Pular para o conteúdo principal

Rádio PolicialBR 24 horas com você. Notícias e entretenimento.

PolicialBR esta no Google Play | Instale nosso App em seu celular

Como surgiu a continência militar?

O militarismo tem algumas peculiaridades e sem dúvidas, além do fascínio pelas armas e fardas, uma das coisas que mais chama a atenção é a maneira que os militares se cumprimentam. A famosa continência militar. Mas afinal, qual é a origem da continência militar?
Tudo começou na Idade Média quando os cavaleiros, antes de participarem de duelos ou irem para os confrontos trajando suas robustas armaduras, cumprimentavam o rei. Como eles utilizavam o Elmo, uma espécie de capacete medieval, precisavam levantar a viseira para que a majestade olhasse seus rostos. Um sinal de respeito ao soberano. Além disso, esse movimento deveria ser feito com a mão direita, já que era a mão que empunhava a espada. De certa maneira, um gesto simbólico de paz, uma vez que a mão desarmada dificilmente seria utilizada para uma ação hostil. Com o tempo esse ato foi se tornando cada vez mais comum e não apenas praticado diante dos reis mas também entre os demais integrantes do exército.
Apesar dessa reverência ser comum entre as organizações militares de todo o mundo, algumas forças tem ou tiveram maneiras particulares de realizar a continência. A Alemanha nazista, por exemplo, era famosa pelo vibrante “Heil, Hitler”, proferido enquanto o braço direito era estendido para o alto. Na Polícia Militar – ao contrário do que muita gente imagina – prestamos (nunca “batemos”) continência erguendo a mão direita até a altura da têmpora e não à frente da testa.
A iniciativa de prestar continência deve vir sempre da patente inferior e obrigatoriamente respondida pelo superior hierárquico. Talvez por isso – como em tudo na humanidade – algumas pessoas confundam esse nobre gesto com afirmação de superioridade ou mesmo para ratificar a condição “inferior” de seus comandados, originando inclusive um causo que compartilho com vocês agora.
O soldado desatento passou pelo capitão e não o cumprimentou da maneira correta. Imediatamente o oficial chamou a atenção aos berros do soldado e exigiu que ele lhe prestasse continência 50 vezes seguidas. Dessa maneira – acreditava o capitão – ele aprenderia a lição e não cometeria novamente esse ato de insubordinação.
E assim fez o soldado, seguidamente movimentando seu braço direito enquanto o capitão realizava a contagem.
Um pouco mais afastado, um coronel observava tranquilamente o desfecho cena. Ao final das 50 continências, é o coronel quem intervém:
- Capitão, vi que o soldado prestou 50 continências para o senhor. Pois bem, é seu dever retribuí-las.
Apesar de eu já conhecer a origem da continência, fiz uma rápida pesquisa para evitar equívocos. Por isso, é bom citar as referências encontradas pelo Google para essa postagem.
(Mundo Estranho - Brasil Escola).

Comentários

  1. Muito bonito, mas pra Policia isso não serve e nem deveria mais existir.

    ResponderExcluir
  2. Nada disso, a continência foi inventada por uma rainha muito linda, pois a mesma gostava de ver seu exército em forma todas as manhãs. Mas um fato atípico aconteceu certo dia, como ela se atrasara para ver seus exército e não passar por uma rainha descompromiçada, ela veio a público com vestido leve, ao qual uma rajada de vento levantou o mesmo, mostrando as suas partes íntimas, então, a tropa toda ao mesmo tempo levandou a mão direita para tamparem os raios do sol para verem a parte desnuda da rainha e, ela gostou tanto que tornou lei e isso vem até hoje. Mas para a rainha da Inglaterra eu vou preso mais não faço, tem que deixar aquilo encoberto, pois deve ser feio demais rsrs.

    ResponderExcluir
  3. Que tal substituí-la por um cordial bom dia, boa noite, como vai, tudo bem...

    ResponderExcluir
  4. Acho que se é um cumprimento, ou seja uma saudação, deveria ser expontaneo e voluntario. Deveria ser um ato não obrigatório, como é nos meios militares. Ainda mais tendo como norma, partir a continencia do subordinado ao superior, que muitas vezes nem a responde. Tudo o que é obrigado entra em decadencia.

