Pular para o conteúdo principal

Assine a nossa Newsletter e receba em seu e-mail as principais notícias

 

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Corregedoria da Polícia Militar apura suposta agressão de policiais

Caso teria ocorrido na madrugada do último domingo, 24, na Cidade Nova.
Vítima seria um investigador da Polícia Civil em serviço.
A Corregedoria da Polícia Militar (PM) abriu na tarde desta segunda-feira (25)  um procedimento para que seja apurada a denúncia de que policiais militares teriam agredido um investigador da Polícia Civil em serviço, no conjunto Cidade Nova, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.
O caso teria acontecido por volta das 1h30 da madrugada do último domingo (24). O próprio investigador que teria sofrido a agressão, Daniel Nascimento, foi quem fez a denúncia contra um sargento e um soldado da PM.
Daniel conta que recebeu uma ligação de um cidadão, pedindo ajuda, pois estaria sofrendo ameaça de morte. “Pedi para ele ligar para a PM, disse: ‘aciona a PM que eles vão te ajudar’. Só que quando eu cheguei ao local, eles já estavam”, afirma o investigador.
“Voltei para dizer que tinha que ser encaminhado para delegacia, pois se tratava ocorrência de ameaça de morte. Parece que atrapalhei alguma coisa, o sargento disse: ‘sai fora que o preso é meu’ e o soldado interviu e me deu um soco, eu caí no chão, puxaram a arma para mim. Fiquei revoltado com a agressão injusta, achei uma tremenda covardia, não fiz nada grave”, conta Daniel Nascimento.
“Fiz denúncia contra ele na Corregedoria da Policia Militar. Mas, para minha surpresa, eles apresentaram esse cidadão como se tivesse me agredido. Se eles agrediram um policial, com colete a prova de balas, na viatura da Polícia Civil, imagina o que fazem com o cidadão? É um despreparo imenso. Fiz exame de corpo de delito, de dosagem alcóolica, porque eles armaram um ‘circo’ depois da besteira que fizeram”, afirma o investigador.
O investigador afirma ainda que esse caso trata-se de um fato isolado de conduta desses policiais especificamente, pois muitos policiais militares são amigos e parceiros da Polícia Civil.
De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Militar, os envolvidos no caso devem ser ouvidos e as provas anexadas na apuração.
Do G1 PA

Comentários

  1. Como é???? PERDI ALGUMA COISA! Primeiro o policial civil manda ligar para a PM, depois diz que chegou no local determinou em qual DP a ocorrência deveria ser apresentada. Afinal era ele que atenderia ou a PM? Cheirinho estranho nessa ocorrência!

    ResponderExcluir
  2. Concordo com o Oliveira Lima, essa história está mal contada.

    ResponderExcluir
  3. Primeiramente este suposto policial civil,narra um fato tanto quanto extranho,pois ao afirmar que orientou o suposto cidadão a quem lhe pediu ajuda,á procurar pela pm.depois o própio policial vai até o local solicitado pelo suposto solicitante. as perguntas são: o que este policial estava fazendo sozinho na vtr da p.c? qual o interesse deste sujeito em ajudar após ter jogado sua omisão aos pm's? e o que faz um investigador de policia civil sozinho com os equqipamentos da policia civil??? até aqui,parece sena de policial civil gaiato e drogueiro ou atráz de arrecadação de "tôco".

    ResponderExcluir
  4. Nem tudo que parece é, o melhor mesmo é apurar os fatos, pois, acredito eu, que nimguém na sua sã consciência, vai agredir outra pessoa dessa forma, do modo como o Policial Civil falou dá a entender que ele ia chegando no local para orientar os Policiais Militares o que deveriam fazer com o caso do seu amigo e ainda estava caracterizado e na VTR da Polícia Civil, quando os PM's o agrediram verbalmente e fisicamente.
    Tem algumas coisas que não se encaixam nessa história.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Os comentários não representam a opinião do site PolicialBR, elas obedecem os princípios da liberdade de expressão.


| Mais Acessados na Última Semana |

Morre segundo policial militar atingido por tiro de fuzil em Pompéu

Cabo Lucas Reis Rosa foi internado e teve braço amputado após confronto com criminosos que explodiram uma agência bancária. Outro policial e um entregador também foram mortos. A Polícia Militar (PM) confirmou, na manhã desta sexta-feira (8), a morte do cabo Lucas Reis Rosa. Ele estava internado desde a madrugada de terça-feira (5) quando foi atingido por um tiro de fuzil durante confronto com criminosos que explodiram uma agência bancária em Pompéu. Segundo a Polícia Militar, o óbito foi constatado as 9h50 desta sexta. Em nota, a PM informou que o cabo teve reações inflamatórias graves, pós-cirúrgicas ao trauma. Na quarta-feira (6), Lucas Reis passou por duas cirurgias, uma delas foi para a amputação total do braço direito. “Estamos entrando em contato com a família para dar o devido apoio e verificar questões relacionadas a local e horário do velório e enterro”, informou o comandante da 7ª Região da Polícia Militar, coronel Helbert Willian Carvalhaes. Confronto Na madrugada de terça…

