Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Policiais e bombeiros sem representatividade estão fadados a falência

Os servidores públicos militares estaduais, em sua maioria, são desprovidos de representatividade política na maioria dos estados e fadados a falência.
Para entendermos melhor um pouco sobre representação política:
“A etimologia da representação é encontrada no latim, representatio, representationis, que, segundo Laudelino Freire, significa a "ação ou efeito de representar", "ser mandatário ou procurador", "fazer vezes de", "suprir falta de", "apresentar-se no lugar de". Assim o termo representação, no âmbito contratual, associa-se à figura da substituição na manifestação de vontade. Segundo Mamuel Gonçalves Ferreira Filho a representação e definida como um vínculo entre os representantes e representados pelo qual os representantes agem em nome dos representados e devem trabalhar pelo bem dos comum e não pelo próprio. A ideia clássica de representação política é incita à de participação popular no governo, por intermédio de representantes eleitos, por meio do sufrágio universal. Representação, assim, está atrelada à ideia de democracia, de governo do povo.
Consoante José Antônio Giusti Tavares indica in "Sistemas Eleitorais nas Democracias Contemporâneas", "a representação política é uma relação entre o conjunto dos cidadãos que integram uma comunidade política nacional e os seus representantes, na qual os primeiros, enquanto comitentes e constituintes, autorizam os últimos a tomarem as decisões que obrigam em comum e universalmente a todos, nelas consentindo por antecipação e assumindo, cada um, todas as consequências normativas derivadas das decisões do corpo de representantes como se as tivesse efetiva e pessoalmente adotado, e na qual, por outro lado, cada um dos representantes se obriga a tornar efetivos, no corpo legislativo, ao mesmo tempo os valores fundamentais e comuns da ordem política e as concepções particulares acerca do interesse e do bem públicos daquele conjunto especial de constituintes que, com sua confiança, concorreram para a consecução de seu mandato.
O conceito de representação, no sentido de algumas pessoas representando as outras, é uma idéia moderna. Quando se descreve os processos de democratização ocorridos ao longo do século XIX, basicamente está se tratando da ampliação do direito do povo de eleger os representantes e membros dos órgãos do Estado a representação política é o modo de o povo, titular do poder, agir ou reagir relativamente aos governantes e o voto, ato normalmente associado com a atual democracia é, não para decidir, mas sim para eleger quem deverá decidir.”
Ocorre que muitas associações foram criadas para representarem os policiais e bombeiros do Brasil e não estão cumprindo seu papel de efetivamente representar estes profissionais que ficam a “deriva” quando estão sendo tomadas decisões no âmbito político, como salários por exemplo, é o caso do estado de São Paulo onde uma grande onda de descontentamento salarial assola os policiais e bombeiros e o governo por sua vez tomou meditas para reajustar o soldo, projeto de lei 08/2013, que esta provocando descontentamento aos policiais e bombeiros de São Paulo e as associações representativas que deveriam mobilizar seus associados para uma efetiva participação presencial ordeira e democrática junto à ALESP se fecham e se reprimem, quando muito, sua participação se da de forma singela por parte de suas diretorias em reuniões com os órgãos governamentais.
Ocorre que em uma democracia a presença a união se tornam indispensáveis por parte das categorias que pleiteiam algo junto a seus governos, é necessário a participação efetiva de todos buscando o bem comum, em uma votação de determinado assunto em uma Assembléia Legislativa o resultado com o plenário vazio certamente será diferente se ele estivesse ocupado, afinal de contas é a casa do povo e ela deve ser ocupada ordeiramente e respeitando as leis e regulamento, fica então a pergunta: Por que as Associações representativas não cumprem seu papel de esclarecer, orientar e mobilizar seus associados para participarem em plenário das decisões a serem tomadas?
Para os servidores militares estaduais não há impedimento algum em freqüentarem as Assembléias Legislativas em momentos de votações e decisões de seus interesses, é democrático e de direito, o que esta faltando é boa vontade dos que os representam e ainda cobram por isto. (Policiais e bombeiros do Brasil).

