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Secretário nega oferta de ajuda federal para conter violência em SP

Dilma ofereceu ajuda para conter criminalidade em São Paulo
Diante da escalada na criminalidade em São Paulo, Dilma Rousseff enviou emissários para conversas com o secretário de Segurança do Estado, Antonio Ferreira Pinto, há cerca de 40 dias. Segundo interlocutores do Planalto, foi oferecida ajuda na capital, além de informações de inteligência, mas o diálogo não prosperou. Representantes de Geraldo Alckmin acusam o governo federal de omissão no combate ao narcotráfico e contrabando de armas nas fronteiras, suas prerrogativas. 

Secretário nega oferta de ajuda federal para conter violência em SP
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, nega que tenha havido qualquer gesto do governo federal propondo ajuda ao Estado no combate à onda de violência no Estado.
O secretário afirma que teve um único encontro com um representante do governo federal, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), que ocorreu numa sexta-feira em junho deste ano. "Foi uma visita protocolar, de cortesia. Ele [Cardozo] veio nos agradecer pela colaboração que temos dado à Senasp (Secretaria Naciona de Segurança Pública)."
Naquela ocasião, diz o secretário, foi entregue a Cardozo um ofício reiterando pedidos de repasses de verbas federais para instrução, tecnologia da informação e inteligência das polícias. "Em nenhum momento se falou em preocupação da presidente Dilma ou do governo federal com a situação de São Paulo. A relação que temos com o Ministério da Justiça é de cooperação técnica", disse ele ao jornal, nesta manhã, por telefone.
Em seguida, o secretário afirmou, em uma segunda conversa com a Folha na manhã deste sábado, que, além disso, não haveria nada que o governo federal pudesse fazer para ajudar na questão da violência em São Paulo. "A segurança pública é do Estado. Somos parceiros do governo federal em várias áreas, a Polícia Federal e a polícia do Estado dialogam e trabalham em intercâmbio, mas a prerrogativa da segurança no Estado é nossa. Temos completo controle da situação", afirmou.
Na edição desta sexta-feira, o Painel, da Folha, informou que emissários da presidente Dilma Rousseff estiveram com Ferreira Pinto e ofereceram ajuda, inclusive na área de segurança, mas as conversas não prosperaram.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, confirmou neste sábado o encontro e a oferta de ajuda.
"Nós sempre demonstramos preocupação e oferecemos a todos os Estados brasileiros, inclusive a São Paulo, apoio necessário para enfrentar o crime organizado. Colocamos à disposição ações de segurança pública e presídios de segurança máxima para receber líderes dessas organizações que comandam ações dentro de presídios estaduais", disse ele à Folha.
"Estamos fazendo isso com Alagoas, Estado governado pelo PSDB. O que nos recusamos é ser mero repassador de recursos sem discutir planos de eficiência de segurança. O Ministério da Justiça não é a Casa da Moeda", afirmou Cardozo.
Ao mesmo tempo em que nega que tenha havido oferta de cooperação, o secretário de Segurança Pública do governo paulista dá vários exemplos para sustentar que o Estado de São Paulo não precisa de ajuda federal.
"Não precisamos de Força Nacional, do Exército, para garantir a tranquilidade das eleições municipais, como ocorre em vários lugares do país. Abrigamos Fernandinho Beira-Mar no Estado durante quatro anos, sem que houvesse nenhum problema. Temos no sistema prisional um Regime Disciplinar Diferenciado que é modelo para todo o país."
Ferreira Pinto reforça a tese que vem sendo defendida pelos tucanos, como o governador Geraldo Alckmin e o candidato José Serra, a de que a prerrogativa federal é coibir a entrada de drogas e armas nas fronteiras, que abastecem o crime organizado nos Estados. Serra tem cobrado em debates e entrevistas que o governo Dilma é "omisso" nessa tarefa de vigiar as fronteiras do país.
"O governo federal precisa é coibir o tráfico de armas e drogas nas fronteiras. Nesta área de segurança não há partidos políticos, o que há é o interesse nacional, afirmou Ferreira Pinto.  (Folha de São Paulo).

Comentários

  1. "...afirma que teve um único encontro com um representante do governo..."
    Que absurdo!
    Como se um ministro fosse um simples representante!
    Queriam quem como interlocutor? Cristo?

    ""Não precisamos de Força Nacional, do Exército..."
    Isso é verdade! 130 mil policiais. Contigente maior que exercitos da Argentina e outros países.

    "...a prerrogativa federal é coibir a entrada de drogas e armas nas fronteiras..."
    Outra verdade! O Governo CENTRAL é incopetente em resguardar as fronteiras brasileiras!

    O contigente necessáio para a defesa de nossas fronteiras a cada 100 metros, seria de 180 mil Soldados!
    Hoje as forças armas, contam com um contigente de 370 mil soldados (Contando com os militares do estado de São Paulo, que integram a FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA)!
    Seria necessário então metade (1/2) do contigente das Forças Armadas!

    Porém, todavia, contudo, com apenas 25 mil policiais, 1/5 do efetivo, sendo um a cada 100 metros (10 policiais a cada Km.), o Estado de São Paulo poderia então, resguardar suas fronteiras contra aquilo que dizem os governantes estaduais, ser o problema maior para São Paulo (ENTRADA DE ARMAS E DROGAS)!

    Parece ou não, uma contradição?

    ResponderExcluir
  2. Acho, então, que devemos colocar alguem mais competente na Secretaria de Segurança Publica de SP, pois, mesmo com 86 policiais mortos neste ano...o Secretario acredita ser casos pontuais.....nesta nossa cidade de SP.
    Acorda governador! O senhor troca o comando da ROTA, mas não mexe com este secretario fraquinho.... Não muda o ponto de vista dos indultos....Acorda! veja a indignação do povo pelas eleições...não estamos mais satisfeitos com as respostas sempre tardias de seu governo.
    Outro ponto á observar, é : Ql é a politica aplicada contra o crack...que transformam seres humanos em verdadeiros robos zumbis, á serviço da violencia e do crime organizado. Acorda Governador!!

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