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Caso de menor morto por PM há 4 meses não tem solução em Ribeirão


Família da vítima cobra resultado das investigações e prisão do suspeito.
Delegado diz que realizará reconstituição do crime ainda em fevereiro.
Quatro meses após a morte do adolescente Luciano Ângelo de Lima Filho, baleado por um policial militar à paisana em Ribeirão Preto (SP), familiares da vítima cobram resultados das investigações sobre o caso. O garoto, de 15 anos, foi morto com um tiro nas costas próximo a um posto de combustível na Avenida Patriarca, na Zona Oeste da cidade
Para a mãe do menor, a dona de casa Jaqueline Serafim Costa, a Polícia Civil já teve tempo suficiente para concluir o inquérito. Jaqueline reclama que o suspeito do crime continua em liberdade, apesar do laudo do exame necroscópico constatar que o PM atirou no adolescente pelas costas, contrariando a versão apresentada por ele em depoimento.
"Além de ter perdido o meu filho, fica esse sentimento de impunidade. O assassino do meu filho tem que pagar pelo que fez, ele destruiu a nossa família. Eu fico me perguntando: se fosse filho de um juiz, de um delegado, de um promotor, será que a investigação estaria desse jeito? Por que tanta demora?", questionou.
O delegado Samuel Zanferdini defende que chegou a solicitar a prisão do suspeito logo após a divulgação do exame necroscópico, mas o pedido foi negado pela Justiça sob justificativa de que o PM tem endereço fixo e não apresenta risco de fugir.
"Os indícios são fortes contra o policial. Há convergência desse laudo com o depoimento de várias testemunhas, mas não posso fazer nada porque o juiz negou a prisão preventiva. É uma decisão que não depende da Polícia Civil", afirmou Zanferdini.
Segundo o delegado, a conclusão do inquérito depende apenas da reconstituição do crime, prevista para fevereiro, mas ainda sem data definida para acontecer. "Depois, há necessidade de fazer o indiciamento do policial e eu tenho que fazer o relatório final para encaminhar ao Poder Judiciário", explicou o delegado, destacando que todos procedimentos ainda leverão um mês.
O caso
Lima Filho foi baleado por um policial militar na noite do dia 8 de outubro. Segundo informação da Polícia Civil, apesar de ter utilizado o revólver da PM, o soldado não estava em horário de serviço. O menor chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.
Em depoimento, o soldado disse que atirou por legítima defesa porque o menor teria tentado assaltá-lo com a ajuda de um comparsa.  O exame necroscópico realizado no corpo da vítima mostrou, porém, que a bala entrou pelas costas, atravessou o fígado, o coração e o pulmão, saindo próximo ao ombro.
A família alega que no dia do crime o menor teria saído com um amigo, após o trabalho, para encher o pneu da bicicleta. A adolescente que estava com Lima Filho confirmou a versão à polícia. Em depoimento no dia 10 de outubro, o menor contou que ambos teriam chutado cones próximos a uma obra na Avenida Patriarca, quando foram agredidos pelo PM que mora há 100 metros do local.
Em nota, a PM informou que não foi aberta sindicância porque o caso está sendo considerado crime comum, cuja investigação é realizada pela Polícia Civil.  (Do G1 Ribeirão e Franca)

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