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Nós não precisamos de ajuda da Força Nacional', diz Grubba


Secretário de Segurança Pública diz que homens não seriam suficientes.
Nazareno, da Polícia Militar, diz que policiais de SC conhecem região.

Em coletiva realizada nesta quinta-feira (7) à tarde o secretário de Segurança Pública César Grubba e o comandante-geral da Polícia Militar, Nazareno Marceneiro, garantiram que o estado não precisa de ajuda da Força Nacional para combater e controlar os atentados que ocorrem deste quarta-feira (30) em Santa Catarina. O Comandante da Polícia Militar disse que os policiais de Santa Catarina, por conhecerem melhor a região, podem atuar com mais eficiência.

Segundo o secretário de Segurança Pública, a Força Nacional tem cerca de 1.280 homens atuando em todo o país. "Com o maior esforço da Segurança Nacional, Santa Catarina receberia 200 homens, que teriam que ser distribuídos para todas as regiões onde ocorrem os atentados. Como eles trabalham com no mínimo três homens por viatura, o que diminuiria a área de atuação deles no estado, o número de homens enviados não seriam suficientes para nos ajudar a conter os atentados", diz Grubba.

"Isso representaria apenas três viaturas a mais por cidade se levarmos em consideração que os policiais da Força Nacional trabalham 12 horas e folgam 12 horas pelo ritmo intenso patrulhando nos cinco primeiros dias de atuação. Mas na sequência essa escala mudaria para 12 por 36 horas, reduzindo ainda mais o efetivo", comenta Nazareno.

O comandante da PM também disse que a chegada de uma ajuda externa pode desmotivar os policiais catarinenses que estão trabalhando intensamente desde o início das ações criminosas. “Quando o trabalho diário deles - que sempre colocou Santa Catarina no topo dos indicadores de segurança do país - é desacreditado ao se chamar ajuda externa, o empenho e engajamento deles, que faz a diferença neste combate, cai muito", comenta.

Segundo o delegado geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D´avilla, as investigações continuam. "Logo que finalizar a onda de ataques, que já estão diminuindo, nós teremos dados positivos na linha de investigação, uma vez que os criminosos considerados líderes de facções, que atuam dentro do sistema prisional, foram mapeados", comenta.   (Do G1 SC, com informações da CBN Diário)

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