Comentários

  1. paulo Rubens PM RJ18 de março de 2013 11:10

    AMigos. Asociação que nao representa os associados nao merece esta denominação. A sugestão é o quadro representativo demitir a presidencia, ou sair em massa e procurar outra.
    Paulo Rubens PM Rio de Janeiro

    ResponderExcluir
  2. Só querem dinheiro e bajular governos e autoridades, tem de acabar com todas elas, principalmente com a Associação dos cabos e soldados da PMESP é a maior e que menos faz.

    ResponderExcluir
  3. Temos exemplos em São Paulo o Sr. Cabo WILSON na época de deputado estadual ajudou a nos ferrar ainda mais com o novo RDPM que de novo não tinha nada cópia fiel do antigo com muito mais agravantes o que era leve ficou média, media ficou grave e muitas graves se tornaram gravíssima.
    O regulamento da PM é inconstitucional e nada ele fez simplesmente assinou em baixo, cópia fiel do regulamento das Forças Armadas, que tem função diferenciada da nossa, seu objetivo amarar as mãos dos policiais para que não possa lutar pelos seus direitos que a constituição prevê.
    Policial Militar do Brasil RDPM foi feito para praças, pois “Oficial” não tem comportamento.
    Vamos lutar para o fim desse regulamento arcaico do tempo da DITADURA que impera até os dias de hoje.

    ResponderExcluir
  4. NÓS POLICIAIS NA MAIORIA SOMOS CULPADOS, POIS É MAIS FÁCIL VOTAR NO ZÉ DO BOTECO DOQUE EM UM IRMÃO DE FARDA; COM MEUS TRINTA ANOS DE SERVIÇOS PRESTADOS E SETENTA E UM DE IDADE JÁ VI MUITOS COMPANHEIROS JOGAREM SEUS VOTOS FORA AO INVÉS DE ELEGEREM GENTE NOSSA PARA DEFENDEREM NOSSOS INTERESSES( CADA UM RECEBE O QUE MERECE).

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O que é que adiante eleger gente "nossa" olha só os que estão ai...não fazem nada são só enganação - São Paulo com sua política de falso moralismo tem mais é que se ferrar mesmo.

      Excluir
  5. A VERDADE É UMA SÓ, QDO SE ESTÁ LÁ EM CIMA ENCHENDO OS BOLSOS, QUE SE DANE O RESTO, Ñ IMPORTA SE É IRMÃO DE FARDA, POIS LÁ OU ENTRA NO ESQUEMA OU VAI PRA RUA, TOMARA Q UM DIA MELHORE, POIS ESTÁ RUIM DEMAIS, Ñ TEMOS VOZ ATIVA PRA NADA, TEMOS Q COMER OQUE DÃO...

    ResponderExcluir
  6. não pense assim pessoal pois não devemos comer o que dão, temos que ter caráter e ter união vamos fazer valer os nossos direitos e nao so as obrigações nao somos burro de carga somos profissionais de segurança publica a serviço do ESTADO e nao a serviço deste bando de corrupto. Sozinho podemos lutar agora unidos podemos ganhar uma guerra, vcs me entenderam ????? desculpe pocahontas mas discordo do seu ponto de vista !!!!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Os comentários não representam a opinião do site PolicialBR, elas obedecem os princípios da liberdade de expressão.


| Mais Acessados na Última Semana |

Justiça Militar manda PM reintegrar cabo acusado de matar atriz durante blitz em Presidente Prudente

Decisão publicada nesta quarta-feira (18) atende a um pedido de tutela de urgência feito pela defesa. Marcelo Aparecido Domingos Coelho foi demitido da corporação em abril de 2015. oi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário da Justiça Militar a decisão do juiz substituto da 2ª Auditoria do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJM-SP), Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, que determina a imediata reintegração de Marcelo Aparecido Domingos Coelho aos quadros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em abril de 2015, o então cabo da PM foi demitido pela corporação, após ser acusado no processo que envolveu a morte da atriz e produtora cultural Luana Barbosa durante uma blitz policial na Avenida Joaquim Constantino, na Vila Formosa, em Presidente Prudente.
O juiz levou em consideração a absolvição que Coelho obteve na Justiça Militar, sob o argumento de “legítima defesa” e do “estrito cumprimento do dever legal”, o que, segundo o magistrado, de certa forma, contradiz c…

PL 920: uma bomba atômica no funcionalismo público que Alckmin quer ver aprovado a todo custo.

