles se manifestam, maior é o desespero. Isso demonstra que as ações da polícia estão evoluindo na favela — diz o coronel Paulo Henrique Azevedo, coordenador das UPPs.
Nesta quarta-feira, a equipe do EXTRA percorreu 2,5km da Estrada do Itararé até a Estrada Velha da Pavuna e passou pela localidade da favela conhecida como Areal — de onde um dos bandidos flagrados na escuta se comunicava. É lá que, segundo policiais da UPP, se esconde Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefe do tráfico do morro.
Em todo o percurso, só uma viatura foi vista: na entrada da favela, na Rua Joaquim de Queiroz. O coronel Paulo Henrique afirma que, apesar da ausência de viaturas, a polícia tem feito incursões constantes na área à procura de bandidos. Até agora, as operações não deram resultado:
— A área é muito difícil de ser acessada pois é íngreme. Normalmente, eles conseguem visualizar nossas patrulhas. Estamos testando novas formas de acesso a pé.
Se no Alemão, os radiotransmissores ainda são usados em larga escala, na Vila Cruzeiro, o tráfico achou outra forma de se comunicar: por mensagens de celular, os torpedos. Quando perguntados sobre a frequência de rádio usada pelo tráfico, os policiais da UPP riram.
Pichações com iniciais de facção são apagadas no Alemão
— Rádio é coisa do passado. Agora, eles usam celular. A quantidade de aparelhos apreendidos vêm aumentando — explica um PM.
O uso de celulares pelo tráfico na Rocinha foi revelado pelo EXTRA na semana passada. O coordenador das UPPs, Paulo Henrique Azevedo, confirma que as apreensões cresceram na área e afirma que o uso de celulares dificulta o trabalho da polícia:
— Na Vila Cruzeiro, como a conexão é pior, ainda vemos menos celulares do que na Rocinha. Mas esse tipo de comunicação é um desafio para a PM pois dificulta a identificação exata do criminoso, afinal mensagens não são assinadas.
No Alemão, as pichações que apareceram nos muros da comunidade na última segunda-feira, quando a base da UPP na Pedra do Sapo foi atacada, foram apagadas, ontem, com tinta branca por policiais. Elas continham iniciais da facção que domina o tráfico no morro e ameaças de morte a dois policiais da unidade
Segundo o comando das UPPs, um deles vai continuar na UPP, onde é reconhecido por “já ter efetuado muitas prisões no morro”. O outro foi transferido para o 41º BPM (Irajá) há um mês por “motivos pessoais”. (Folha de Dourados).

Comentários

  1. Só o Povão não vê que essas UPPs estão afundando.
    Policiais mal preparados, regime de trabalho escravo, isso sem contar com a proibição de atuarem em determinadas áreas das favelas!
    Por que será, heim???

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