    ResponderExcluir
  5. Boa Tarde, sempre fiz para muitos COMPANHEIROS por Satisfação e uns por obrigação

    ResponderExcluir
  6. Bobagem, não usamos mais armaduras de ferro faz séculos. Deveria mesmo deixar de existir, e faz tempo...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

ANTES DE ESCREVER LEIA COM ATENÇÃO: Palavras de baixo calão, racismo, ofensas, ameaças e tudo mais de não estejam de acordo com os bons costumes e as leis vigentes não será aprovado. Expressão do pensamento é um direito Constitucional, expresse o seu com educação e propriedade. Os comentários publicados não traduzem a opinião do blog. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. O IP do comentarista fica arquivado e pode ser fornecido por Ordem Judicial.

| Mais Acessados na Última Semana |

Usar arma de uso restrito com porte ilegal agora é crime hediondo

Aprovada urgência para projeto que torna crime hediondo o porte ilegal de armas de uso restrito O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 332 votos a 7 e 2 abstenções, o regime de urgência para o Projeto de Lei 3376/15, do Senado, que torna crime hediondo a posse ou o porte ilegal de arma de fogo de uso restrito das forças policiais e militares. Após a votação, a sessão ordinária foi encerrada. Projeto de Lei do Senado nº 230, de 2014, de autoria do Senador Marcelo Crivella, constante dos autógrafos em anexo, que “Altera a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir o crime de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito no rol dos crimes hediondos”. A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto …

Policiais e bombeiros militares não sabem a força que tem

Deputado Federal Capitão Augusto orienta os militares de São Paulo sobre a força política da classe
Por mais que façamos aqui pela Câmara dos Deputados, aprovando projetos dando mais direitos e garantias aos policiais e não deixando ser aprovado nenhum projeto que os prejudique, a grande reivindicação que recebo dos policiais refere-se a questão do aumento salarial.
Infelizmente Deputados não podem apresentar projetos que gerem despesas para o executivo, então está fora de nossa competência atender essa solicitação, o que nos resta é cobrar (e muito) do governador e fazer articulação para que ele conceda o tão esperado aumento salarial.
Hoje temos força política para eleger representantes para Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados e para todos cargos nas eleições municipais. Está na hora de influenciarmos as eleições para Governador e Senador, um que reconheça nosso valor, ou ficaremos fadados a apenas reclamar nos bastidores.
Nós podemos muito mais que isso! Somos quase 150.000 po…

Deputado capitão Augusto requer moção de repúdio contra Secretário de Segurança Pública e Governador de São Paulo Geraldo Alckmin

DEPUTADO CAPITÃO AUGUSTO REQUER MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO E CONTRA O GOVERNADOR POR TANTO DESRESPEITO ÀS LEIS E AOS POLICIAIS MILITARES DE SÃO PAULO
O Deputado Capitão Augusto entrou hoje, 10, com dois Requerimentos de Moção de Repúdio contra o Secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, e contra o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, por desrespeitar as leis e aos policiais militares. Essas moções fazem parte de uma série de medidas que o parlamentar está adotando para tornar público as medidas descabíveis desse governo contra os policiais militares e a segurança pública do país, e para que entendam que tudo tem um limite. A categoria não vai tolerar mais tanto descaso e desrespeito. O Deputado estará revelando ao país e ao mundo que Alckmin não serve para governar o país, deve ser ignorado e descartado como candidato à Presidência da República. CAPITÃO AUGUSTO conclama os militares e familiares a somarem esforços para…

Qual a responsabilidade que a sociedade civil possui na segurança pública?

Policiais militares foram assassinados por criminosos neste fim de semana; secretário de Segurança do Rio pediu mudanças no sistema judiciário Neste final de semana dois Policiais Militares foram assassinados no Rio de Janeiro: a Cabo PM Elisângela Bessa Cordeiro, com um tiro na cabeça disparado por um menor, e o Soldado PM Samir da Silva Oliveira, com um tiro no pescoço disparado por um fuzil de combate.
Qual é a pena para o menor assassino da PM ? Em média oito meses. Qual é a pena para quem porta um fuzil? Três anos. Como se isso já não fosse suficientemente patético, nossa legislação acrescenta o insulto à injuria ao prever a concessão do beneficio da progressão de pena, fazendo com que o criminoso cumpra apenas 1/6 da pena, ou seja, o guerrilheiro urbano que porta uma arma de uso restrito do Exército, pode estar solto em seis meses.
Quem é o responsável por essa baderna? Você que está lendo este artigo e eu que o escrevi. Somos nós que consistentemente fazemos o mesmo erro de ele…

Leis desestimulam policiais e bombeiros militares a exercerem plenos direitos políticos.

Deputado federal capitão Augusto luta para acabar com injustiças políticas que sofrem os policiais militares e bombeiros do Brasil Até mesmo politicamente os policiais ele são injustiçados. Em tempos onde a representatividade política se faz de extrema necessidade e, do soldado ao coronel, buscam eleger seus representantes da mesma forma que outras categorias, Leis desestimulam a participação efetiva na política Nacional dos policiais e bombeiros militares. Com uma democracia atrasada em relação a outros países o Brasil ainda tem mecanismos para desestimular a elegibilidade dos policiais e bombeiros militares. Buscando corrigir estas injustiças o deputado federal capitão Augusto busca direitos políticos e de elegibilidade aos policiais militares e bombeiros. Um policial ou bombeiro militar se candidatando a cargo eletivo com menos de dez anos de serviço é exonerado e com mais se eleito também é exonerado, sendo aposentado com o tempo proporcional ao que trabalhou. Ouça entrevistas co…