O governador Geraldo Alckmin protocolou na quinta-feira, 5/10, o Projeto de Lei 920/2017, que representa uma verdadeira bomba atômica no Estado de São Paulo, sobretudo um verdadeiro ataque aos servidores estaduais e à prestação de serviços públicos. Publicado no Diário Oficial já no dia seguinte, o PL formaliza a renegociação da dívida de São Paulo com a União, ampliando o prazo de pagamento.
            Em contrapartida, o Estado se compromete a cumprir as exigências do governo federal, que impõe um verdadeiro arrocho salarial sobre os servidores públicos. Essa cruel punição aos servidores foi aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. Seu embrião foi o PLP 257, apresentado pela presidente Dilma, que depois foi maquiado pelo governo Temer e transformado na Lei Complementar federal 156/2016.
            Se o PL 920 for aprovado – e espero que não seja –, haverá um congelamento não só de salários, mas também da evolução funcional de todos os servidores estaduais, ficando suspens…

GENERAL QUE COMANDA A ABIN FALA EM VAZIO DE LIDERANÇAS E ELOGIA FEITOS DA DITADURA

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Temer, Sérgio Westphalen Etchegoyen, causou incômodo em parte da comunidade diplomática durante uma palestra no Instituto Rio Branco. O general sugeriu “medidas extremas” para a segurança pública, elogiou feitos dos anos de chumbo e disse que o país sofre com amoralidade e com patrulha do “politicamente correto”.
Etchegoyen começou a fala de quase duas horas contando que tinha sido soldado por 47 anos e que era por essa ótica, militar, que enxergava e
interpretava o mundo. Depois do alerta, tentou quebrar o gelo:
“Sou da arma de cavalaria e tem um problema que a ausência do meu cavalo reduz minha capacidade intelectual em uns 45, 40 por cento”, começou general da reserva que comanda, entre outros órgãos, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A plateia, majoritariamente composta por futuros diplomatas, riu discretamente.
Foi um dos poucos momentos de descontração. No restante do tempo, segundo pessoas que estiveram present…

Alckmin propõe reajuste de 7% para policiais

ATENÇÃO- ATENÇÃO ESTA NOTÍCIA É DO ANO DE 2013 E ESTA CIRCULANDO NAS REDES SOCIAIS COMO SENDO ATUAL

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, o envio à Assembleia Legislativa de um projeto de lei que concede aumento salarial de 7% para os membros da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica. O reajuste também será estendido aos agentes penitenciários. Aposentados e pensionistas das quatro categorias também terão o mesmo benefício. No total, serão beneficiados 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários. O custo para o Tesouro do Estado será de R$ 983 milhões por ano. Esta é a terceira vez que o governador Alckmin concede aumento salarial acima da inflação do período. Desde o último reajuste, o índice oficial de inflação acumulada é 5,66%. Em outubro de 2011, os policiais tiveram 15% de aumento retroativo a julho de 2011. Em agosto de 2012, o aumento foi de 11%. Com a nova proposta, o reajus…

Policial civil morto em mega-assalto a empresa de valores é enterrado

Vítima foi morta a tiros durante ação dos criminosos que explodiram sede da Protege em Araçatuba (SP). Policial estava de folga. O corpo do policial civil André Luís Ferro da Silva, morto durante o mega-assalto a empresa Protege em Araçatuba (SP) nesta segunda-feira (16), foi enterrado na manhã desta terça-feira (17) em um cemitério particular da cidade. Ferro tinha 37 anos e foi baleado durante a ação. Ele foi socorrido com vida, mas morreu durante atendimento na Santa Casa. Silva era investigador e integrante do Grupo de Operações Especiais (GOE), e deixou filhos e a esposa.
O velório da vítima foi feito em um salão de uma funerária em Araçatuba e, do local, o caixão seguiu em um caminhão do Corpo de Bombeiros em cortejo com viaturas das polícias Militar e Civil até o cemitério. Segundo a Polícia Militar, o policial civil estava de folga do serviço e foi ao local para ver o que acontecia após ser chamado pelos pais, que moram perto da sede da Protege.
O grupo criminoso, cerca de 40 la…