Policial militar é sequestrado e assassinado a tiros em Paulista

Um policial militar foi assassinado com nove tiros, na Estrada do Pica-Pau, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. A vítima foi identificada como Lindembergue Gomes da Silva, de 53 anos, foi encontrado ás margens da estrada, em Paratibe. De acordo com os peritos do instituto de Criminalidade (IC), ele foi atingido por um tiro no rosto e os outros nas costas. Os peritos acreditam que o PM pode ter sido morto com a própria arma.
Segundo a polícia, o militar, que atuava como comerciante, teria sido levado da casa dele, no bairro da Mirueira, por dois homens. Ele teria sido levado para o local do crime no próprio carro, uma caminhonete, que foi abandonada em Abreu e Lima. Nenhum pertence da vitima foi encontrado. A policia recebeu a informação de que o PM reformado era agiota, o que pode ter motivado o assassinato.

Fonte: Tv jornal uol

Brasil dobra número de presos em 11 anos, diz levantamento; de 726 mil detentos, 40% não foram julgados

Estudo divulgado pelo Ministério da Justiça é de junho de 2016. País é o terceiro do mundo em número de detentos. Estado com maior superlotação é o Amazonas (cinco presos por vaga). Uma nova edição do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Ministério da Justiça informa que, em junho de 2016, a população carcerária do Brasil atingiu a marca de 726,7 mil presos, mais que o dobro de 2005, quando o estudo começou a ser realizado. Naquele ano, o Brasil tinha 361,4 mil presos, de acordo com o levantamento. Esses 726 mil presos ocupam 368 mil vagas, média de dois presos por vaga (leia mais abaixo sobre superlotação). "Houve um pequeno acréscimo de unidades prisionais a partir de 2014, muito embora não seja o suficiente para abrigar a massa carcerária que vem aumentando no Brasil. Então, o que nos temos, é um aumento da população carcerária e, praticamente, uma estabilidade no que se refere à oferta de vagas e oferta de estabel…

AFAM: NOVIDADES SOBRE AÇÃO JUDICIAL DA INCORPORAÇÃO DE 100% DO ALE NOS VENCIMENTOS DOS POLICIAIS E BOMBEIROS DE SÃO PAULO

Agora já são em número de 05 as Câmaras de Direito Público a adotar esse entendimento. Novas e recentes decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo, em Mandados de Segurança individuais, têm confirmado o entendimento de que a incorporação total do ALE ao Salário-Base (Padrão) é direito de todos os policiais militares. Em Acórdão de 11 de março de 2013, relativo à Apelação/Reexame Necessário nº. 0029083-82.2012.8.26.0053, assim se manifestou a 6 ª. Câmara de Direito Público do TJ/SP: “Assim, no caso do impetrante, policial em atividade, quinquênios, sexta-parte e RETP incidem sobre as vantagens efetivamente incorporadas, dentre as quais, a partir da LC nº 1.114/10, o ALE”.... http://www.afam.com.br/
Veja abaixo todas as novidades:






REVOLTA DA ASSOCIAÇÃO DOS CABOS E SOLDADOS DA PMESP COM GOVERNO ALCKMIN

A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo luta contra uma mentira da Procuradoria Geral do Estado; e, infelizmente, endossada pelo Governador do Estado. Ocorre que a Procuradoria, por meio da suspensão da Tutela Antecipada nº 678 junto ao Supremo Tribunal Federal fez constar em sua petição o valor aproximado de R$ 1,5 bilhão. Em síntese, disse ao Presidente do STF, Exmo. Senhor Ministro Ayres Britto que o custo criaria uma lesão ao erário público, assim, permitiu suprimir verbas alimentares de Policiais Militares. Neste sentido, passamos a conhecer melhor o Governo Geraldo Alckmin.
O Governo do Estado tinha conhecimento que o Policial Militar recebia o recálculo retroativo a novembro de 2010 por intermédio de uma ação judicial; e que nunca se tratou de uma tutela antecipada mas sim, de cumprimento provisório de sentença, iniciado após o Tribunal de Justiça de São Paulo, na 2ª Instância, ter garantido a fórmula correta de cálculo da verba aos Policiais…