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O soldado agora é doutor

As polícias militares brasileiras vivem em um momento de conflito: entre os princípios uniformizadores da formação militar e os princípios democráticos de garantia das individualidades. Com a facilidade de acesso à informação, não há mais exclusividade de conhecimento, algum consenso só é atingido com o diálogo, a formatação impelida pela cega disciplina só gera ebulições e contra produção.
Neste contexto, o principal ponto de tensão se encontra na liberdade de expressão, insumo democrático ainda restrito entre os PM’s brasileiros. Isto porque em um ambiente onde se tenta reduzir as complexidades e perspectivas individuais a um modelo “ideal”, convenientemente adaptado ao prazer e às fragilidades de quem manda, os suspiros de protesto tendem a ser sufocados.
E é problemático excluir a livre expressão num mundo caracterizado pela fluidez de comunicação possibilitada, principalmente, pelas novas mídias. O limite de acesso a verdades históricas, políticas, técnicas e científicas é a vontade de cada um, de modo que as autoridades só se constituem como tal quando se empenham mais que os demais no entendimento de algum assunto.
Em batalhões de policiamento ambiental há soldados mestres em biotecnologia, em unidades operacionais mal administradas há doutores em administração. Como garantir alguma governabilidade em tão complexa estrutura agarrando-se à (i)lógica do “sim senhor/não senhor”?
A humildade, o reconhecimento de erros, o diálogo, a clareza e a construção colaborativa dos entendimentos parece ser o caminho para evitar colapsos. Não se trata de renunciar às prerrogativas existentes em cada grau hierárquico, mas de perceber quão inútil é tentar unificar a variabilidade de personalidades e opiniões em um mundo cada vez mais plural. Hoje não há fragilidade que dure alguns segundos escondida.
O ponto positivo disto é que há, nesta multiplicidade de características e visões de mundo, um potencial enorme a ser explorado e utilizado em favor das instituições policiais. Basta desistir de mutilar o que cada policial-ser-humano tem de peculiar. (Blogsferapolicial).

Comentários

  1. A saída é o fim do Militarismo nas PM's. Os Policiais de maiores Patentes, devem expor idéias e não impor, assim a Segurança Pública, sem a mínima dúvida, irá melhorar e muito.

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  2. O SECRETARIO JUNTO A ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DORIO DE JANEIRO, ANUNCIOU NA PAGINA DO SEPLAG DO RIO DE JANEIRO QUE NÃO IRIA MECHER NOS TRIENIOS DOS POLICIAIS MILITARES REFORMADOS SEM PODER PROVER OS MEIOS DE SUBZISTENCIA, MAS NÃO É ISSO QUE ACONTECE. SEGUNDO UM POLICIAL REFORMADO, WEBERT, QUE SEU TRIENIO FOI CORTADO E ELE SÓ RECEBE PARTE DOS TRIENIOS. PIOR AINDA, ELE NÃO SABE COMO VAI FAZER PARA TER TAIS VALORES DEVOLTA. SENHOR SERGIO RUY, POR FAVOR REVEJA TAL QUESTÃO. A POLICIA MILITAR JÁ ESTA PASSANDO POR MAUS MOMENTO. POR FAVOR NÃO ACRESCENTE MAIS ESSE.

    CARLOS TAQUARA

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